Quimilokos de Plantão!

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QUESTIONÁRIO

O Guia do Mochileiro das Galáxias
Interestelar
O Universo além do Big Bang
As aventuras de Peabody e Sherman
Química Orgânica - Física


1 - No início do primeiro livro da série, “O guia do mochileiro das galáxias”, Arthur Dent descobre que a Terra está prestes a ser destruída, mas consegue escapar por pouco. Onde o personagem trabalhava antes de deixar seu planeta natal para sempre?

2 - O primeiro livro conta que a Terra foi destruída em uma quinta feira pelos Vogons, uma raça de criaturas mal-humoradas, burocráticas, intrometidas e insensíveis. Afinal, porque eles tiveram que demolir o planeta? 

3 - Segundo o Guia, um mochileiro interestelar deve sempre carregar certo objeto, que pode ter inúmeras utilidades, inclusive nas batalhas corpo-a-corpo. Que objeto é este? Cite, pelo menos 3 utilizações diferentes apresentadas no Guia.

4 - O peixe-babel é uma criatura incrível que, quando introduzido no ouvido de alguém, lhe permite compreender tudo o que for falado em qualquer outra língua. Atualmente, já existem equipamentos sofisticados, semelhantes a fones de ouvido, que possuem a mesma função do peixe-babel (http://super.abril.com.br/tecnologia/este-fone-de-ouvido-faz-traducao-simultanea/). Do que esse animal, citado no livro, se alimenta?

5 - A nave Coração de Ouro é um dos principais veículos apresentados na história. Ela foi construída no planeta Damogran e roubada por Zaphod Beeblebrox, que era o presidente da galáxia. A nave se move graças a um sistema inovador. Que sistema é esse? Descreva seu funcionamento. Em seguida faça uma comparação às “viagens” através de buracos negros e de buracos de minhocas (Dica: “velocidade de dobra”).

6 - Entre os vários lugares visitados por Arthur Dent universo afora está o planeta Magrathea. O que havia de tão importante e significativo lá?

7 – De acordo com o livro, um supercomputador nos informou de que a resposta para a Grande Questão da Vida, o Universo e Tudo Mais é 42 (só falta saber qual é a pergunta). Qual era o nome desta máquina? De que maneira ela funcionava?

8 – O Guia do Mochileiro possui um verbete para falar sobre “o melhor drink do universo” - aquele que provoca um efeito semelhante a ter o crânio esmagado por uma fatia de limão envolvida em uma barra de ouro de bom tamanho. Que bebida é essa? Identifique no Guia, trechos que falem acerca da substância álcool.

9 – “O zerézimo de segundo durante o qual o buraco existiu teve as mais improváveis repercussões no passado e no futuro. Num passado remotíssimo, ele causou perturbações profundas num pequeno grupo aleatório de átomos que cruzavam o espaço vazio e estéril, fazendo com que se agrupassem das maneiras mais extraordinárias. Estes agrupamentos rapidamente aprenderam a se reproduzir (era essa uma das características mais extraordinárias deles) e acabaram causando perturbações muito sérias em todos os planetas onde foram parar. Foi assim que começou a vida no Universo.” (Douglas Adams).
Faça uma pesquisa e encontre pelo menos duas Teorias de Origem do Universo diferentes. Em seguida, dê a definição de cada uma delas. Por fim, faça uma analogia ao que é proposto/citado no Guia do Mochileiro das Galáxias.
 
10 – No decorrer das aulas falamos a respeito de algumas Teorias e Mitos. Qual a diferença entre uma “Teoria Cosmológica de Origem do Universo” e um “Mito Cósmico de Criação”? Na questão anterior você pesquisou sobre algumas Teorias, agora, encontre pelo menos três Mitos de Criação diferentes, e reconte-os. Ao final da recontagem, ilustre (seja por imagem colada ou desenhada).

