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Sobre Álcool Gel Caseiro



Olá amigos(as)!

Em face da atual circunstância em que estamos vivendo, e da decorrente falta de álcool gel no mercado (e aqui em Goiânia, até de sua matéria prima, pois já fui atrás para produzir e não tem nem previsão de chegada..) muita gente tem me questionado sobre a eficiência das fórmulas de álcool gel caseiros que têm surgido pelas redes sociais afora.
Encontrei essa publicação do @nuncavi1cientista e achei bastante didática, por isso optei por compartilhá-la! Afinal de contas, de notícias falsas e desespero, já estou farta!
Qualquer dúvida, podem deixar nos comentários ou via direct, estarei à disposição.
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ALGUMAS OBSERVAÇÕES:
1 - Ao contrário do pessoal do grupo @nuncavi1cientista eu testei as fórmulas..especialmente a com gel de cabelo (pq a de gelatina já está fadada ao erro desde sua formulação, então nem perdi meu tempo)..troquei o teor do álcool..até álcool de posto eu testei e, sinceramente: ÁGUA E SABÃO SÃO GARANTIA DE MELHOR EFICIÊNCIA E MENOS RISCO!
2 - Se a porcentagem do álcool enqto produto final não for os 70%, não há funcionalidade no resultado de sua ação contra microorganismos! A presença de 30% de água, propicia a desnaturação de proteínas e estruturas lipídicas da membrana celular e a consequente destruição do microorganismo!
Não se iluda achando que se aumentar a porcentagem a eficiência será maior, muito pelo contrário, terá menos água, o que fará com que ele evapore mais rápido, diminuindo o tempo de contato com os microorganismos, sendo portanto menos eficaz, ou mesmo ineficaz!
- A utilização do álcool na forma de gel ou de espuma, é para evitar o ressecamento da pele portanto, álcool 70% sem estar gelificado também terá efeito sobre os microorganismos, no entanto, só em situações REALMENTE necessárias!! O ideal mesmo é água e sabão como parceiros!!
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Perdão pela postagem gigante...
Mas já estava começando a ficar "entalada" com isso!
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Se cuidem!
E...por favor...fiquem em casa!
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Radioatividade - Para saber mais:


Olá quimilokos de plantão!
Segue, logo mais, alguns links onde você poderá conhecer um pouco mais sobre Radioatividade!
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Fusão Nuclear:

Fissão Nuclear:

Energia Nuclear:

Radioatividade:

O Sol:

Eletricidade e Magnetismo:

Página com vários endereços especializados em Radioatividade:

Experimentos de Radiação em vídeo:

Radioatividade de maneira geral:

Benefícios da Radiação – Raios X:

Benefícios da Radiação – Agricultura:

Acidente Radiológico com o Césio – 137, em Goiânia:

Acidente Radioativo com Urânio, em Chernobyl:

Efeitos Biológicos das Radiações Ionizantes:


Bons Estudos!
Um mol de abraços a todos!
 Professora Thaiza Montine

Radioatividade: Alguns Experimentos

Olá pessoas!
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Navegando pelo site do Ponto Ciência [diga-se de passagem um excelente site!], acabei encontrando alguns experimentos interessantes sobre Radioatividade, que achei pertinente trazer para vocês, uma vez que é uma situação um tanto quanto complicada e delicada a experimentação com material radioativo em Escolas de Nível Médio.
O primeiro deles é: O Experimento de Becquerel. Logo abaixo colocarei o vídeo disponibilizado por eles no youtube.




O segundo é sobre as radiações alfa e beta, denominado: Alfa e Beta: dois tipos de radiação. Segue abaixo, também, o vídeo disponibilizado pelo grupo do site, no youtube.




O próximo vídeo é a segunda parte de uma sequência que mostra sobre o Desvio de Partícula Beta.





Bom, espero que tenham gostado e que lhes possa ser útil para compreender um pouco mais acerca das discussões sobre Radioatividade que fizemos em sala de aula!
E, para os que se interessarem, deixo logo mais o site do grupo, onde você pode encontrar atualmente, cerca de 500 experimentos diferentes!
Vale a pena dar uma olhadinha!!
Um mol de abraços a todos!

