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NOBEL 2010

Bom dia pessoas!
Bem, não foi dessa vez que fui classificada no TOP BLOG...sniff..sniff..
Mas valeu pela força dos que votaram no QUIMILOKOS por lá!
Meu muito obrigada a todos que prestigiaram meu blog e que tiraram um tempinho pra votar nele no site do Top Blog 2010.
No ano passado havia ficado entre os 100 primeiros, dessa vez não deu...mas tudo bem!
=]
.
Bom, hoje quero falar um pouco sobre o Prêmio Nobel, especificamente o de Química, claro!
hehehe!
Você conhece os ganhadores deste ano?!
E dos anos anteriores?!?Você os conhece?!
Vou deixar a vocês então, uma "listinha básica" dos ganhadores do NOBEL desde 1901, e qual[is] foram seus feitios! [lembrando que a ordem é decrescente, ok?!]
Então lá vai:

Prémios Nobel da Química

2010 - Richard Heck (EUA), Ei-ichi Negishi e Akira Suzuki (Japão), pelas suas investigações na área da síntese orgânica, em concreto no que respeita a novas formas, mais eficientes, de ligações entre átomos de carbono, permitindo a construção de moléculas complexas, úteis no desenvolvimento de novos medicamentos, assim como na criação de materiais como o plásticos e isolantes.

2009 - Venkatraman Ramakrishnan e Thomas Steitzs (EUA) e Ada Yonath (Israel) pelos estudos da estrutura e função dos ribossomas.
Os ribossomas traduzem a informação do ADN para produzirem proteínas, sendo portanto cruciais para a vida. Os três investigadores mostraram como é um ribossoma e como funciona ao nível atómico. Os três usaram a cristalografia por raio X para mapearem a posição para cada um dos centenas de milhares de átomos que compõem o ribossoma.
Dentro de cada célula de todos os organismos há moléculas de ADN que contêm informação sobre como vão ser e funcionar os seres humanos, as plantas ou as bactérias. Mas essas moléculas só por si não valem nada. A informação nelas contida precisa de ser transcrita e traduzida para ser transformada em algo real. É essa a tarefa dos ribossomas. A partir das moléculas de ADN, eles sintetizam proteínas: hemoglobina, anticorpos, hormonas, colagénio ou enzimas. Há dezenas de milhares de proteínas no corpo com diferentes formas e funções. São elas que constroem a vida a um nível químico.
A compreensão do funcionamento dos ribossomas tem-se revelado cada vez mais importante, já que muitos dos antibióticos usados hoje em dia actuam através do bloqueio da actividade dos ribossomas bacterianos. Sem ribossomas funcionais, a bactéria não consegue sobreviver.
Os três laureados mostraram através de modelos tridimensionais de que forma diferentes antibióticos se ligam ao ribossoma. Estes modelos são usados para desenvolver novos antibióticos.


2008 - Osamu Shimomura (EUA), Martin Chalfie (EUA) e Roger Y. Tsien (EUA), pela descoberta e desenvolvimento da proteína verde fluorescente. “A proteína verde fluorescente, ou GFP (na sigla em Inglês), foi observada primeiramente na medusa Aequorea Victoria, em 1962. Desde essa altura, a proteína tornou-se uma das mais importantes ferramentas usadas na biociência contemporânea”.


2007 - Gerhard Ertl (Alemão), pelos estudos sobre reacções químicas nas superfícies sólidas, com aplicações industriais desde a produção de fertilizantes à compreensão dos processos de ferrugem. «Esta ciência é importante para a indústria química e pode ajudar-nos a compreender os diversos processos de funcionamento da ferrugem e dos catalisadores das viaturas».
«As reacções químicas sobre as superfícies catalíticas jogam um papel vital em numerosas operações industriais, como a produção dos fertilizantes».

2006 - Roger Kornberg (EUA), por ter descrito como as células copiam a informação dos genes para ser usada no funcionamento do organismo. A maior contribuição de Roger Kornberg nesta área foi a criação de imagens cristalográficas que representam o processo de transcrição em acção em organismos eucarióticos, constituídos por células com núcleos bem definidos.
"O aspecto verdadeiramente revolucionário da imagem criada por Kornberg é que captura o fluxo integral do processo de transcrição".
Compreender como funciona a transcrição tem uma importância médica fundamental, uma vez que distúrbios neste processo estão envolvidos em muitas doenças, incluindo cancro, a doença cardíaca e vários tipos de inflamação.