11 – A definição de vida é motivo de muitos debates. Segundo a Química e a Física, o início da vida na Terra deu-se com:
a) o big bang, que deu origem ao universo e consequentemente à vida.
b) o aumento dos níveis de O2 atmosférico, que permitiu a proliferação dos seres aeróbios.
c) o surgimento dos coacervados, os quais, em soluções aquosas, são capazes de criar uma membrana, isolando a matéria orgânica do meio externo.
d) o surgimento de uma bicamada fosfolipídica, que envolveu moléculas com capacidade de autoduplicação e metabolismo.
e) o resfriamento da atmosfera, que propiciou uma condição favorável para a origem de moléculas precursoras de vida.

12 – Em relação ao documentário apresentado em sala de aula, “O Universo além do Big Bang”, por que o pesquisador Michio Kaku diz que o nome BIG BANG seria inadequado para descrever a teoria que recebe esse nome?

13 – Três questionamentos, no mínimo, ainda não são respondidos pela Teoria do Big Bang. Aponte-os.

14 – Foram apresentadas em sala também algumas teorias sobre Buracos Negros e Buracos de Minhocas, juntamente com a proposta de assistir aos filmes: “Interestelar” (exibido na escola) e “As aventuras de Peabody e Sherman” (proposto para casa), filmes estes que apontam algumas destas teorias. Elenque as teorias citadas em ambos os filmes e, em seguida, dê a definição de cada uma.

15 – No decorrer da história de “Interestelar”, é apresentado outro sistema solar com planetas ditos ‘promissores’ à vida, para que as pessoas do planeta Terra possam ser realocadas. O planeta com os melhores dados apresentados foi o do Dr. Man. Apesar de terem sido forjados por ele, os dados indicavam uma atmosfera daquele planeta muito semelhante à do nosso. Cite, pelo menos, 3 componentes apresentados, e o motivo de sua importância à vida.

16 – Um conceito interessante que surge a partir dos estudos sobre o filme Interestelar é o de “espaguetificação”. Determine este conceito e, em seguida, dê uma explicação química para o que acontece com um determinado corpo ao entrar em um Buraco Negro (Dica: Nerdologia).

17 – O estudo das estrelas, do universo e toda sua origem e constituição nos auxilia no estudo das partículas. Faça uma breve pesquisa e encontre pelo menos outras 4 partículas que constituem um determinado átomo, que não sejam: prótons, elétrons e nem nêutrons. Conceitue e exemplifique cada partícula escolhida (Dica: “George e o segredo do Universo”).

18 – Cite pelo menos 3 pesquisadores (filósofo, alquimista, físico, químico, astrofísico...) apresentados durante este período de estudo, fazendo uma breve biografia de cada um.
19 – Qual a relação entre estudar/observar a origem do universo e também de nosso planeta e da vida em si, com a Química, especificamente a Química Orgânica?

20 – Antes de ser denominada “Química do Carbono”, a química orgânica era classificada como a “Química dos seres vivos”. Baseados em que teoria foi atribuída essa denominação?

 











“O espaço é grande. Grande, mesmo.
Não dá pra acreditar o quanto ele é desmesuradamente
inconcebivelmente estonteantemente grande.”
(Douglas Adams)

Caro aluno de 3º ano do CPMG - AYRTON SENNA: O Questionário deverá estar COLADO  e RESPONDIDO em seu caderno!!
O caderno será recolhido IMPRETERIVELMENTE no dia 08 de março e 2017.



Introdução à Química Orgânica - Turmas de 2017

A expressão “química orgânica” tem origem no século XVIII, quando se acreditava que os compostos de carbono só poderiam ser obtidos de organismos vivos [Teoria da Força Vital]. A primeira separação da Química em Inorgânica e Orgânica ocorreu por volta de 1777. Essa separação foi proposta pelo químico alemão Torbern Olof Bergman (1735-1784), que definiu:

· Química Inorgânica é a parte da Química que estuda os compostos extraídos dos minerais.
· Química Orgânica é a parte da Química que estuda os compostos extraídos de organismos vivos.