Processos de Separação de Sistemas (antigas Misturas)


Separação magnética (misturas heterogêneas)
Trata-se de um método de separação específico das misturas com um componente ferromagnético como o cobalto, o níquel e, principalmente, o ferro. Estes materiais são extraídos pelos ímanes, fenômeno que se pode aplicar para reter as suas partículas ou para desviar a sua queda.
Separação por sublimação (misturas heterogêneas)
A sublimação é a passagem direta de sólido a gás que sofrem algumas substâncias como o iodo, em determinadas condições de pressão e temperatura. A sublimação pode-se aplicar às soluções sólidas e às misturas, sempre uma das substâncias possa sofrer este fenômeno. Basta aquecer a mistura ou solução à temperatura adequada e recolher os vapores que, quando arrefecem, se vêem submetidos a uma sublimação regressiva, ou seja, passam diretamente de gás a sólido.
Separação por solução e filtragem (misturas heterogêneas)
Para separar uma mistura sólida, pode recorrer-se a um solvente seletivo e, portanto, à separação por solução. Às vezes é possível encontrar um bom solvente para um dos componentes da mistura que, no entanto, não dissolve o outro ou os outros componentes, obtendo-se uma suspensão.
Filtragem – quando uma suspensão passa através de um papel de filtro, as suas partículas ficam retidas se o diâmetro da malha que forma o papel for suficientemente pequeno.
No caso das partículas sólidas serem muito pequenas pode recorrer-se a um filtro de porcelana porosa. O mais corrente é o filtro de papel, que se dobra em quatro partes, formando-se um cone que se adapta à forma do funil. Existem também filtro de areia, argila e carvão.



Decantação (misturas heterogêneas)
Trata-se da separação de dois líquidos ou de um líquido e de um sólido, aproveitando a sua diferença de densidade. Para separar um líquido de um sólido de maior densidade deixa-se repousar durante certo tempo, para que o sólido se deposite no fundo do recipiente. Se as partículas sólidas forem muito pequenas, esse tempo pode prolongar-se por horas ou até mesmo dias. A partir do momento em que se depositou totalmente, inclina-se o recipiente com cuidado até se verter o líquido sem que o sólido seja arrastado. Para a obtenção de melhores resultados pode também ser utilizada uma vareta de vidro como material auxiliar.
A decantação é muito utilizada para separar líquidos imiscíveis, ou seja, líquidos que não se misturam. Para isso, coloca-se a mistura a ser separada num funil de separação (ou funil de decantação ou funil de bromo). Quando a superfície de separação das camadas líquidas estiver bem nítida, abre-se a torneira e deixa-se escoar o líquido da camada inferior, conforme o desenho:
Decantação em funil


Permite a separação de líquidos imiscíveis (que não se misturam homogeneamente).

Centrifugação (misturas heterogêneas)
Quando numa mistura de sólidos e líquidos, os sólidos possuem uma dimensão muito pequena, não são úteis nem a filtragem nem a decantação. O pequeno tamanho das partículas sólidas provoca uma obstrução dos poros do filtro, tornando a filtragem muito lenta mesmo que se produza vácuo por meio de uma bomba no interior do recipiente, para acelerar a filtragem. Por outro lado, a pequena dimensão das partículas faz com que sejam retidas pelo líquido, de modo que podem demorar muito tempo a depositar-se no fundo do recipiente, tornando ineficaz a decantação. Neste caso, introduz-se a mistura em tubos de ensaio que, colocados numa centrifugadora, giram em posição quase horizontal a grande velocidade, aumentando assim a rapidez com que se deposita o sólido compactado no fundo do tubo. Verte-se o líquido que sobrenada e fica completa a separação.
Centrifugação manual – Existem centrifugadoras industriais de grande valia e eficácia que giram a mais de 20.000 rotações por minuto mas, nos laboratórios continuam a utilizar-se pequenas centrifugadoras que, pelo seu baixo preço e fácil manejo, servem para trabalhos simples que não necessitam de altas velocidades nem de muitos minutos de centrifugação.

Dessecação (misturas heterogêneas)
Produz-se aquecendo a amostra diretamente à chama, com um aquecedor eléctrico ou numa estufa adequada, com o fim de evaporar o líquido volátil que empapa ou dissolve o sólido. Este permanece no recipiente. A dessecação termina quando se pesa o recipiente com pequenos intervalos de tempo e o seu peso não se altera.
Cristalização (misturas homogêneas)
Quando se deseja separar um componente sólido de uma solução líquido-sólido, pode deixar-se evaporar o líquido até que a solução fique saturada. A partir desse momento, o sólido ir-se-á separando em cristais. Pode-se acelerar este processo aumentando a temperatura e o contacto com o ar. Os cristais úmidos podem ser secados com um papel de filtro ou numa estufa, ou por filtragem ou decantação, quando a quantidade de líquido for muito grande.
Destilação (misturas homogêneas)
A destilação é eficaz na separação de dois ou mais líquidos solúveis entre si. Cada líquido possui uma temperatura de ebulição própria. Os líquidos podem ser separados por meio de um destilador. Ferve-se uma solução formada por líquidos num destilador, sendo a primeira fracção de líquido que se recolhe a que corresponde ao líquido mais volátil, dado que foi o primeiro a entrar em ebulição. Pode utilizar-se eficazmente sempre que os líquidos misturados ou dissolvidos não possuam temperaturas de ebulição muito parecidas. Em caso contrário é preciso utilizar destilações muito mais complexas.
Destilação fraccionada - para a separação dos componentes das misturas homogêneas líquido-líquido, recorre-se muitas vezes  à destilação fraccionada. Ao aquecer a mistura num balão de destilação, os líquidos destilam-se na ordem crescente de seus pontos de ebulição e podem ser separados. O petróleo é separado em suas fracções por destilação fraccionada, tal como mostra na figura:
Flutuação ou Flotação (misturas heterogêneas)
Aplica-se a uma mistura com um líquido de densidade intermediária em relação às dos componentes. O componente menos denso que o líquido flutuará, separando-se assim do componente mais denso, que se depositará. O líquido utilizado não deve, contudo, dissolver os componentes. Também é denominado por sedimentação fraccionada.

