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Lâmpada de lava - experimento - para CHERRY do chat

Olá pessoas!
Olá CHERRY, especialmente hoje!
=]
Bom, acredito que a lâmpada fluorescente a que você se refere no recado que deixaste no chat seja a lâmpada de lava, estou certa?!
Deixarei esta postagem de hoje referente a mesma, caso não seja isso, escreva-me novamente, explicitando melhor o que você precisa, ok?!
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"Como funcionam as lâmpadas de lava"


Introdução
Quando as lâmpadas de lava apareceram pela primeira vez, nos anos 60, elas estavam presentes em dormitórios de colégios e em quartos de adolescentes ao redor do mundo. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, estas lâmpadas se tornaram um ícone da cultura popular. Depois de todos esses anos, as pessoas ainda compram estas lâmpadas e os fabricantes oferecem centenas de opções de design.

Neste artigo, vamos entender o funcionamento destas incríveis lâmpadas. Também vamos conhecer um pouco da história e até ensinar você a criar sua própria lâmpada. Da próxima vez que você vir uma lâmpada, você entenderá todo o seu processo.

Dentro da lâmpada
As lâmpadas de lava são dispositivos bastante simples, baseadas em princípios científicos básicos e compostos de poucos componentes. Elas devem ter:

* um composto que forma as "bolhas" flutuantes;
* um composto em que as bolhas flutuam;
* uma lâmpada que ilumina e esquenta o vidro para que as bolhas se movam.

Para criar as bolhas flutuantes, os dois componentes na lâmpada de lava devem ser imersíveis ou mutuamente insolúveis. Isto quer dizer que o líquido A não se dissolve no líquido B. Os dois não se misturam: você pode ver dois líquidos separados, um sobre o outro.

O clássico exemplo de compostos imersíveis são a água e o óleo. Se você preencher um vaso com óleo mineral e água, vai ver uma camada de água e uma camada de óleo sobre ela. Esta combinação de água e óleo no vaso tem um visual semelhante ao da lâmpada de lava com a luz desligada. Você pode ver as duas camadas separadas.

A coisa mais legal das lâmpadas de lava é que elas produzem bolhas com formatos variados que ficam se movimentando aleatoriamente. Para produzir este efeito, você precisa escolher os compostos cuidadosamente. No nosso frasco de óleo e água, a água fica na parte de baixo porque é muito mais densa do que o óleo. Isto quer dizer que um líquido com densidade maior empurra um líquido com densidade menor para cima (para mais informações, veja Como funcionam os balões de hélio).

Para que as bolhas flutuam, você precisa de duas substâncias com densidades semelhantes. Depois você precisa mudar a densidade de um dos componentes para que ele seja, às vezes, mais leve do que o outro componente (e flutue para o topo) e, às vezes, mais pesado (para que afunde). Como os compostos têm densidades semelhantes, as bolhas podem facilmente afundar e flutuar. Veremos como isso é possível na próxima seção.

Esquentando a lâmpada
A maneira mais comum de se mudar a densidade dos compostos é mudando a sua temperatura. O aquecimento de um composto ativa as suas moléculas, pois elas se afastam e o composto se torna menos denso. Se você já leu o artigo Como funcionam os termômetros, você sabe que aquecer a água causa a sua expansão. Quando você esfria o composto, aumenta a sua densidade.

Se você observar o interior de uma lâmpada desligada, vai ver um composto sólido de cera na parte inferior. O composto sólido é um pouco mais denso do que o líquido. Quando você liga a luz na base da lâmpada, veja o que acontece:

* o sólido se transforma em líquido e se expande; dessa forma, ele fica menos denso do que o líquido que estava em volta;
* uma bolha quente é menos densa e, por isso, vai para a parte superior da lâmpada;
* como ele se afasta da fonte de calor, a bolha se esfria um pouco e se torna mais densa do que o líquido (mas não fica fria o suficiente para se transformar em sólido novamente);
* a bolha afunda e, ao chegar perto da fonte de calor, esquenta e sobe novamente.