Com base nessa definição, Jöns Jacob Berzelius (1779-1848) formulou a Teoria da Força Vital, ou Vitalismo, segundo o qual os compostos orgânicos necessitavam de uma força maior, a vida, para serem sintetizados.
            Em 1828, um aluno de Berzelius, Friedrich Wöhler (1800-1882), derrubou essa Teoria, sintetizando em laboratório a uréia, CO(NH2)2 , um composto orgânico integrante do suor e da urina dos animais, pelo simples aquecimento de um composto inorgânico extraído de minerais, o cianato de amônio , NH4OCN.
     Δ
NH4OCN → O = C(NH2 )2

Abandonada a Teoria da Força Vital, a denominação deixou de ter sentido, porém foi mantida por tradição.
A Química Orgânica está intimamente ligada à vida na Terra. Se os compostos de carbono fossem removidos do corpo humano, não restaria mais do que água e alguns resíduos de minerais. O mesmo aconteceria com qualquer organismo vivo.
Carboidratos, gorduras, proteínas, vitaminas, hormônios, enzimas e muitos remédios são compostos orgânicos. Da mesma maneira, plásticos, perfumes, aromatizantes, sabões, detergentes, borracha e outra infinidade de matérias contêm compostos orgânicos. Percebeu-se então que a definição de Bergman para a Química Orgânica não era adequada. Devido à presença constante do carbono nos compostos orgânicos conhecidos na época, como a uréia, o ácido tartárico, a glicerina, o ácido cítrico e o ácido lático, dentre outros, o químico alemão Friedrich August Kekulé (1829-1896) propôs em 1858 a definição aceita atualmente:

Química Orgânica é a parte da Química que estuda praticamente todos os compostos do elemento carbono.

Desse modo, a Química Inorgânica é a parte da Química que estuda os compostos dos demais elementos e alguns poucos compostos do elemento carbono, que são denominados compostos de transição. Esse pequeno grupo de compostos, chamados de transição, possui o carbono, mas tem propriedades semelhantes às dos compostos inorgânicos. Dentre eles podemos citar o gás carbônico, o monóxido de carbono, o cianeto de hidrogênio e o isocianato de hidrogênio.

            Com a síntese da uréia, Wöhler deu início a um grande campo de pesquisa, o das sínteses orgânicas. Hoje são conhecidos por volta de 7 milhões de compostos orgânicos contra 200 mil inorgânicos.
  • Comparecendo com apenas 0,08% em massa do planeta e aproximadamente 12% nos seres vivos, o que torna o carbono um elemento químico tão especial?
  • Se os compostos de carbono podem ser sintetizados em laboratório, por que estudá-los separadamente dos compostos inorgânicos?
POSTULADOS DE KEKULÈ
A segunda metade do século XIX presenciou o nascimento das primeiras concepções realmente consistentes sobre estruturas químicas. Em 1852, o químico inglês Edward Frankland [1825-1899] publicou um trabalho em que aparecia a expressão valência [do latim valentia = que tem força, poder]. Segundo Frankland, cada átomo teria o poder de ligar-se a um número fixo de outros átomos, ou seja, a uma certa valência. O hidrogênio, por exemplo, teria valência 1, e o oxigênio, valência 2. Isso permitia prever que a fórmula da água poderia ser H – O – H , ou seja H2O. 
Oito anos mais tarde, em 1860, o químico italiano Stanislao Cannizzaro [1826-1910] mostrou que substâncias diferentes poderiam ter a mesma proporção de átomos, ou seja, a mesma fórmula mínima. Assim, tanto o etileno como o ciclohexano, poderiam apresentar a fórmula CH2. Foi a partir dessa observação que nasceu a diferença entre a fórmula mínima (CH2) e a fórmula molecular: C2H4 (etileno) e C6H12 (ciclohexano).
Mas qual seria a geometria das moléculas, ou seja, como poderiam ser construídas as fórmulas estruturais espaciais?
            Entre 1858 e 1861, praticamente na mesma época dos trabalhos de Cannizzaro, vários cientistas elaboravam outras teorias sobre estruturas moleculares. Foi assim que o químico inglês Archibald Couper [1831-1892] sugeriu que cada valência do átomo fosse indicada por um traço, dando origem à fórmula estrutural plana, também conhecida no meio científico como fórmula de Couper. Na mesma época, mas de maneira independente, surgiram trabalhos semelhantes, como o do químico alemão August Kekulé.