Cromatografia
Se a mistura a separar nos seus componentes for colorida, este processo permite separar os vários pigmentos, obtendo-se cromatogramas. Para a realização deste processo de separação será imprescindível a utilização de papel absorvente, assim como de um goblé com álcool etílico.


Separando misturas heterogêneas entre os sólidos
Catação
Antes de cozinhar o arroz, feijão, lentilha ou ervilha, a dona-de-casa ou o cozinheiro costuma “escolher” esses alimentos, separando pedrinhas e outros resíduos que possam estar misturados a outros grãos.
Assim esses elementos podem ser separados uns dos outros manualmente.
O processo de separação manual dos diferentes componentes (ou fases) que compõem uma mistura chama-se catação.

Levigação
Quando uma mistura se forma por substâncias sólidas de densidades diferentes, pode-se utilizar uma corrente de água para separá-las.
É o caso do ouro, que normalmente é encontrado junto a uma porção de terra ou areia.
Para separar essas substâncias, tritura-se a mistura dentro de um recipiente próprio e passa-se uma corrente de água por ela. A parte menos densa (a areia ou a terra) é carregada pela água, enquanto mais densa (o ouro) fica depositada no fundo.
Esse processo de separar os elementos mais densos dos menos densos utilizando água corrente é a levigação.

Tamisação
Ao preparar um bolo, as quituteiras costumam peneirar a farinha e o fermento. Desse modo separa-se a farinha boa da que está empelotada. A parte mais fina (a farinha boa) passa pelas malhas da peneira. Os carocinhos ficam retidos na peneira.
Nos laboratórios usam-se peneiras muito finas chamadas tamises. Por isso, o processo de separar misturas por meio de peneiras chama-se tamisação.


Ventilação
Você conhece a máquina de beneficiar arroz? Ela separa a casca do grão como se esti-vesse soprando. A casca de arroz é menos densa que o resto do grão e é levada junto com a cor-rente de ar.
Ventilação é o método de separação de substâncias sólidas de densidades muito diferen-te, por meio de uma corrente de ar.


Dissolução fracionária
Como separar o sal de uma porção de arreia do mar?
Nesse caso, trata-se de dois sólidos. Se adicionarmos água a essa mistura, a água irá se evaporar, ficando apenas o sal no estado sólido separado da areia.


Separando misturas heterogêneas entre sólidos e líquidos
Filtração
Pelo próprio nome, você já pode imaginar como se efetua o processo de filtração: através de um filtro, que retém a parte sólida e deixa passar a parte líquida.
Existem vários tipos de filtros: de algodão, de papel, de porcelana, etc.


Sifonagem ou Sifonação
Depois de uma decantação, se não for possível entornar o recipiente para despejar o lí-quido, podemos retirá-lo com um sifão. O sifão é um cano com um formato especial, normal-mente feito de plástico ou vidro, empregado para escoar água de um recipiente a outro.
É importante notar que o recipiente original (A) deve estar em nível superior a outro (B). E também que sifão deve estar cheio de água para se iniciar a operação, pois é necessário que se forme um fluxo contínuo de água de A até B.
Pode-se então proceder do seguinte modo: mergulhar uma das extremidades do tubo no líquido do recipiente A, colocar a boca na outra extremidade e aspirar, puxando o líquido, fazendo com que ele comece a escorrer de A para B.
O sifão serve também para separar líquidos que não se misturam, como a água e o óleo.


Separando misturas homogêneas:
Evaporação
Já vimos esse processo rapidamente na parte relativa à dissolução fracionária. É um processo usado para separar um sólido de um liquido (como a água, por exemplo). Submete-se a mistura ao aquecimento e, com o aumento da temperatura, a água se evapora e o sólido perma-nece no recipiente.
A evaporação também pode ocorrer quando a mistura é exposta ao ar, pois a parte líquida se evapora sob temperatura ambiente; o que sobra é a parte sólida. Esse tipo de fracionamento é feito nas salinas, locais onde se retira o sal da água do mar.


