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"Eu voltei...!!"

Bom dia meus[as] queridos[as]!
Pois é, minha Licença Maternidade chegou ao fim...e eu aqui em crise...
Como mãe, gostaria de poder permanecer mais tempo em casa com meus filhotes...como professora, ansiosa por recomeçar...óóóó dúvida cruel!!
Bom, sempre enfim, hoje retorno minhas atividades em sala de aula e, a cabeça, como sempre, recheada de atividades para propor aos meus[as] alunos[as]!
hehehehe!
Me aguardem!!
=P
Tenho mais duas coisinhas a dizer hoje: 
1º - Termina amanhã o Concurso de 6 anos daqui do QUIMILOKOS! Se você ainda não se inscreveu para concorrer ao livro "A Ciência é masculina" do Professor Chassot, cooooorra, antes que seja tarde, e CLIQUE AQUI !!
2º - Já se iniciaram as votações para concorrer ao TOP BLOG 2011, e o QUIMILOKOS está participando mais uma vez! Por isso, conto com sua colaboração, divulgação [se possível] e seu voto! Para votar no QUIMILOKOS no Top Blog 2011, CLIQUE AQUI !!
Bom, por hora é só!
Um mol de abraços a todos e, aos meus[as] alunos[as], até mais tarde!!

"História da Química - de Lavoisier ao Sistema Periódico"

Bom dia, pessoas.
A pedido, na verdade sugestão, do Professor Chassot, hoje quero deixar uma dica de leitura, válida não apenas a químicos, mas também a seus agregados, como diria meu Professor Márlon, rssss.
Utilizando das próprias palavras do Professor Chassot em seu blog, quando foi presenteado com o referido livro, cujo nome é o título desta postagem de hoje:
Prof.Chassot e Prof.Juergen

"Juergen é professor aposentado do Departamento de Química da Universidade Federal de Santa Catarina, onde atuou de 1976 a 1996, tendo sido Coordenador do Curso de Graduação em Química e membro do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC. É formado em Química pela UFRGS (1968), com mestrado em Química Orgânica (Instituto de Química, UNICAMP, 1976).
Desde 1996 dedica-se exclusivamente à História da Ciência, mais especificamente à História da Química, com ênfase na história da química orgânica, da química do século 18 e da química na América Latina. Ministrou disciplinas de História da Química na UFSC (1985/1996) e na UNISUL – Universidade do Sul de Santa Catarina (2000/2003), e de História da Ciência em cursos de formação de professores (Projeto Magister, UFSC).
Resenhei o primeiro volume da obra de Maar em Episteme, n.9, p.137-139,jul./dez. 1999: uma Pequena história da Química - primeira parte - dos primórdios a Lavoisier, um alentado livro de 848 páginas. Pela profundidade da obra e pelo número de páginas, dei como título da resenha: Uma grande “Pequena História da Química”.
O excelente livro “História da Química – Parte I – dos Primórdios a Lavoisier” foi reeditado em edição ampliada e revisada, com inclusão de novos assuntos, e ampliado para 946 páginas e 121 ilustrações (ISBN 978-85-60826-26-1).
Pois ontem a noite conheci (e fui presenteado com) o segundo volume – de Lavoisier ao Sistema Periódico – lançado neste Ano Internacional da Química, com 1182 páginas, e aproximadamente 150 ilustrações, [Editora Papa-livro (WWW.papalivro.com.br) IS BN 978-85-7291-159-7 // contatos com o autor jhmaar@yahoo.com.br] Este segundo volume aborda em sete longos capítulos (não de forma rigorosamente cronológica, é claro), a evolução da Química de Lavoisier à Tabela Periódica de Mendeleiev : a Química do Período de Transição (de Lavoisier até a Teoria Atômica de Dalton), a química quantitativa e a nova Teoria Atômica, o período de Berzelius com a discussão dos grandes problemas químicos da época, os primórdios da Química Orgânica, a evolução da Química Inorgânica, a Química Orgânica até 1870, a evolução de um sistema periódico. Como no volume anterior, ele informa que há uma preocupação com a inserção dos assuntos discutidos na história da ciência como um todo, com o contexto histórico e cultural, bem como com aspectos filosóficos inerentes aos diferentes temas.
O terceiro volume, que pretende encerrar a série “História da Química”, está como em fase de manuscrito. Maar afirma que prefere manuscrito, pois ele acha que a melhor maneira de apresentar e discutir todo o vasto material é mesmo um manuscrito, posteriormente digitado para as necessárias correções, acréscimos e atualizações. Por enquanto estão concluídos (em termos) os capítulos sobre Nascimento e Evolução da Química Analítica, e Nascimento e Evolução da Físico-Química, bem como notas sobre a química orgânica desde van’t Hoff e Le Bel, ao todo umas 500 páginas. Será um trabalho ainda demorado, a redação de cada volume exigiu dois anos e meio, a deste último certamente será tão ou mais demorada.
Esta posta – e parece muito significativa e condizente ao cenário que me envolve – a dica sabática de hoje. Desejo seja fruída pela densidade de pesquisa de um trabalho que envolveu o autor durante anos."
.
Bom, quando se trata de História da Química, História da Ciência, o desenvolvimento científico de uma forma geral, sou uma verdadeira amante do assunto!
Posso não saber muito do assunto, mas é algo que me fascina! Acredito que talvez por não saber tanto é que continuo essa minha busca pelo conhecimento! E, sendo bastante sincera, não quero, nenhum pouco, saber tudo, pois aí o mundo estará acabado pra mim! 
Não terei mais finalidade em viver se não tiver o que buscar!!
Espero que aproveitem a dica, como eu aproveitei!
=]
Um mol de abraços a todos!!