            Para explicar a razoável quantidade de compostos orgânicos já conhecidos, alguns com fórmulas moleculares semelhantes, Kekulé propôs hipóteses extraordinárias:
  •  O carbono teria quatro valências.
  •  Os átomos de carbono poderiam formar cadeias.
  •  Os átomos de carbono poderiam unir-se entre si, utilizando uma ou mais valências. [Surgia assim o conceito de ligação simples, dupla e tripla].
# A estrutura tetraédrica do Carbono

Apesar de as propostas de Couper e Kekulé serem de grande importância, eram apenas fórmulas planas, em duas dimensões. Colocou-se, então, a seguinte questão: essas fórmulas corresponderiam às geometrias reais das moléculas? Ou seja, de que maneira os átomos estariam efetivamente dispostos no espaço?
As primeiras respostas surgiram 15 anos depois, com os trabalhos independentes do químico holandês Jacobus H. Van’t Hoff [1852-1911] e do químico francês Joseph Achille Le Bel [18471930].

            Em 1874, esses jovens cientistas propuseram um conjunto de hipóteses, de elevada criatividade e profunda importância para o futuro da Química Orgânica.
Veja:
·         As quatro valências do carbono estariam dirigidas para os vértices de um tetraedro.
·         As quatro valências seriam espacialmente equivalentes.
·         As ligações simples, dupla e tripla seriam correspondentes a diferentes formas de união entre dois
tetraedros. 

Cientistas descobrem molécula de carbono com 6 ligações
Nas aulas de química aprendemos que carbono só pode formar quatro ligações, porque só tem quatro eletrões compartilháveis. No entanto, parece que essa regra já não se aplica.
Um grupo de cientistas confirmou a existência de uma molécula de carbono exótica que pode formar seis ligações – o que significa que a Teoria da tetravalência do Carbono está ultrapassada.
Figura 1-Modelo tradicional da molécula de carbono
Em 1973, investigadores alemães propuseram que poderia ser teoricamente possível criar uma molécula de carbono com seis ligações, usando hexametilbenzeno anel hexagonal plano consiste em seis átomos de carbono (cinzentos), que se ligam a seis “braços” de carbono extra e aos átomos de hidrogênio (brancos).
Os átomos de carbono formam uma ligação com três outros átomos de carbono, ou uma ligação com um carbono, e três átomos de hidrogênio.
Numa ligação típica, são compartilhados dois elétrons – um de cada átomo. Os eletrões restantes que não são compartilhados permanecem no meio do anel para reforçar as ligações existentes.
Figura 2-Molécula de hexametilbenzeno
Jynto / Wikimedia

No passado, os cientistas alemães questionaram o que aconteceria se a molécula de hexametilbenzeno perdesse dois elétrons.
Os especialistas propuseram que isso forçaria a molécula a formar uma versão muito menos estável, positivamente carregada, de si mesma, que basicamente colapsaria numa espécie de pirâmide.
Como o composto só é estável quando criado em ácido extremamente potente, ninguém tinha verificado a forma da molécula, até agora.
Uma equipe de cientistas liderada pelo químico Moritz Malischewski, da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, decidiu tentar sintetizar uma molécula de hexametilbenzeno para confirmar a sua estrutura.
Assim que o composto cristalizou, a equipa usou raios-X para criar um modelo 3D, e descobriu que dois elétrons tinham sido empurrados para fora da estrutura, o que mudou dramaticamente o seu interior.

(dr) Moritz Malischewski, Konrad Seppelt
Figura 3-Pirâmide de carbono de cinco lados
Um átomo de carbono saltou do anel e adquiriu uma nova posição no topo, transformando a forma hexagonal numa pirâmide de carbono de cinco lados. Como resultado, o carbono em cima da pirâmide estava ligado a seis outros átomos de carbono – cinco no anel abaixo, e um acima.
No entanto, o estudo publicado na revista Angewandte Chemie revela que estas seis ligações de carbono não são tão fortes ou estáveis como as quatro ligações da maioria dos compostos.