2005 - Yves Chauvin (Francês), Robert H. Grubbs (EUA) e Richard R. Schrock (EUA), pelos seus contributos para o "desenvolvimento do método de metátese na síntese orgânica", o que contribui para a redução dos resíduos perigosos na composição de novos químicos. Este processo é usado "diariamente na indústria química, sobretudo no desenvolvimento de fármacos e de materiais plásticos".


2004 - Aaron Ciechanover e Avram Hershko (Israel) e Irwin Rose (EUA), pela sua investigação do processo de degradação das proteínas celulares, nomeadamente pela degradação proteica mediada pela ubiquitina. Com esta investigação é agora possível compreender a nível molecular como é que a célula controla numerosos processos centrais através da destruição de umas proteínas e não de outras.


2003 - Peter Agre (EUA) e Roderick MacKinnon (EUA), pelos seus estudos sobre os canais das membranas celulares. Os estudos sobre os canais moleculares permitem entender a química da célula. Estas descobertas permitiram perceber como é que os rins recuperam água da urina e como é que os impulsos eléctricos nas nossas células nervosas são gerados e propagados. Permitem entender grande parte das doenças, como por exemplo as doenças de rins, coração, músculos e sistema nervoso.


2002 - John B. Fenn (EUA), Koichi Tanaka (Japão), e Kurt Wüthrich (Suíça), pela sua contribuição para o desenvolvimento da espectrometria de massa e ressonância magnética nuclear, métodos que permitem identificar e analisar macromoléculas biológicas, como as proteínas. Os trabalhos premiados permitiram desenvolver métodos analíticos que facilitam a compreensão das macromoléculas e a interacção destas, ou seja, basicamente aquilo que determina as funções das células do corpo humano e também revolucionaram o desenvolvimento de medicamentos e são promissores em outras áreas como, por exemplo, o controlo alimentar e o diagnóstico precoce de alguns tipos de cancro.


2001 - William Knowles (E.U.A), Barry Sharpless (E.U.A), Ryoji Noyori (Japão), pela investigações na área da síntese catalítica assimétrica.


2000 - Alan J. Heeger (E.U.A), Alan G. MacDiarmid (E.U.A), Hideki Shirakawa (Japão), pela descoberta e desenvolvimento dos polímeros condutores.


1999 - Ahmed H. Zewail (Egipto/E.U.A), pelos estudos sobre os estados de transição nas reacções químicas, usando a espectroscopia do fentossegundo.


1998 - Walter Kohn (Áustria), pelo desenvolvimento da teoria da densidade-funcional e John A. Pople, (Grã-Bretanha), pelo desenvolvimento de métodos computacionais em química quântica.


1997 - Paul D. Boyer (EUA), John E. Walker (Grã-Bretanha), pelo esclarecimento do mecanismo enzimático, sublinhando a síntese do trifosfato de adenosina e Jens C. Skou (Dinamarca), pela descoberta de um ião transportador de enzimas.


1996 - Robert F. Curl Jr. (E.U.A), Sir Harold W. Kroto (Grã-Bretanha), Richard E. Smalley (E.U.A), pela descoberta dos fulerenos.


1995 - Paul J. Crutzen (Holanda), Mario J. Molina (E.U.A), F. Sherwood Rowland (E.U.A), pelos trabalhos desenvolvidos no campo da química da atmosfera, em particular, relacionados com a formação e decomposição do ozono.


1994 - George A. Olah (E.U.A), pelos estudos efectuados sobre química dos carbocatiões.


1993 - Kary B. Mullis (E.U.A), pela descoberta do método de reacção em cadeia dos polímeros, Michael Smith (Canadá), pela contribuição para o estabelecimento da base dos oligonucleótidos e seu desenvolvimento para o estudo das proteínas.


1992 - Rudolph A. Marcus (E.U.A), pela contribuição para a teoria das reacções de transferência de electrões nos sistemas químicos.

1991 - Richard R. Ernst (Suíça), pelo desenvolvimento da metodologia da expectroscopia de alta resolução nuclear magnética ressonante.


1990 - Elias James Corey (E.U.A), pelo desenvolvimento da teoria e metodologia da síntese orgânica.


1989 - Sidney Altman (E.U.A), Thomas R. Cech (E.U.A), pela descoberta das propriedades catalíticas do ARN.


1988 - Johann Deisenhofer (Alemanha), Robert Hubert (Alemanha), Hartmut Michel (Alemanha), pela determinação da estrutura tridimensional essencial para a fotossíntese.