"Cada um em seu quadrado"!!

Brasil ainda não tem solução definitiva para o lixo radioativo de Angra 1 e 2

"Material é armazenado de forma temporária no complexo nuclear.

Passados 26 anos que o Brasil produz energia nuclear, a solução definitiva sobre o que fazer com o lixo radioativo gerado pelas usinas de Angra 1 e 2 ainda esbarra em decisões políticas para se tornar realidade. Embora o país já disponha de tecnologia para construir um depósito definitivo para os resíduos, todo o material gerado no complexo nuclear desde o início das operações das usinas, em 1986, está armazenado de forma temporária.

Com o início das operações de Angra 3 previsto para dezembro de 2015 e a capacidade dos depósitos de Angra 1 e 2 perto do limite, o governo brasileiro terá que alcançar uma solução nos próximos anos. O projeto para a construção de um depósito final também esbarra em uma questão polêmica: a escolha do local que receberá os materiais radioativos, um vizinho considerado indesejado.

Desde que Angra 1 e 2 entraram em operação, já existem 2.777 m³ de lixo radioativo (sem considerar as varetas de urânio), quantidade suficiente para encher pouco mais de uma piscina olímpica. Esses resíduos estão guardados, de forma provisória, em um depósito que fica próximo ao complexo nuclear.
Entre os resíduos considerados perigosos, estão peças, ferramentas e roupas que tiveram contato com a radiação, considerados de média e de baixa radioatividade. O lixo radioativo pode emitir radiação por milhares de anos e, se guardado de forma irregular, pode causar um desastre como o que aconteceu em Goiânia, com o Césio-137, que provocou a morte de 60 pessoas.
À época, em 1987, catadores de lixo desmontaram equipamentos que continham material radioativo e que haviam sido abandonados por uma clínica de saúde desativada. Segundo a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia responsável por licenciar e fiscalizar as operações das usinas, esse material está armazenado de forma segura no único depósito definitivo para lixo radioativo que existe no Brasil, localizado na cidade Abadia de Goiás, na região metropolitana de Goiânia.
Tambores concretados em piscina

De acordo com o diretor de Radioproteção e Segurança Nuclear da CNEN, Laércio Antônio Vinhas, a elaboração do projeto que dará destino final ao lixo radioativo é “uma das prioridades da comissão”.