A confirmação de uma teoria com 40 anos significa que os especialistas têm, agora, a certeza de que a ligação de carbono é muito mais complexa do que pensávamos – e que há a possibilidade de existirem estruturas moleculares ainda mais estranhas.

  
 REFERÊNCIAS:

A tabela periódica que mostra para que serve cada elemento



Criação de desenhista americano Keith Enevoldsen é interativa; "fiz a tabela que eu gostaria de ter quando era criança", diz ele.


A tabela interativa criada por Keith Enevoldsen mostra para que serve cada elemento químico (Foto: Keith Enevoldsen)


Quem nunca teve que estudar, nos tempos de escola, a notória tabela periódica com dezenas de elementos químicos ordenados por seus números atômicos?

Mas afinal, qual é a relação entre aquelas colunas de símbolos e números e o mundo que nos cerca? E indo além dos elementos mais conhecidos, como carbono e cálcio, para que servem outros, como o rutênio ou o rubídio?
As respostas para todas essas perguntas estão numa versão interativa da tabela periódica, que mostra pelo menos uma utilidade para cada elemento. A ideia é do desenhista americano Keith Enevoldsen, de Seattle.
Na tabela interativa, pode-se aprender que o elemento túlio é essencial nas cirurgias a laser, que o estrôncio é usado nos fogos de artifício e o amerício, nos detectores de fumaça.
"Fiz a tabela que eu gostaria de ter quando era criança", disse Enevoldsen à BBC.
Do hidrogênio até...
A tabela periódica tradicional ordena os elementos químicos por número atômico (número de prótons), configuração dos elétrons e propriedades químicas.
Elementos que têm um comportamento químico semelhante ficam na mesma coluna.
A primeira versão da tabela periódica foi criada pelo químico e físico russo Dmitri Mendeleiev em 1869, e foi revolucionária ao prever as propriedades de elementos que ainda não tinham sido descobertos.
O primeiro elemento é o hidrogênio e o último é o de número 118, o ununóctio, que recentemente passou a ser chamado de oganessono, em homenagem ao físico nuclear russo Yuri Oganessian.
A União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac, na sigla em inglês) validou os elementos sintetizados mais recentemente em dezembro do ano passado.
'Para mim e meus filhos'


Mas como o americano Enevoldsen teve a ideia de fazer uma tabela com ilustrações modernas?
Além das ilustrações, a tabela interativa abre janelas detalhando cada elemento (Foto: Keith Enevoldsen)

"Nasci em 1956. Quando era criança, gostava das tabelas periódicas com figuras, mas elas nunca tinham boas imagens de todos os elementos", conta o desenhista.
Ele também foi inspirado por um escritor e bioquímico americano nascido na Rússia: Isaac Asimov, considerado um dos mestres da ficção científica.
"Também li um livro de Isaac Asimov, chamado Building Blocks of the Universe (algo como "Blocos de construção do Universo", em tradução livre), que tinha relatos maravilhosos sobre a história e os usos dos elementos. Gostava de saber, por exemplo, que os químicos que mexiam com telúrio acabavam com mau hálito e boca seca."
Foi assim que Enevoldsen resolveu criar o que sempre sonhara desde os tempos da escola: uma tabela periódica com imagens divertidas e importantes dos elementos químicos listados até o número 98.
"Queria que toda a tabela fosse colorida, com um desenho limpo, que não fosse cheia dos números dos pesos atômicos que, para as crianças, não servem para muita coisa."
O nióbio é usado em trens ultramodernos, como este no Japão
A tabela é interativa, como pede um mundo conectado por computadores. Assim, ao colocar o cursor sobre cada elemento, o quadradinho correspondente aparece ampliado em um quadrado maior na parte superior da tabela.
"Fiz a tabela para mim e meus filhos, e a coloquei na internet para que outras pessoas desfrutassem dela. Muitos estudantes, professores e pais dizem que ficaram encantados."
O trabalho do desenhista pode ser acessado neste site. Ainda não há uma versão em português.
Elementos 'amigos'
"Quero que as crianças saibam que aprender os elementos químicos pode ser divertido", diz Enevoldsen.
As ilustrações coloridas servem para chamar a atenção das crianças, que podem procurar mais informações em cada quadradinho que vai surgindo na tela.
"Espero que, graças a essa tabela, as crianças queiram conhecer os elementos como se estivessem conhecendo um novo amigo", afirma o desenhista americano.
"E quero que as ilustrações e palavras facilitem lembrar das informações."
"Na próxima vez que virem a palavra estrôncio, por exemplo, vão poder dizer: Ahhh, estrôncio é o que usam nos fogos de artifício...