Fusão fracionária
Como podemos separar uma mistura de sólidos? Ferro, chumbo e estanho, por exemplo.
Sabendo qual é o ponto de fusão de cada uma das substâncias sólidas, fica relativamente fácil separá-las.
O estanho funde-se a 231 ºC; o chumbo, a 327 ºC; o ferro, a 1.536 ºC. Podemos derreter (fundir) primeiro o estanho, depois o chumbo e por último, o ferro. Cada elemento, ao derreter-se, é separado dos demais.

Solidificação fracionária
Você percebeu como é importante conhecer as propriedades físicas de uma substância? O ponto de ebulição e o de fusão são importantes para separar substâncias. O ponto de solidificação também é útil para separar os componentes de uma mistura.
A solidificação fracionada pode, por exemplo, ser usada para separar a parafina dos outros resíduos do petróleo. Nesse caso, a mistura é resfriada até o ponto de solidificação da para-fina. Assim, endurecida, a parafina é retirada da mistura.





FONTES:


Documentário THC "O Universo além do Big Bang"

Oi oi ois pessoas!
Esse é um Documentário apaixonante!!
Como sei que passar em aula nunca é suficiente, pois as dúvidas sempre aumentam, então segue logo mais:
 "O Universo além do Big Bang"



Divirtam-se!!

Estados Físicos e Estados de Agregação Molecular

     Uma substância pode ser encontrada no estado físico líquido, sólido ou gasoso. Estes diferentes aspectos são chamados de fases de agregação e dependem da temperatura e pressão. 
     Para cada substância, existe uma faixa de temperatura e pressão na qual ela mantém suas características como espécie, mudando apenas de fase de agregação. 
     Por exemplo, a substância água: à temperatura inferior ou igual à 0°C, submetida à pressão de 1atm, ela se encontra na fase sólida; entre 0°C e 100°C, submetida à mesma pressão, ela se encontra na fase líquida e a 100°C também submetida à mesma pressão, ela passará para a forma de vapor de água, ou seja, fase gasosa.

Fase gasosa

Nesta fase, as partículas da substância estão com maior energia cinética. Elas ficam muito distantes umas das outras. Movem-se com muita velocidade e colidem entre si.
Um gás qualquer colocado dentro de uma garrafa de 1 litro adquire a forma da garrafa e seu volume será de 1 litro. Podemos dizer que uma substância na fase gasosa possui forma e volume variáveis.
Por que os gases são compressíveis? Sabendo que os gases (ao contrário dos líquidos e sólidos) não têm volume fixo, com um aumento de pressão podemos comprimi-los, ou reduzir o seu volume. Os gases são compressíveis porque há muito espaço entre as partículas que os compõem.

Fase líquida

Na fase líquida, as partículas estão um pouco mais unidas em relação às partículas da fase gasosa, mas não totalmente unidas. Não há nenhum arranjo definido. 
A energia cinética é intermediária entre a fase gasosa e a fase sólida. As partículas nos líquidos "deslizam" umas sobre as outras e se movem. Isto é o que proporciona a fluidez no líquido. Todos os líquidos podem fluir, e alguns mais que os outros. A água, por exemplo, flui com mais facilidade que o mel. 
Então, dizemos que a água tem baixa viscosidade e que o mel tem alta viscosidade. Os líquidos com baixa viscosidade oferecem menor resistência para fluir.

Fase sólida

Na fase sólida, as partículas que formam a substância possuem a menor energia cinética; elas permanecem praticamente imóveis, unidas por forças de atração mútuas e dispostas, em geral, de acordo com um arranjo geométrico definido.
No caso das moléculas de água, esse arranjo é em forma de anéis, no qual sempre há um átomo de hidrogênio entre dois de oxigênio. O arranjo das moléculas de água, na fase sólida, é o responsável pelo aumento do seu volume. Então, ao se congelar a água se expande, formando o gelo, que é menos denso que a água na fase líquida.
Um bloco de mármore, sobre uma mesa, muda de forma e volume com o passar do tempo? Podemos concluir que uma substância sólida possui forma e volume próprios.

Mudanças de fases

No nosso dia a dia, observamos que o gelo se derrete sob a ação do calor, transformando-se em água. 
A água ferve sob calor mais intenso, transformando-se em vapor d'água. A água, neste caso, apresenta três estados: sólido, líquido e gasoso. São também chamado de estados físicos ou estado de agregação da matéria. 
Quando se transformam de um estado para o outro, chamamos de mudança de estados físicos. Cada transformação recebe um nome.