Esta idéia é muito simples, mas é difícil balancear todos os elementos (os compostos, a fonte de calor e o tamanho da lâmpada) para que as bolhas se movam constantemente. Na verdade, as empresas que produzem as lâmpadas guardam seus ingredientes a sete chaves. Alguns entusiastas de lâmpadas em movimento passam muito tempo tentando reproduzir os modelos comerciais.
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Esses dados foram retirados do site: How Stuff Works
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Agora, CHERRY, se você estiver querendo construir uma lâmpada de lava caseira e com material de fácil acesso, recomendo o livro "Química na cabeça", do Alfredo Luis Mateus, Editora UFMG, na página 41, pois traz de forma realmente bem fácil seus materiais, reagentes e sua montagem, certinho?!
Bom, se por acaso não for o que estiver procurando, por favor, entre em contato novamente, ok?!
Um mol de abraços a vocês e a todos os quimilokos de plantão!
=]

"Química é vida"


Olá pessoas!
Deixando hoje para vocês mais um vídeo de divulgação do Ano Internacional da Química!
=]
Apreciem!!




Vale a pena conferir também o que é trago em uma reportagem da Revista Ciência Hoje: "Um ano inteiro de química"!!
Bom, por hora é só!
Um mol de abraços a todos!!!

Feliz Páscoa!!

23 de Abril - Dia Mundial do Livro

Bom dia pessoas!
Hoje é o Dia Mundial do Livro!
E, como havia meio que 'combinado' com o Professor Chassot, nesta Páscoa, em especial, as crianças de nossas famílias estarão recebendo além dos famosos ovos de chocolate, também um livro, em virtude desta comemoração hoje, justo Sábado de Aleluia!
Tenho orgulho de dizer que sou filha de mãe formada em Letras e em Direito [!], então dá para imaginar o quanto os livros sempre fizeram parte de minha vida, não é mesmo?!
É uma paixão que cultivo desde pequena, sempre incentivada por minha mãe e, por vezes minha avó paterna, Dona Glorinha  [também professora!], que algumas vezes me presenteou livros em minha infância!
Hoje tenho uma pequena Biblioteca em minha casa, contendo cerca de 600 e poucos livros, dentre os meus, seja de Química, sejam literários, sejam dos meus filhos, enfim!
Uma pequena parcela da minha Biblioteca pessoal
Sei que faço parte de uma pequena parcela da população brasileira que gosta de ler [ainda mais tendo cursado um curso na área de exatas!], e que gosta de ter em casa o que lê [leu, e lerá!]; mas sinto orgulho disso!E agradeço muuuuuuuuito, a minha mãe por isso!E, graças a ela, tenho criado meus filhos dentro dos mesmos parâmetros, que considero SIM, os ideais!
Desejo um Sábado repleto de Aleluias!
=D
Um mol de abraços a cada um[a] de vocês!!

Ligações Químicas - Jogo

Olá pessoas!
Em clima de feriado, venho hoje deixar a vocês um jogo que recebi por e-mail [pra variar, né?!hehehe!!], e que é bastante interessante!
Trata-se de um jogo divertido sobre Ligações Químicas!
Quero ver quem consegue chegar até o final!
huahuahuahua!!!
=D
Basta clicar no link abaixo:
http://www.gsionline.com.br/twitter/
Boa diversão!!

Fukushima-1 e o Fim do Mundo

Category: história
Posted on: abril 4, 2011 3:15 AM, by Kentaro Mori

 Como você deve saber, há neste momento uma usina de energia no oriente lançando partículas nocivas na atmosfera, incluindo elementos radioativos, que podem causar doenças e mortes. O que todos deveriam saber é que em conjunto estas usinas já matam centenas de milhares de pessoas todo o ano. E o que todos deveriam realmente saber é que estamos falando de usinas movidas por inofensivos pedaços de carvão.

Surpreendentemente usinas movidas a carvão chegam a lançar mais radioatividade ao ambiente que usinas nucleares pela mesma quantidade de energia produzida. Inofensivos pedaços de carvão mineral contêm quantidades naturais e usualmente desprezíveis de elementos radioativos como urânio e tório. Queime o carvão transformando-o em uma fina fuligem, e a concentração destes elementos radioativos pode aumentar em até dez vezes. Multiplique isto pelas quantidades gigantescas de carvão que devem ser queimadas para produzir energia – apenas a China consumiu 3,2 bilhões de toneladas no ano passado – e ao final as doses estimadas de radiação recebidas por pessoas vivendo nas proximidades de usinas movidas a carvão são iguais ou maiores do que aquelas que vivem ao lado de usinas nucleares.