La Suplication - FICA 2016

Olá queridos QUIMILOKOS de plantão!
Hoje venho trazer para vocês o vídeo ganhador do FICA deste ano de 2016! E adivinhem o tema: CHERNOBYL!!
Então já sabem que meu coração está a mil por hora, né?!
Seguem, logo mais, Ficha Técnica, Sinopse, algumas Curiosidades e, por fim, o próprio curta LA SUPLICATION!
Espero que gostem tanto quanto eu!!
Ficha Técnica
NOME ORIGINAL: La Supplication
PAÍS DE ORIGEM: Austria, Luxemburgo, Ucrânia
ANO: 2016
DURAÇÃO: 85 min
GÊNERO: Documentário, História
DIREÇÃO: Pol Cruchten
ROTEIRO: Svetlana Alexievich, Pol Cruchten
FOTOGRAFIA: Jerzy Palacz
MONTAGEM: Dominique Gallieni
MÚSICA: André Mergenthaler
FIGURINO: Tatyana Fedotova, Galina Otenko
ESTÚDIO: Red Lion
PRODUÇÃO: Jeanne Geiben
ELENCO: Dinara Drukarova, Igor Bershadskiy, Mariya Bondarenko, Jean-Philippe Bêche, Éric Caravaca, Andriy Chauk, Marc Citti, Laurence côte, Anais de Courson, Brigitte Faure, Nina Galena, Valeriy Gneushev, léo Grandperret, Evgeniy Gudgartz, Galina Korneeva

Sinopse

Cientistas, professores, jornalistas, casais e crianças falam da catástrofe de Chernobyl. Suas vozes formam uma suplicação, longa e terrível, porém necessária, que cruza fronteiras.

Curiosidades

- Selecionado para o FICA 2016: Festival Internacional de Cinema Ambiental;
- Festival de Minneapolis 2016: premiado como Melhor Documentário.

POKÈMON GO e Ciências

Oi oi ois!
Entrando "na onda" do jogo do momento, POKÈMON GO, resolvi postar um vídeo que me foi enviado no grupo Clube dos Nerds e Otakus, o qual administro no facebook.
Já ouvi de tudo acerca do jogo!! Respeito as opiniões [ o que é diferente de aceitá-las, ok?!], e peço o devido respeito aqui também! A ideia não é falar bem ou mal do jogo em si [e SIM, eu também jogo!!], mas mostrar propostas de aproveitamento do mesmo em sala de aula, afinal, acredito que quanto mais próximos estamos do universo de nossos alunos, mais temos seu interesse em nossas aulas, mesmo que ele não goste da disciplina.
Já vi utilização do jogo por professores de Geografia através da utilização dos mapas. Vi utilização em Matemática, principalmente no Pokèmon de cards. Vi também em Física, devido aos ângulos ao lançar as pokebolas; e quando assisti a esse vídeo, pensei com meus botões: "Taí uma base legal pra utilização nas aulas de Ciências!"
Então, lá vai: "10 Pokèmons da vida real"!
Espero que gostem, e mais, espero que possa ser útil!!
Um mol de abraços a todos!


100 ANOS DA TEORIA DA LIGAÇÃO QUÍMICA DE LEWIS


Vamos comemorar!!!