Fusão – mudança do estado sólido para o líquido.

Vaporização – mudança do estado líquido para o gasoso.

Liquefação ou Condensação – mudança do estado gasoso para o líquido.

Solidificação – mudança do estado líquido para o sólido.

Sublimação – mudança do estado sólido para o gasoso e vice-versa.
A fusão obedece a algumas leis:

  • uma determinada substância funde-se sempre na mesma temperatura, em determinada pressão. Essa temperatura é o ponto de fusão (PF). A água se funde a 0ºC e o ferro a 1500°C.
  • durante a fusão, a temperatura permanece constante, ou seja, não é alterada.
  • durante a fusão, as substâncias aumentam de volume, exceto a água, ferro e a prata.
A temperatura em que uma substância começa a se solidificar é a mesma que ela começa a se fundir. O ponto de solidificação é o mesmo que o ponto de fusão.

A mudança da fase líquida para gasosa é dada de três maneiras. A evaporação é um processo mais lento que ocorre sem temperatura e pressão determinada. A ebulição é um processo rápido e depende de cada substância que possui a sua temperatura e pressão já determinada. É caracterizada pelo aparecimento de grande quantidade de bolhas. 

A ebulição obedece à algumas leis:

  • as substância entram em ebulição sempre na mesma temperatura.
  • durante a ebulição, a temperatura segue inalterada.
Usamos o termo liquefação para indicar o aumento de pressão, transformando o sólido em gás.

A sublimação é um processo desencadeado a partir de uma temperatura e pressão determinadas e não passa pela fase líquida.
FONTE: https://www.soq.com.br/conteudos/ef/substancias/p1.php

"Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa" - Um pouco sobre as Vozes Femininas

Oi oi ois Quimilokos de plantão! Essa foi uma semana de muitas atividades relacionadas ao lançamento do filme "Aves de Rapina". Estive presente em várias gravações com o pessoal do Shopping Cidade Jardim, para divulgação. Como também estive presente com a galera do Shopping Cerrado, participando de uma Mesa Redonda, juntamente com minha filha Ellenzinha, minha amiga Helena Pires, e duas psicólogas Márcia Gaioso e Beth Fernandes, mediadas pela Karla Rady, para discutirmos junto ao público sobre as vozes femininas dentro da nossa sociedade, fazendo uma associação de contexto com a emancipação da Arlequina, nossa personagem principal neste filme.

 Foi um debate que fluiu intenso e com grande participação de todos que estiverem ali presentes no Shopping, aguardando a estréia do filme.

A oportunidade de ouvir mulheres, de diferentes gerações, diferentes faixas etárias, diferentes núcleos de trabalho/estudo/profissão, oportunizando também a voz de uma criança, acerca de sua liberdade de expressão, liberdade de vivência, seu empoderamento dentro da sociedade, seja na escola, em sua família, em seu local de trabalho, no universo cosplay, ou mesmo nas mídias, e dentro de casa, é uma forma de dar voz literalmente às aves de rapina de nossa sociedade! É uma forma de equiparar indivíduos! É uma forma de dar voz aos seres humanos, de uma forma geral! Não somos feministas, não queremos ocupar o espaço de ninguém, queremos apenas igualdade em todos os ambientes, perpassando por todas as gerações! É incrível, como a expectativa de um filme, pode despertar tantas coisas em nosso âmago!
Um mol de abraços a todos!!



GRAFENO: Ficção Científica ou Realidade?!

Ao falarmos sobre propriedades da matéria, sejam elas gerais ou específicas, um material que vem despertando a curiosidade e o interesse de muitos pesquisadores brasileiros, é o GRAFENO.
Logo abaixo, seguem alguns vídeos sobre esse material fabuloso, que mais parece coisa de ficção científica!
Aliááááás, por falar em ficção científica, se você ainda não teve oportunidade de assistir a uma série denominada: "The Expanse", então ASSISTA!
Nela você verá infinitas possibilidades de usos e aplicações do grafeno!
Você poderá encontra-la em:
The Expanse - Original Netflix
Divirta-se!! "Ao infinito e além"!!
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Este primeiro, é um videozinho muito bacana, sobre a transformação do grafite em diamante:


Este outro vídeo é uma reportagem do Jornal da Band, de 2017:



Os dois próximos vídeos são do canal SP Pesquisa, dividido em dois blocos!!
Valem muito a pena ser assistidos!






Espero que tenham gostado!!
Um mol de abraços!