A tecnologia nós já temos. O projeto de Goiânia é mais simples, mas a concepção é a mesma.

Ele explica que entre o material radioativo e o ambiente deve haver até oito barreiras físicas. O lixo será armazenado em tambores, que são concretados e vão para uma espécie de piscina vazia que é completada com mais concreto. Depois disso, esse tanque será fechado com uma laje e, em cima de tudo isso, ainda haverá mais uma cobertura de concreto e de terra.

Para Vinhas, uma das alternativas para resolver o impasse sobre o local onde esse depósito deve ser construído é a criação de uma espécie de “royalty inverso”, sistema em que os municípios receberiam dinheiro não pela extração de um recurso mineral, mas para guardar o lixo radioativo.

Não é um problema técnico, mas sim político. Na Coreia, por exemplo, o governo abre uma concorrência invertida. As cidades disputam para receber o depósito por conta das compensações financeiras.

Outro tipo de resíduo produzido nas usinas é o combustível que fica no interior das varetas de urânio. Quando chega ao fim, elas são armazenadas em um tanque coberto com água (a água funciona como barreira que evita emissão de radiação).

Segundo a Eletronuclear, as piscinas têm vida útil até 2020. Depois disso, será preciso dar um novo fim para esse combustível. Em outros países que usam energia nuclear, o urânio é reprocessado e reutilizado, como explica o coordenador de Comunicação e Segurança da Eletronuclear, José Manuel Diaz Francisco.

O urânio pode ser reprocessado para um novo ciclo de uso, mas o Brasil ainda não reprocessa. Essa é uma decisão que cabe ao governo brasileiro.
Passivo ambiental

O professor de engenharia nuclear da Coppe - Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ e PhD em energia nuclear no Massachusetts Institute of Technology, Antonio Carlos Marques Alvim, diz que já existe tecnologia para armazenar com segurança material radioativo sem uso.

Uma das críticas em relação à energia nuclear era sobre o destino dos rejeitos [resíduos], mas hoje já há estudos para melhorar os reservatórios e para a transmutação dos rejeitos, ou seja, para diminuir seu tempo de vida e causar menos impacto para o ambiente.
Sem entrar na discussão sobre como garantir a segurança no armazenamento desses materiais, o coordenador da campanha de energias renováveis da ONG Greenpeace, Ricardo Baitelo, chama a atenção para uma questão de difícil solução e que ainda representa um enorme desafio não apenas para o Brasil, mas para todos os países que usam energia nuclear.

Para ele, o mais grave problema envolvendo a questão são "os passivos nucleares que serão passados de geração para geração, a perder de vista".

Esse combustível terá de ser estocado por muitos anos. A gente não está falando só de centenas de anos, mas de milhares de anos. Como é que se sabe se existe uma estrutura capaz de manter isso seguro e imune à qualquer acidente? Não só a terremotos como o do Japão, mas à mudança na elevação do nível do mar, considerando as mudanças climáticas que ocorrerão ao longo dos anos?"

FONTE: 


Ontem, aqui em Goiânia houve mobilização social, e acredito que tenha sido apenas o começo!

Goianos se mobilizam contra construção de depósito nacional de lixo radioativo


"A notícia de que o governo federal quer construir um depósito nacional de lixo radioativo em Goiás preocupa a população goiana. Com a construção o estado receberia todo lixo radioativo do país, inclusive tudo que é produzido pela usina nuclear de Angra I e II no Rio de Janeiro. O Brasil se prepara para construir Angra III, mas sem depósito para o lixo atômico.

Goiás possui um depósito para lixo radioativo construído em 1987 quando ocorreu o acidente com o Césio 137 em Goiânia. O depósito foi erguido na reserva ambiental do Parque Estadual Telma Ortegal, no município de Abadia de Goiás, 10 km ao sudoeste da Capital. No local estão 14 contêineres enterrados, protegidos por camadas de concreto com espessura de 25 cm. Dentro deles estão 4.100 tambores cheios de materiais contaminados pelo Césio 137.