E ainda assim, tais doses são essencialmente inofensivas. O que sim mata são poluentes muito mais tradicionais.

Em 1952, uma espessa cortina de fumaça cobriu a cidade de Londres e matou 4.000 pessoas em quatro dias. Outras 8.000 vítimas morreriam nas semanas e meses seguintes. A causa não foi uma violenta catástrofe natural sem precedentes. A causa foi a fortuita confluência de eventos meteorológicos – como as familiares camadas de inversão – que fizeram com que poluentes atmosféricos fossem concentrados sobre a cidade.

Enquanto milhares de pessoas morriam, não houve pânico. A cidade que conheceu primeiro tantos dos problemas de megalópoles modernas já havia sofrido com “smogs” anteriores, ainda que este fosse particularmente intenso e incômodo. As vítimas fatais foram indivíduos já fragilizados, como bebês e idosos, ou pacientes que já possuíam problemas respiratórios. Foi apenas ao compilar estatísticas que esta tragédia silenciosa tornou-se clara, motivando legislações como os Clean Air Acts em 1956 que restringiriam a poluição atmosférica.

Tragédias similares deixaram de ocorrer em Londres, mas a poluição atmosférica ainda é uma das principais causas de morte no mundo. Estima-se que tenha sido a causa de morte de meio milhão de pessoas na China apenas no ano passado.

Enquanto milhões morrem, não há pânico.

“É assim que o mundo acaba. Não com uma explosão, mas com um suspiro” – TS Elliot

Terras raras, um negócio da China?

Artigo de Fernando J. G. Landgraf* no Valor Econômico desta quarta-feira  (12).

"Se os árabes têm petróleo, a China tem terras raras". Lendas urbanas  creditam essa frase a Deng Xiao Ping, líder político chinês entre 1978 e 1992. Fato é que hoje a China domina o mercado mundial dessas "terras raras", como é chamado o conjunto de 17 elementos químicos, utilizados para aplicação em alta tecnologia, como a dos ímãs que transformam energia elétrica em energia mecânica e em produtos high tech como notebooks, telefones celulares, trens-bala, iPods, fibras óticas e painéis solares.
 
O mercado dos 17 elementos químicos individualizados é da ordem de US$  5 bilhões anuais e, mais que isso, é estratégico. O significado da palavra estratégico ficou muito claro em 2010, quando a China anunciou que imporia cotas de exportação destas terras raras, jogando os preços para o céu, e, de forma mais chocante, ameaçou não mais entregá-las para o Japão, depois de uma escaramuça de fronteira marítima.

Tratou-se de um claro perigo à supremacia japonesa em produção de  carros híbridos, cuja tração elétrica baseia-se nos superímãs de terras raras e objetos de alta tecnologia. O disparo dos preços foi extremo. Por exemplo, em 30 de março deste ano, o preço do neodímio metálico, um dos 17 elementos terra rara, foi cotado na Ásia em U$ 200 o quilo, enquanto em janeiro de 2009 estava em R$ 15 o quilo.

O domínio chinês, nesse caso, não se refere somente ao baixo custo da  mão de obra. A China detém mais de 50% das reservas mundiais de terras raras. Ou melhor, detinha. Em novembro de 2010,  a US Geological Survey, a agência científica dos Estados Unidos, publicou um artigo que indica que a maior reserva de terras raras é, muita atenção, brasileira, para a surpresa geral e de todo o mundo. Afinal, o que grande parte dos pesquisadores brasileiros sabia era que nossa areia monazítica (tipo de areia que possui uma concentração natural de minerais pesados) havia acabado. Grande parte dos pesquisadores, mas não sua totalidade, pois a fonte da informação da US Geological Survey foi um breve resumo de um brasileiro, nos anais de um Congresso Internacional de Geologia de 1996.