1987 - Donald J. Cram (E.U.A), Jean-Marie Lehn (França), Charles J. Pedersen (E.U.A), pelo estudo dos mecanismos de reconhecimento molecular fundamentais para a catálise enzimática, regulação e transporte.

1986 - Dudley R. Herschbach (E.U.A), Yuan T. Lee (E.U.A), John C. Polanyi (Canadá), pelos estudos sobre dinâmica dos processos químicos elementares.


1985 - Herbert A. Hauptman (E.U.A), Jerome Karle (E.U.A), pelo desenvolvimento de métodos de determinação da estrutura dos cristais.


1984 - Robert Bruce Merrifield (E.U.A), pelo desenvolvimento da síntese química numa matriz sólida.

1983 - Henry Taube (E.U.A), pelos estudos efectuados sobre as reacções de transferência de electrões, em especial, nos complexos de metais.


1982 - Aaron Klug (Grã-Bretanha), pelo desenvolvimento de técnicas de microscopia electrónica cristalográfica e compreensão da estrutura de complexos de proteínas e de ácidos nucleicos.


1981 - Kenichi Fukui (Japão), Roald Hoffmann (EUA), pelas teorias, desenvolvidas separadamente, relativas à evolução das reacções químicas.


1980 - Paul Berg (E.U.A), pelos estudos no campo dos ácidos nucleicos, em particular na recombinação do AND e Walter Gilbert (E.U.A), Frederick Sanger (Grã-Bretanha), pela contribuição para a determinação da sequência das bases do ADN.


1979 - Herbert C. Brown (E.U.A), Georg Wittig (Alemanha), pelo desenvolvimento do uso de compostos de fósforo e do boro como reagentes importantes na síntese orgânica.


1978 - Peter D. Mitchell (Grã-Bretanha), pela formulação da teoria quimiosmótica.


1977 - Ilya Prigogine (Bélgica), pelo aperfeiçoamento da teoria satisfatória da termodinâmica de não equilíbrio.


1976 - William N. Lipscomb (E.U.A), pelos estudos que permitiram explicar a estrutura e a ligação química nos boranos.


1975 - John Warcup Cornforth (Grã-Bretanha), Vladimir Prelog (Suíça), pelos trabalhos sobre a estereoquímica das reacções orgânicas catalisadas por enzimas.


1974 - Paul J. Flory (E.U.A), pelos trabalhos desenvolvidos no campo da química das macromoléculas.


1973 - Ernst Otto Fischer (Alemanha), Geoffrey Wilkinson (Grã-Bretanha), pelos trabalhos, desenvolvidos separadamente, no âmbito da química organometálica.


1972 - Christian B. Anfinsen (E.U.A), Stanford Moore (E.U.A), William H. Stein (E.U.A), pelos estudos efectuados sobre a sequência de aminoácidos na ribonuclease que permitiram a compreensão da relação entre a estrutura da molécula e a actividade catalítica do centro activo.


1971 - Gerhard Herzberg (Canadá), pelo estudo da estrutura electrónica e da geometria das moléculas.


1970 - Luis F. Leloir (Argentina), pela descoberta do nucleótido do açúcar e da sua função na biosíntese dos hidratos de carbono.

1969 - Derek H. R. Barton (Grã-Bretanha), Odd Hassel (Noruega), pelo desenvolvimento do conceito de conformação e sua aplicação em Química.


1968 - Lars Onsager (E.U.A), pelas descobertas das relações recíprocas de Onsager, fundamentais para a termodinâmica dos processos irreversíveis.


1967 - Manfred Eigen (Alemanha), Ronald George Wreyford Norrish (Grã-Bretanha), George Porter (Grã-Bretanha), pelo estudo das reacções químicas extremamente rápidas provocadas por alterações de equilíbrio.


1966 - Robert S. Mulliken (E.U.A), pelos trabalhos efectuados na área das ligações químicas e da estrutura electrónica das moléculas, através da teoria das orbitais moleculares.


1965 - Robert Burns Woodward (E.U.A), pela contribuição dada no campo da síntese orgânica.


1964 - DorothyCrowfoot Hodgkin (Grã-Bretanha), pela determinação da estrutura de substâncias bioquímicas, recorrendo a técnicas de raio X.


1963 - Karl Ziegler (Alemanha), Giulio Natta (Itália), pelos trabalhos desenvolvidos no campo da polimerização.