Gilbert Newton Lewis (1875-1946) graduou-se em química na Universidade de Harvard em 1896. Dois anos depois, defendeu seu mestrado, também em Harvard. Em 1899, obteve seu doutoramento (PhD), ainda em Harvard.
Sua obra mais famosa é “Valência e a estrutura de átomos e moléculas”, publicada em 1923, e que descreve as suas concepções sobre as ligações entre os átomos, desenvolvidas em artigos publicados anteriormente, destacando-se aquele publicado em 1916 no Journal of the American Chemical Society.
A Teoria de Lewis da Ligação Química se baseia no conceito de par de elétrons, e engloba todos os tipos de ligação química, mostrando relações entre substâncias iônicas, covalentes, moleculares e metálicas. Ele é mais abrangente e universal que os conceitos de Arrhenius e Bronsted-Lowry. É daqui que vem a ideia do conceito de ácidos de bases segundo Lewis, que tem especial importância na Química Orgânica, pois esse conceito não se restringe a sistemas aquosos.
Laureado com diversas distinções acadêmicas e científicas, contudo, não foi laureado com o Prêmio Nobel, apesar de ter sido indicado mais de 30 vezes para ele!
Na imagem, Lewis em seu laboratório em Harvard e reações tipicamente descritas segundo os conceitos de ligação de Lewis.

Escolhidos os nomes dos novos elementos da tabela periódica

Eles devem se chamar nihônio, moscóvio, tennessino e oganessono


Os quatro elementos acrescentados à tabela periódica em dezembro de 2015 já têm um provável nome oficial. A União Internacional de Física Pura e Aplicada (Iupap) e a União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac) recomendaram nesta quarta-feira (08/06) que o elemento químico 113 seja chamado de nihônio, o 115 de moscóvio, o 117 de tennessino e o 118 de oganessono.
O nome de um elemento pode se referir a um conceito ou personagem mitológico; a um lugar ou região geográfica; a um mineral ou substância similar; a uma propriedade do próprio elemento químico; ou a um cientista.
Uma comissão internacional de químicos e físicos indicada pelas duas instituições havia analisado as evidências de que esses novos elementos existem e a primazia da descoberta. Agora, seguindo a tradição, a comissão sugere que sejam aceitos os nomes indicados pelos grupos que produziram os novos elementos.
Foi sugerido que seja adotado o nome de nihônio, de símbolo Nh, para o elemento químico de número 113. Nihon é uma das duas formas de dizer “terra do sol nascente” em japonês e homenageia o país em que esse elemento químico foi descoberto em 2004. No Instituto Riken, pesquisadores conseguiram as provas mais robustas de que haviam produzido o agora dito nihônio ao lançar, a velocidades altíssimas, átomos de zinco contra um alvo de bismuto.
Também foi promovendo colisões de dois elementos químicos mais leves – o cálcio e o amerício – que, naquele mesmo ano, pesquisadores da Rússia e dos Estados Unidos obtiveram um elemento químico contendo 115 prótons em seu núcleo. Esse elemento passa a ser conhecido como moscóvio (Mc). É uma referência à capital russa, Moscou, vizinha à cidade de Dubna, onde está instalado o Instituto Conjunto de Pesquisa Nuclear (JINR), local em que foi feita parte dos experimentos.
A comissão internacional decidiu homenagear o estado norte-americano do Tennessee ao atribuir o nome tennessino (Ts) ao elemento de número 117. No Tennessee estão sediados o Laboratório Nacional Oak Ridge e a Universidade Vanderbilt, que já haviam descoberto outros elementos químicos além deste, obtido a partir da colisão de íons de potássio e berquélio.
O elemento químico 118, o oganessono ou Og, homenageia Yuri Oganessian, físico nuclear de origem armênia que coordenou a descoberta de vários novos elementos no JINR em Dubna. Em 2007, os pesquisadores de Dubna, trabalhando em colaboração com equipes dos Estados Unidos, bombardearam com potássio um alvo composto do elemento químico califórnio, produzindo o oganessono.
Oganessian é um dos autores de uma hipótese conhecida como ilha de estabilidade. Segundo essa proposta, elementos pesados contendo determinado número de partículas – prótons, de carga elétrica positiva, e nêutrons, sem carga elétrica – em seu núcleo seriam mais estáveis e existiriam por mais tempo do que outros. Essa é a segunda vez que se atribui o nome de um pesquisador vivo a um elemento químico. Antes do oganessono, a Iupac havia chamado de seabórgio o elemento químico de número 106 por causa de seu descobridor, o químico norte-americano Glenn Seaborg – ele estava vivo na época da nomeação e morreu em 1999.
Espaços preenchidos
Esses quatro elementos reconhecidos no final de 2015 completam os espaços vazios na sétima e última linha da tabela periódica, o quadro que organiza os elementos conhecidos até o momento e os agrupa segundo suas propriedades físicas e químicas (ver Pesquisa FAPESP nº 240). Os elementos 113, 115, 117 e 118 integram o grupo dos superpesados. Seus números correspondem à quantidade de prótons que cada um contém em seu núcleo – esse total é o chamado número atômico, que determina muitas das propriedades dos elementos e distingue um do outro. No caso dos elementos superpesados, esse número é muito maior do que o dos elementos encontrados espontaneamente na natureza. “Esses elementos desintegram-se muito rapidamente e só são obtidos por meio de colisões produzidas em aceleradores de partículas”, conta a física Alinka Lépine-Szily, professora sênior da Universidade de São Paulo (USP) e presidente da comissão de física nuclear da Iupap. Para identificar os novos elementos, é preciso detectar as partículas que eles emitem no momento da desintegração.