Propriedades Gerais e Específicas da Matéria

Olá olá Quimilokos de plantão!
Vamos à complementação do que trabalhamos em aula essa semana:
 Propriedades Gerais e Específicas da matéria.
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Propriedades gerais da matéria
São propriedades comuns a todo tipo de matéria. Suas medidas ajudam na identificação do tipo de matéria, mas não são, por si sós, suficientes para essa análise. As propriedades gerais da matéria mais importantes estão listadas a seguir.
  • Massa: grandeza física que corresponde à quantidade absoluta de matéria que compõe aquele material. Todos os corpos possuem massa.
  • Extensão: corresponde ao espaço ocupado, ao volume ou à dimensão de um corpo.
  • Impenetrabilidade: é a impossibilidade de dois corpos ocuparem, simultaneamente, o mesmo lugar no espaço.
  • Divisibilidade: todos os corpos podem ser divididos em porções menores sem se alterarem a sua constituição e, por isso, todos os corpos são divisíveis (incluindo o átomo).
  • Compressibilidade: os corpos têm a propriedade de poder reduzir o seu volume sob a ação de uma força externa.
  • Elasticidade: os corpos têm a propriedade de voltar à sua forma inicial, no momento de dissipação de todas as forças que lhe foram aplicadas. Além disso, é possível exercer uma força capaz de estender seu tamanho.
  • Descontinuidade: toda matéria é descontínua, por mais compacta que pareça. Existem espaços entre uma molécula e outra, e esses espaços podem ser maiores ou menores, tornando a matéria mais ou menos dura.
  • Inércia: a matéria conserva seu estado de repouso ou de movimento uniforme, a menos que uma força resultante não nula aja sobre ela. No jogo de sinuca, por exemplo, a bola só entra em movimento quando impulsionada pelo jogador e demora algum tempo até parar de novo.
As propriedades massa e volume(extensão) dependem da quantidade de amostra no sistema e são denominadas propriedades extensivas.
 Propriedades específicas da matéria
São propriedades que servem para identificar uma substância. São particulares e exclusivas de cada material. Elas não dependem da quantidade de substância, mas, de sua natureza. A seguir, são apresentadas as principais propriedades específicas da matéria.
Propriedades físicas
Temperatura de fusão (TF): É a temperatura em que uma amostra passa do estado sólido para o estado líquido. Nessa temperatura, a substância encontra-se parte no estado sólido e parte no estado líquido.
Temperatura de ebulição (TE): É a temperatura em que uma amostra sofre ebulição, fazendo a transição do estado líquido para o gasoso. Dessa forma, uma mesma estrutura, à mesma pressão, apresentará um mesmo valor de temperatura, para passar novamente para a fase líquida. Nessa temperatura, a substância encontra-se parte no estado líquido e parte no estado gasoso.
Chamando de TA a temperatura ambiente, obtemos:
TA < TF < TE estado sólido
TF < TA < TE estado líquido
TF < TE < TA estado gasoso
Densidade (d): É a relação entre a massa do material e o volume que ele ocupa. Representa a quantidade de massa que ocupa uma determinada unidade de volume, em dadas temperatura e pressão. A unidade apresentada pelo sistema internacional de medidas (SI) é quilogramas por metro cúbico (kg/m3), porém, em química, utilizamos também kg/L e g/mL.
d = m/v
As propriedades TF, TE e densidade não dependem da quantidade de amostra analisada e são denominadas propriedades intensivas.
 Propriedades organolépticas
Sabor, aroma e textura estão relacionados à capacidade sensorial de identificação de substâncias por meio dos cinco órgãos dos sentidos (olfato, visão, tato, audição e paladar), como o gosto identificado pela boca, o cheiro aferido pelo nariz etc.
Propriedades químicas (reações químicas)
Caracterizam, individualmente, uma substância por meio da alteração da sua composição (fenômeno químico).

Você pode encontrar mais em: Propriedades Gerais e Específicas da Matéria
 Agora, para complementar, fiquem com um vídeoaula sobre essas propriedades!
Dica: sempre pesquise mais sobre os assuntos trabalhados e discutidos em aula, ok?!
Um mol de abraços a todos!!


Inquisição e Bruxaria - continuação texto "Um Breve História da Química"


INQUISIÇÃO E BRUXARIA

“A época do Renascimento foi uma das épocas menos dotadas de espírito crítico que o mundo conheceu. Trata-se da época da mais profunda e grotesca superstição, da época em que a crença na magia e na feitiçaria se expandiu de modo prodigioso, infinitamente mais que na Idade Média.”                                                                                                                          Koyrè