É bom lembrar que quando ocorreu o acidente em Goiânia surgiu a possibilidade de construção de um depósito na Serra do Cachimbo ao sul do estado do Pará – a população paraense e de outros estados se manifestou contrário, inclusive políticos de várias unidades da federação. Eles têm razão – cada estado tem de cuidar de seu próprio lixo, principalmente, o radioativo.
Os goianos se mobilizam contra a transferência de qualquer material radioativo para território goiano. A primeira manifestação foi realizada neste sábado (21), pelas vítimas do Césio 137. São famílias inteiras que sentem na pele os efeitos físico e social da radiação. Muitos já morreram e outros ainda brigam na justiça para conseguirem pensão dos governos federal e estadual. Os que estão assistidos reclamam da falta de atenção do poder público – houve época em que faltaram até medicamentos.

A radioatividade do Césio 137 tem duração de aproximadamente 300 anos. Goiás é o único estado com depósito para lixo atômico. O desastre radioativo de Goiânia foi o segundo maior do mundo. O depósito de Abadia é monitorado periodicamente pela Comissão Nacional de Energia Nucelar (CNEM). As autoridades brasileiras têm de ter a consciência de que a produção de energia nuclear tem um preço muito alto. Recentemente tivemos um triste exemplo: fukushima no Japão – seria bom que todos investissem em pesquisas para ampliar o leque de produção de energia limpa. O planta agradece, o Brasil agradece e os goianos também."

FONTE:

Eu, não sou contra outras formas de obtenção de energia, e nisso enquadro a nuclear também; no entanto, como coloquei no título desta postagem, acho que 'cada um em seu quadrado', ou 'cada um cuide de seu quintal'!
Entendem, não é mesmo?!
Se você produz um determinado tipo de lixo, é obrigação SUA cuidar de SEU lixo! E não obrigação de SEUS VIZINHOS!!
Bom, por hoje é o que tenho a falar!
Um mol de abraços a todos!
E, por favor, sejam conscientes!

6 anos de QUIMILOKOS!! - Participe do Concurso!