1962 - Max Ferdinand Perutz (Grã-Bretanha), John Cowdery Kendrew (Grã-Bretanha), pela contribuição dada para o estudo da estrutura das proteínas globulares.


1961 - Melvin Calvin (E.U.A), pelos estudos efectuados sobre a assimilação do dióxido de carbono pelas plantas.


1960 - Willard Frank Libby (E.U.A), pelo desenvolvimento do método de datação pelo carbono-14.


1959 - Jaroslav Heyrovsky (Checoslováquia), pela descoberta e desenvolvimento do método polarográfico de análise química.


1958 - Frederick Sanger (Grã-Bretanha), pelos trabalhos sobre a estrutura das proteínas, em particular da insulina.


1957 - Lord Alexander R. Todd (Grã-Bretanha), pelos trabalhos desenvolvidos no campo dos nucleótidos.


1956 - Sir Cyril Norman Hinshelwood (Grã-Bretanha), Nikolay Nikolaevich Semenov (URSS), pelas pesquisas no mecanismo das reacções químicas.


1955 - Vincent du Vigneaud (E.U.A), pela primeira síntese de uma hormona polipeptídica.


1954 - Linus Carl Pauling (E.U.A), pelos trabalhos desenvolvidos sobre a natureza das ligações químicas.


1953 - Hermann Staudinger (Alemanha), pelas descobertas no campo da química macromolecular.


1952 - Archer John Porter Martin (Grã-Bretanha), Richard Laurence Millington Synge (Grã-Bretanha), pela invenção da cromatografia de partição.


1951 - Edwin Mattison McMillan (E.U.A), Glenn Theodore Seaborg (E.U.A), pela produção de plutónio e de outros elementos transuranianos.


1950 - Otto Paul Hermann Diels (Alemanha), Kurt Alder (Alemanha), pela descoberta e estudo da síntese dos dienos.


1949 - William Francis Giauque (E.U.A), pelos trabalhos desenvolvidos no campo da termodinâmica química.


1948 - Arne Wilhelm Kaurin Tiselius (Suécia), pelos trabalhos efectuados em electroforese e análise de adsorção.


1947 - Sir Robert Robinson (Grã-Bretanha), pelos estudos efectuados sobre alcalóides.


1946 - James Batcheller Sumner (E.U.A), pela descoberta da cristalização das enzimas, John Howard Northrop (E.U.A), Wendell Meredith Stanley (E.U.A), pela preparação de enzimas e do vírus das proteínas numa forma pura.


1945 - Artturi Ilmari Virtanen (Finlândia), pelos trabalhos desenvolvidos na área da química dos alimentos e, em especial, pelo seu método de conservação dos alimentos.


1944 - Otto Hahn (Alemanha), pela descoberta da fissão nuclear.


1943 - George de Hevesy (Hungria), pelos trabalhos desenvolvidos sobre a utilização dos isótopos como reveladores das propriedades químicas das substâncias.


1942 - Não foi atribuído


1941 - Não foi atribuído


1940 - Não foi atribuído


1939 - Adolf Friedrich Johann Butenandt (Alemanha), pelos estudos desenvolvidos no domínio das hormonas sexuais e Leopold Ruzicka (Suíça), pelos trabalhos desenvolvidos no campo dos polimetilenos e terpenos de elevada massa molecular.


1938 - Richard Kuhn (Alemanha), pelas pesquisas no domínio das vitaminas e dos carotenóides.


1937 - Walter Norman Haworth (Grã-Bretanha) pelas pesquisas nas áreas dos hidratos de carbono e da vitamina C e Paul Karrer (Suíça), pelo estudo da constituição dos carotenóides, flavinas e vitaminas A e B.


1936 - Petrus (Peter) Josephus Wilhelmus Debye (Holanda), pelo estudo dos momentos dipolares que contribuiu para o conhecimento da estrutura molecular e da difracção de raios X e de electrões nas moléculas dos gases.


1935 - Frédéric Joliot (França), Irène Joliot-Curie (França), pela síntese de novos elementos radioactivos.


1934 - Harold Clayton Urey (E.U.A.), pela descoberta do deutério.


1933 - Não foi atribuído


1932 - Irving Langmuir (E.U.A.), pelos estudos desenvolvidos no campo da química das superfícies.


1931 - Carl Bosch (Alemanha), Friedrich Bergius (Alemanha), pela descoberta e desenvolvimento dos métodos químicos de alta pressão.