           A Inquisição tinha como função primordial inquirir ou investigar toda e qualquer opinião ou doutrina contrária ao ensinamento oficial da Igreja, e nasceu da necessidade de combater os hereges, que se multiplicavam na Europa ocidental a partir do século XIII. Inicialmente confinada a tribunais ordinários, a Inquisição tornou-se, em 1231, por delegação papal, especialidade dos dominicanos, que tinham independência quase total na repressão das heresias.
                        A bruxaria e a demonologia apareceram, paradoxalmente, no mesmo momento em que a Revolução Científica transformava a maneira de a humanidade pensar, migrando de uma concepção geocêntrica para a heliocêntrica, deixando também, com isso, de ser antropocêntrica.
                        Na Europa, no período que vai de 1550 a 1650, há uma verdadeira “epidemia de bruxaria”, justamente quando explode a Ciência Moderna. Assim como o Cristianismo não venceu o Paganismo, e muito dele incorporou, a Ciência não derrotou a magia.
                        Para lutar contra o mau da bruxaria tanto a Igreja Católica quanto a protestante organizaram uma verdadeira cruzada de “caça as bruxas”.
                        Era uma época em que a crença nos maleficium, danos provocados por meios ocultos, eram fatos corriqueiros. Os supostos atos de malefício despertavam a raiva do povo. Naqueles dias, nem a Igreja nem as autoridades seculares perdiam tempo perseguindo bruxas. Embora muitos malefícios violassem a lei civil ou eclesiástica, havia bem poucos processos por tais ofensas antes do século XIV. Na verdade circulavam rumores de que os próprios clérigos estivessem envolvidos com a feitiçaria, ou ao menos com as práticas ocultas mais elevadas, conhecidas como rituais mágicos; e já que os clérigos figuravam entre os poucos com capacidade para ler os antigos livros de magia, tais suspeitas eram compreensíveis.
                        A atitude dos europeus em relação à bruxaria começava a mudar e haveria um tempo em que qualquer bispo católico, no lugar de deter-se para salvar suspeitos de bruxaria, provavelmente estaria enviando centenas deles para a morte. A partir do século XIV, o continente testemunharia um frenesi de ódio e uma homicida caça as bruxas que ceifaria a vida de milhares de inocentes durante aproximadamente trezentos anos. Alastrando-se como fogo, a fúria se desencadearia primeiramente num lugar, depois em outro, até incendiar a vida civilizada – França, Itália, Alemanha, Países Baixos, Espanha, Inglaterra, Escócia, Áustria, Noruega, Finlândia e Suécia, e, por breve período, saltaria o Atlântico, inflamando até o Novo Mundo.
                        Quando a caça as bruxas invadia uma cidade, seus horrores marcavam quase todos os aspectos da vida do lugar. Ninguém estaria a salvo! Em inúmeros tribunais civis e nas temidas cortes da Inquisição, a acusação era sinônimo de condenação, e a condenação, uma sentença de morte. Flageladas e mutiladas pelos torturadores, a carne dilacerada e os ossos quebrados, as infelizes vítimas confessavam coisas que hoje parecem uma mistura absurda de acusações sérias e tolas. Os que tivessem sorte seriam decapitados ou mortos de maneira relativamente mais humanas antes que seus corpos fossem reduzidos a cinzas em fornos. Mas os mais azarados eram queimados vivos – em fogueiras de madeira verde para que a agonia se prolongasse – caso cometessem transgressões que despertassem irritação ainda maior, como, por exemplo, renegar a própria confissão.
                        Quando a carnificina atingiu o auge nos domínios germânicos, em meados de 1600, povoados inteiros eram dizimados de uma só vez.
                        A Igreja foi a principal responsável pelas mudanças nas atitudes das pessoas e na política oficial que resultaram na grande caçada as bruxas. Depois da queda do Império Romano, a Igreja era a única instituição com força suficiente para manter algum tipo de ordem e universalidade cultural na Europa ocidental. Mesmo quando o poder de Roma declinou, missionários cristãos, como são Patrocínio e são Bento viajaram pelo império e além de seus limites, propagando o Evangelho tanto para os colonizadores como para os assim chamados bárbaros. Os missionários fundaram monastérios nos quais dedicados estudiosos podiam se retirar da turbulência mundana para manter acesa a frágil chama do conhecimento. Na própria Roma, o papado realmente se fortaleceu na medida em que se esvanecia a autoridade secular. Assim quando os germanos conquistadores marcharam sob o arco imperial Trajano, muitos de seus líderes já haviam se convertido ao Cristianismo.
                        Com o passar do tempo, a influência da Igreja tornou-se mais abrangente. No entanto, muitos dos que se declaravam cristãos no norte da Europa ainda se mantinham fiéis a certas crenças pagãs de seus antepassados. Até as práticas mais comuns, tais como: usar amuletos, ler horóscopos e dizer encantamentos para curar enfermos, deviam ser execradas como aberrações demoníacas. Portanto, parecia natural que os indesejáveis curandeiros, videntes e feiticeiros, bem como os alquimistas, fossem condenados como participantes das demoníacas hostes do diabo.
                        Por mais irônico que pareça, durante muitos séculos o que mais atormentou a Igreja não foram às bruxas, mas sim um outro inimigo. Ainda pior que o paganismo, do ponto de vista dos sacerdotes, era a heresia – variações na doutrina ou lapsos na crença desautorizados pela Igreja, que podiam originar cismas. Desde o início do cristianismo, diversos tipos de rebeldes eclesiásticos indispunham-se com a hierarquia central, rompendo com ela para formar suas próprias seitas. Esses grupos dissidentes deram início a novas seitas na Turquia e na Armênia e, na tentativa de eliminá-las, a Igreja imputava-lhe um número fantástico de acusações, tais como adorações ao demônio, incesto, infanticídio e canibalismo.
                         Multiplicaram-se as prisões...Todos que reclamassem da perseguição às bruxas não tardavam a incluir-se entre os prisioneiros. Os inquisidores declaravam que apenas as bruxas se opunham às fogueiras e, portanto, todos que as contestassem também seriam queimados.
                        Na medida em que a Igreja católica acelerava sua campanha para libertar o mundo das feiticeiras, seu principal inimigo terreno transformou-se em seu aliado. No século XVI a Reforma protestante consumara aquilo que todas as dissidências anteriores não haviam conseguido: dividir o movimento cristão da Europa ocidental em dois campos antagônicos. Mas Martinho Lutero, cujos ataques contra a corrupção da Igreja haviam provocado a cisão, não discordava das autoridades da Igreja romana com relação à feitiçaria: considerava as bruxas tão perigosas quanto acreditavam os católicos. João Calvino, seu companheiro protestante, também não revelava tolerância maior para com as bruxas: como Lutero, via nelas apenas o perigo. Nas outras partes da Europa, a perseguição às bruxas continuava a se inflamar, alastrando-se por todos os lugares. Em 1579, o Concílio da Igreja de Melun declarava:
                        “Todos os charlatães, adivinhos e outros que pratiquem necromancia, piromancia, quiromancia e hidromancia serão condenados à morte.”
                        Todo o horror dos julgamentos por bruxaria e suas desastrosas conseqüências na economia da Europa inevitavelmente levaram a uma reação por parte daqueles que tinham coragem suficiente para opinar: na Alemanha, Friederich von Spee(século XVII), Johan Weyer(1563); na Itália, Samuel de Cassini(1505); na Espanha, Alonso Salazar de Frias(1611); na França, Gabriel Naudè(1625);na Holanda, Balthasar Bekker(1691) e, na Inglaterra, Robert Calef(1700).
                        A essa altura, a obsessão pelas bruxas já começava a fenecer na Europa. Comerciantes e governantes viam-na como um problema para a economia. Os intelectuais percebiam que tudo aquilo era irracional e inconsistente, contrário à nova    mentalidade científica que começava a despontar e que seria mais tarde conhecida como Iluminismo.
                        Mesmo que a Igreja e o Estado tivessem abdicado da perseguição, o medo e o ódio cuidadosamente alimentados por essas instituições durante séculos a fio não foram imediatamente erradicados. Muito tempo após os últimos tribunais, relatos de ataques contra supostos feiticeiros, surgiam ocasionalmente nas regiões rurais da Europa, onde perduravam velhas crenças.