Olá, olá, olá, pessoas!!
Mais um ano está se completando que o QUIMILOKOS está no ar!
E isso é motivo de muuuuuuuita felicidade para mim!
Muita gente conhece a história de como tudo começou por aqui, mas muitos outros são seguidores novos, ou estão acessando pela 1ªvez. Pelo dito e pelo não dito, vou contar mais uma vez:
Fazendo uma retrospectiva do início deste blog, sempre me atenho aos tempos onde o iniciei através do WEBLOGGER, do TERRA, mas estava pesquisando sobre o próprio blog [coisa que costumo fazer de quando em vez para ter uma noção do que se fala sobre ele, rsss!], e acabei revendo uma situação que já havia me esquecido...
Tudo começou através do sistema de blogs da UOL:
QUIMILOKOS NA UOL - o primeiro QUIMILOKOS
Este, felizmente, ainda tem os arquivos guardados pela UOL!
Algum tempo depois, em agosto de 2005, migrei para o WEBLOGGER:
QUIMILOKOS NO WEBLOGGER
Já este, infelizmente, me parece ter sido cancelado meu acesso, pois mesmo tendo cada link específico de cada mês e ano que o mantive no ar por este sistema [e isto está anexado neste novo formato atual, do blogger, lá próximo ao final desta página aqui, onde se diz: ARQUIVO DO QUIMILOKOS ANTIGO], não consigo abrir nenhuma das páginas anexadas...
Já no sistema do google, BLOGGER, migrei para cá em 28 de março de 2008, onde permaneço até agora!
QUIMILOKOS ATUAL.
Então, fazendo um retrospecto geral e verdadeiramente inicial, a primeira postagem do QUIMILOKOS se deu no dia 26 de maio de 2005, ainda no UOL, ou seja, no próximo dia 26 de maio estaremos completando 6 anos de existência na web!
Como todos os anos, neste também faremos as devidas comemorações!
Sò que neste ano de 2011, temos um agravante especial, que tornou mais especial ainda a premiação: estamos no ANO INTERNACIONAL DA QUÍMICA, lembram-se?!
Pois bem, em virtude disso, a pergunta a ser respondida é:
Quem é o[a] homenageado[a] neste Ano Internacional da Química?
Vai aí uma dica, no que diz respeito à premiação:
Fomos agraciados com dois volumes do livro "A Ciência é masculina? É sim senhora!" do ilustre Professor Attico Chassot, que aceitou participar do Concurso Quimiloko deste ano!!
Então, duas pessoas serão sorteadas, dentre as que responderem corretamente à pergunta, e receberam, cada uma, um exemplar do livro "A Ciência é masculina?É sim senhora!" do Professor Chassot!
Mas olha só, não vale apenas participar, é preciso divulgar o concurso, ok?!
Conto com vocês!
Agora, vou deixar um pouquinho sobre o livro, para quem ainda não o conhece:
"Partindo do princípio de que não somos assim por acaso, são analisadas três vertentes que nos constituíram como humanos no mundo ocidental: a grega, a judaica e a cristã. A análise das (des)contribuições destas três raízes nos fizeram uma sociedade machista, na qual a Ciência não faz exceção. Ao se destacar a presença de algumas mulheres cientistas – Hipátia, Marie Curie, Margareth Mead – se traz duas hipóteses para possível superação do machismo na Ciência: uma histórica e outra biológica."
Bom, espero ter deixado um pouquinho de água na boca e despertado a vontade de participarem do concurso este ano!
Mas ATENÇÃO!!!
AS RESPOSTAS DEVEM SER ENCAMINHADAS PARA:
quimilokos_professora@hotmail.com
E o último dia para responder será o último dia de maio, ou seja: 31, terça-feira!
Se forem respondidas apenas aqui no blog, ou no twitter, ou facebook, ou orkut, não serão válidas, certo?!
Um mol de abraços a todos!!
E aguardo as respostas!

Feliz Dia das Mães!

Bom dia pessoas!!
Certa vez fui convidada a escrever para um Jornal de uma comunidade religiosa sobre "ser mãe", e o texto que surgiu já foi publicado aqui no QUIMILOKOS uma vez, e hoje o deixarei novamente a vocês.
O nome que dei foi:
.
Meu Ian ainda bebê
Última semana de gestação da Ellen
Meus tesouros mais preciosos!

"Mãe Universal"