Nos anos 1980-1990 o Brasil investiu na cadeia, mas os baixos preços  chineses inviabilizaram todas as iniciativas Especialistas já avaliaram diversos locais em que ocorrem terras raras no Brasil. Estão na cidade mineira de Araxá, na goiana Catalão, no Paraná, na Bahia... e a lista deve crescer. Usando a terminologia técnica, é possível afirmar que "recursos minerais" o Brasil tem, sem dúvida. Mas a questão é saber se são "reservas minerais". Explico: é preciso verificar se a concentração de terras raras é economicamente viável, ou seja, se a operação de separar o mineral que contém as terras raras dos minerais restantes é válida economicamente.

Agora em 2011, telefones em Brasília tocam pedindo explicações e  posicionamentos. Com os preços onde estão hoje, o mundo todo se anima e revê as possibilidades. Americanos anunciam investimentos de US$ 100 milhões para reativar sua maior mina. Australianos falam de números maiores ainda. E o Brasil... sobra alguma chance para o Brasil?

Normalizados os preços, é possível viabilizar no território brasileiro  empreendimentos de mineração que produzam concentrados de terras raras. Mas isso vale pouco. Separar as terras raras em cada um dos elementos agrega bastante valor, mas exige uma tecnologia química especial, resinas importadas... enfim, custa muito caro. Vale à pena?

A estratégia chinesa foi a de ocupar frações cada vez maiores da  cadeia produtiva. Hoje a China não quer mais exportar superimãs, quer exportar motores elétricos que os usam. Aqui se configura uma oportunidade particular e de extrema relevância para o Brasil, que é um dos maiores produtores de motores elétricos do mundo.

Atualmente o Brasil é forte nos motores convencionais, sem ímãs, mas  os geradores movidos a vento e a motorização elétrica de veículos, baseados em superimãs, prometem enorme expansão desse mercado. Desenvolver as tecnologias da cadeia produtiva das terras raras coloca grandes desafios para a tecnologia nacional. E isso é ótimo. Dentre algumas iniciativas nessa direção já se destaca uma articulação entre a Fundação Certi, de Santa Catarina, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), de São Paulo, e o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), do Rio de Janeiro. São três dos melhores órgãos de pesquisa nacional, unidos em torno das terras raras.

É preciso levar em conta que há cerca de 30 anos - nos anos 1980-1990  - o Brasil investiu nessa cadeia, mas os baixos preços chineses inviabilizaram todas as iniciativas. Um tradicional fabricante brasileiro de ímãs investiu nos superimãs de terras raras, mas não resistiu à abertura dos mercados e sucumbiu no ano de 1994. Hoje, as equipes que trabalharam com esse tema em dezenas de grupos de pesquisa brasileiros estão praticamente desfeitas, decidiram assumir outros rumos. É possível retomar o projeto, mas é necessário um plano de mais longo prazo, resistente às intempéries do mercado e das estratégias de outras nações. É hora de agir, de maneira consistente.

*Professor associado da Escola Politécnica (Poli) da USP e diretor de 
Inovação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)

Superplásticos Naturais

Olá pessoas!
Mais uma daquelas postagens de material que acabo recebendo por e-mail.
E este é bem interessante!!!
Espero que apreciem!
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"De resíduos agroindustriais saem fibras que poderão dar origem a uma nova geração de superplásticos. Mais leves, resistentes e ecologicamente corretos do que os polímeros convencionais utilizados industrialmente, as alternativas vêm sendo pesquisadas pelo grupo coordenado pelo professor Alcides Lopes Leão na Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), em Botucatu.

Obtidas de resíduos de cultivares como o curauá (Ananas erectifolius) - planta amazônica da mesma família do abacaxi -, além da banana, casca de coco, sisal, o próprio abacaxi, madeira e resíduos da fabricação de celulose, as fibras naturais começaram a ser estudadas em escalas de centímetros e milímetros pelo professor Lopes Leão e colegas no início da década de 1990.