                        Talvez episódios turbulentos, alguns ocorridos recentemente, em pleno século XX, sejam apenas o estremecer de uma força que já pereceu, como se fossem os espasmos musculares involuntários que continuam após a morte de um animal. Isto certamente é uma opção preferível a outra possibilidade que essa analogia sugere: que o monstro caçador de bruxas não está morto, mas apenas se agitando enquanto dorme.
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ALGUMAS SUGESTÕES, para conhecer mais sobre o assunto, através das mídias:

Filmes:  "O Físico" (“The Physician”)
                 “O Violino Vermelho”.
                 “O Perfume – a história de um assassino”.
                 “Cruzada”
                 “Harry Potter e a Pedra Filosofal”
                 

Livros: “O Perfume – a história de um assassino”
Autor: Patrick Süskind
Editora: Record
             “O caminho Jedi”
Autor: Daniel Wallace
Tradução: Raquel Novaes
Editora: Bertrand Brasil


Séries:Castlevania”
               “Fullmetal Alchemist Brotherhood”
               “Os Pilares da Terra”
               “Mundo sem fim”
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FONTE: SOUSA, R. M. CRUZ, T. M. G. S. Alquimia, um resgate Histórico, Técnico e Cultural. Monografia/Projeto de Curso para obtenção do título de Pós-Graduação “Lato Senso” em Ensino de Química, pela Universidade Estadual de Goiás – UEG, na Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas, sob orientação da Professora Mestre Luciana Pereira Marques, em 2004.