Num belo dia acordei e descobri que estava grávida.
Não tive o privilégio de receber um anjo me anunciando o filho por vir,
Mas posso garantir que carreguei no ventre todo o tempo um pequeno Anjo.
Estrela da manhã num ventre maternal.
Raio de luz a iluminar todos os que rodeiam.
Tão pequeno e tão esperado...
Tão pequeno e tão forte!
Tão pequeno e tão presente!
Tão amado e tão "meu"...
Esperança de vida
Criança...
Humano??!?
E Anjos possuem sangue?!
E Humanos podem ter asas?!?
Hum...Talvez digam: "Depende do ângulo de visão!
Toda mãe ama seu filho..Toda mãe o acha belo.."
Mas será que toda mãe tem o privilégio de trazer no ventre a esperança?!
Quantas mulheres privam de si mesmas esse tipo de alegria...
Quantas privam do direito à vida um ser tão forte, mas ao mesmo tempo tão indefeso e ingênuo...
É triste... É triste ver o egoísmo humano falando mais alto em muita gente...
É podre perceber do que as pessoas são capazes...
Isso dói!
Machuca...
Mas sinto alívio ao não me sentir humana a esse ponto!
Sinto alívio ao sentir cada movimento...cada chute...cada pulo...cada reviravolta...cada batida de asas...e perceber que há mais vida em mim do que eu mesma possa imaginar!
Sim..é belo!
Sim..é perfeito!!
É vida!
E quão maravilhoso deva ter sido os sentimentos de Maria Santíssima, ainda tão jovem e já mãe.
Ainda tão nova e guardiã primordial do Amor Divino!
Uma sociedade que aguardava por um guerreiro
Uma doce e terna figura materna que ansiava por um bebê.
Uma sociedade que esperava um homem forte!
Uma singela “menina”, menina-mulher,
A figura mais pura que uma Mãe possa ser representada.
Ou talvez a mais difícil de ser copiada.
Tão humilde e não menos batalhadora!
Sim, sim, doce e terna como disse, mas não menos forte e determinada!
Existe melhor figura a ser representada como Mãe-Exemplo?!
Ah!Sim!! Talvez as mães de hoje!
Aquelas não menos fortes e batalhadoras!
Aquelas que mesmo sem querer seguem o exemplo de Maria!
Aquelas que saem todos os dias para trabalhar fora
Que cuidam dos filhos em casa, que os leva para a escola,
Aquelas que mais que esposas também são parte mães de seus próprios maridos.
Batalhadoras, sofredoras!
E tão doces...ainda que o dia tenha sido duro e pesado!
Falo como mãe, mas falo muito mais como filha!
Pois ainda percebo o quanto estou engatinhando junto com meu filho nessa
Arte de ser mãe.
Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe!
E aos poucos, na vida corrida que levamos atualmente, vamos encaixando os horários
Vamos adaptando a vida
 
Mas o mais importante não nos falta:
AMOR!
Aí sim descobrimos o que é doar!
Doar por inteiro, sem pedir nada em troca.
É incrível como se entende verdadeiramente o que é amar quando se é mãe!

T.H.A.I.Z.A. M.O.N.T.I.N.E
.
Um Feliz Dia a todas as Mães e Futuras Mães!
Um Dia mais que abençoado à minha querida e amada mãezinha!^^!
Um ótimo e abençoado domingo a todos!
Encontro de gerações! Te amooooo mãe!
 Um mol de abraços a todos[as]!!!

"Química de Lewis" - paródia

Bom dia meus[as] queridos[as]!
Logo cedo, quando abri minha caixa de e-mails, lá estava essa sugestão, enviada ao grupo Professores de Química [que eu participo], do google, pelo Professor Flávio Paiva: conhecem Luan Santana?! Claro né! Rssss! Bom, não é exatamente meu gosto musical [não mesmo!],mas quando se trata de tentar facilitar o processo ensino-aprendizagem, ou mesmo de estreitar os laços entre professor e sala de aula, vale tudo, não é?!
Pois é!
Segue então uma paródia da música "Química do Amor", do Luan Santana, intitulada aqui "Química de Lewis",  falando das teorias ácido-base de Arrhenius, Bronsted-Lowry e de Lewis.
A qualidade da gravação não é de um estúdio profissional, mas ficou divertida!




Para os que se interessaram e quiserem a letra, está aí:

QUÍMICA DE LEWIS

Arrhenius postulou uma teoria pra explicar
O que acontece numa reação ácido-base
Ácido é quem doa H+
E base é a espécie que libera OH-
Em meio aquoso são os ácidos e as bases
Para Arrhenius era assim

Em seguida, apareceu uma nova teoria
Bronsted e Lowry, os cientistas
Que ampliaram a teoria
Ácido-base, e o que ela dizia?
Ácidos são as espécies doadoras de um próton
E as que recebem o H+ seriam as bases
O culto ao próton era o que
Lewis queria combater

Vambora, não demora
Eu quero ter um par de elétrons ô ô
É o que diz a teoria á á
Ácidos de Lewis são estruturas que recebem um par de elétrons
Eu quero dar um par de elétrons ô ô
É o que diz a teoria á á
Para Lewis, as bases são espécies que doam elétrons...

Bom, espero que gostem ou que, ao menos, seja útil à alguém!
Um mol de abraços a todos!!
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