1930 - Hans Fischer (Alemanha), pela síntese da hemina e trabalho sobre a estrutura da clorofila.


1929 - Arthur Harden (Grã-Bretanha) e Hans Karl August Simon von Euler-Chelpin (Suécia), pelo estudo da fermentação do açúcar e das enzimas fermentativas.


1928 - Adolf Otto Reinhold Windaus (Alemanha), pelo estudo da constituição dos esteróides e da sua relação com as vitaminas.


1927 - Heinrich Otto Wieland (Alemanha), pelo estudo dos ácidos biliares e substâncias relacionadas.


1926 - The (Theodor) Svedberg (Suécia), pelos trabalhos desenvolvidos sobre os sistemas dispersos.


1925 - Richard Adolf Zsigmondy (Alemanha), pelos trabalhos desenvolvidos no âmbito da química dos colóides.


1924 - Não foi atribuído


1923 - Fritz Pregl (Áustria), pela descoberta do método de microanálise de substâncias orgânicas.


1922 - Francis William Aston (Grã-Bretanha), pela descoberta de um grande número de isótopos em elementos não radioactivos, através da espectrometria de massa.


1921 - Frederick Soddy (Grã-Bretanha), pelo estudo da química das substâncias radioactivas e da origem e natureza dos isótopos.


1920 - Walther Hermann Nernst (Alemanha), pelo estudo das trocas de calor, nas reacções químicas (termoquímicas) e pela formulação da terceira lei da Termodinâmica.


1919 - Não foi atribuído


1918 - Fritz Haber (Alemanha), pelo processo de Haber, processo de síntese do amoníaco a partir do azoto e do hidrogénio, sob pressão e usando ferro como catalisador. Este processo pode ser usado para a produção de fertilizantes ou de explosivos.


1917 - Não foi atribuído


1916 - Não foi atribuído


1915 - Richard Martin Willstätter (Alemanha), pela descoberta dos pigmentos das plantas, especialmente a clorofila.


1914 - Theodore William Richards (E.U.A), pela determinação dos pesos atómicos de 60 elementos.


1913 - Alfred Werner (Suíça), pelos trabalhos desenvolvidos sobre a ligação dos átomos nas moléculas.


1912 - Paul Sabatier (França), pela descoberta do método de hidrogenação de compostos orgânicos e Victor Grignard (França), pela descoberta dos designados reagentes de Grignard (compostos organo-metálicos de magnésio, muito úteis na síntese orgânica).


1911 - Marie Curie (França), pela descoberta dos elementos rádio e polónio bem como pelo isolamento do rádio.


1910 - Otto Wallach (Alemanha), pelo trabalho pioneiro no campo dos compostos alicíclicos.


1909 - Wilhelm Ostwald (Alemanha), pelo estudo da velocidade das reacções químicas, assim como dos catalisadores e das condições do equilíbrio químico.


1908 - Ernest Rutherford (Grã-Bertanha), pelos trabalhos desenvolvidos no âmbito da desintegração dos átomos pela radiação a e pelas investigações no domínio das substâncias radioactivas.


1907 - Eduard Buchner (Alemanha), pelas pesquisas na área da Bioquímica e a descoberta da fermentação por extractos celulares.


1906 - Henri Moissan (França), pela investigação e isolamento do flúor.


1905 - Johann Friedrich Wilhelm Adolf von Baeyer (Alemanha), pelos trabalhos desenvolvidos na Química Orgânica, em especial com compostos aromáticos e corantes orgânicos.


1904 - Sir William Ramsay (Grã-Bretanha), pela descoberta dos elementos dos gases inertes, hélio, néon, xénon e crípton e pela localização destes elementos na Tabela Periódica.


1903 - Svante August Arrhenius (Suécia), pela sua teoria da dissociação electrolítica.


1902 - Hermann Emil Fischer (Alemanha), pelos trabalhos de pesquisa desenvolvidos nas áreas dos açúcares e das purinas.


1901 - Jacobus Henricus van't Hoff (Holanda), pela descoberta das leis da dinâmica química e da pressão osmótica nas soluções.



FONTE: 
http://www.malhatlantica.pt/fisicaequimica/nobel_quimica.htm

 Bom, por hora é só, meus[as]queridos[as]!!
=]
Uma ótima sexta-feira, já com gostinho de feriado prolongado!
hehehe!
Um mol de beijos!

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Obrigada pela visita e pelo comentário!
Quimiloko honorário volta sempre!!
hehehe!