Os nomes propostos pela Iupap e pela Iupac ainda não são definitivos. Pelos próximos cinco meses eles ficarão disponíveis para consulta e contestação pública. “Acho muito difícil que sejam alterados”, diz Alinka. “Por tradição, os nomes são sugeridos pelos grupos que fizeram a descoberta e passam por uma extensa averiguação para verificar se não coincidem com o de compostos já conhecidos.”

Lista de Orgânica para estudar!

Boa tarde a todos!
Logo abaixo segue, escaneada uma lista que foi deixada para os 3ºs anos do CPMG - AS estudarem para a prova da semana que vem!
Divirtam-se, pessoas!
E, não se esqueçam que esta lista deve ficar anexada [e respondida, óbvio!] em seu caderno de sala de aula!
Um mol de abraços a todos vocês!!




PROJETO GELOTECA


Educar é um processo longo, que envolve várias etapas.
Pra mim, não existe coisa mais linda, sensação mais fantástica do que ver e vivenciar meus alunos em processo de construção de seu conhecimento! 
Hoje, inicia-se a concretização de mais um Projeto: a GELOTECA! 
Nas fotos ao longo desta postagem, vocês verão alunos do 3* ano de 2015 do CPMG-AYRTON SENNA desmontando uma geladeira desativada e lavando-a, preparando-a para que essa concretização pudesse se tornar realidade para este ano de 2016!
A GELOTECA é uma mini biblioteca móvel, com o objetivo de ampliar o hábito da leitura de TODOS da nossa Unidade Escolar!
Todos sabem que sou professora de Química, e não de língua portuguesa...mas o que parece que nem todos sabem, é que a educação é um processo que não se constrói de maneira isolada!!
A Química é inteiramente dependente de uma boa leitura e interpretação! Assim como também depende da matemática! Portanto, não é papel apenas do professor de língua portuguesa o incentivo à leitura! É uma função de qualquer cidadão! ! E nós, professores, mais ainda! !
Como sempre digo aos alunos: não existe livro bom ou livro ruim. Existem gostos diferentes por diferentes tipos de aventuras! Leia sempre! Se não tiver um livro à mão, leia bula de remédio, leia outdoor, cartazes espalhados pela cidade...mas LEIA SEMPRE! !
Encerro deixando o pedido de doação de livros à quem quiser/puder contribuir com nosso Projeto! Não precisa ser aluno deste ano! Não precisa ser aluno desta Unidade! Basta querer ajudar!
Um mol de abraços a todos!!!







Material para auxílio aos estudos!