Ao testá-las nos últimos dois anos em escala nanométrica (da bilionésima parte do metro), os pesquisadores descobriram que as fibras apresentam resistência similar às fibras de carbono e de vidro. E, por isso, podem substituí-las como matérias-primas para a fabricação de plásticos. O resultado são materiais mais fortes e duráveis e com a vantagem de, diferentemente dos plásticos convencionais originados do petróleo e de gás natural, serem totalmente renováveis.

"As propriedades mecânicas dessas fibras em escala nanométrica aumentam enormemente. A peça feita com esse tipo de material se torna 30 vezes mais leve e entre três e quatro vezes mais resistente", disse Lopes Leão à Agência Fapesp.

Em testes realizados pelo grupo por meio de um acordo de pesquisa com a Braskem, em que foram adicionados 0,2% de nanofibra ao polipropileno fabricado pela empresa, o material apresentou aumento de resistência de mais de 50%.

Já em ensaios realizados com plástico injetável utilizado na fabricação de para-choques, painéis internos e laterais e protetor de cárter de automóveis, em que foi adicionado entre 0,2% e 1,2% de nanofibras, as peças apresentaram maior resistência e leveza do que as encontradas no mercado atualmente, segundo o cientista.

"Em todas as peças utilizadas pela indústria automobilística à base de  polipropileno injetado nós substituímos a fibra de vidro pela nanocelulose e obtivemos melhora das propriedades", afirmou.

Além do aumento na segurança, os plásticos feitos de nanofibras possibilitam reduzir o peso do veículo e aumentar a economia de combustível. Também apresentam maior resistência a danos causados pelo calor e por derramamento de líquidos, como a gasolina.

"Por enquanto, estamos focando a aplicação das nanofibras na substituição dos plásticos automotivos. Mas, no futuro, poderemos substituir peças que hoje são feitas de aço ou alumínio por esses materiais", disse Lopes Leão.

Por meio de um projeto apoiado por meio do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (Pite) da Fapesp, a fibra de curauá passou a ser utilizada no teto, na parte interna das portas e na tampa de compartimento da bagagem dos automóveis Fox e Polo, fabricados pela Volkswagen.

Outras indústrias automobilísticas já manifestaram interesse pela tecnologia, segundo Lopes Leão. Entre elas está uma empresa indiana, cujo nome não foi revelado, que tomou conhecimento da pesquisa após ela ser apresentada no 241º Encontro e Exposição Nacional da Sociedade Norte-Americana de Química (ACS, na sigla em inglês), que ocorreu no final de março em Anaheim, nos Estados Unidos.

Fibras mais promissoras - Segundo o coordenador da pesquisa, além da indústria automobilística as nanofibras podem ser aplicadas em outros setores, como o de materiais médicos e odontológicos.

Em um projeto realizado em parceria com a Faculdade de Odontologia da Unesp de Araraquara, os pesquisadores pretendem substituir o titânio utilizado na fabricação de pinos metálicos para implantes dentários pelas nanofibras.

Em outro projeto desenvolvido com a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp de Botucatu, o grupo utiliza as nanofibras para desenvolver membranas de celulose bacteriana vegetal.

Em testes de biocompatibilidade in vivo, realizados com ratos, os animais sobreviveram por seis meses com o material. "Nenhuma pesquisa do tipo tinha conseguido atingir, até então, esse resultado", afirmou Lopes Leão.

Por meio de outros projetos financiados pela Fapesp, o grupo da Unesp também está estudando a utilização de fibras naturais para o desenvolvimento de compósitos reforçados e para o tratamento de águas poluídas por óleo.

De acordo com o coordenador, entre as fibras de plantas, as do abacaxi são as que apresentam maior resistência e vocação para serem utilizadas na fabricação de bioplásticos.

Dos materiais, o mais promissor é o lodo da celulose de papel, um resíduo do processo de fabricação que as indústrias costumam descartar em enormes quantidades e com grandes custos financeiros e ambientais em aterros sanitários.

Para utilizar esse resíduo como fonte de nanofibras, Lopes Leão pretende iniciar um projeto de pesquisa com a fabricante de papel Fibria em que o lodo da celulose produzido pela empresa seria transformado em um produto comercial. "É muito mais simples extrair as nanofibras desse material do que da madeira, porque ele já está limpo e tratado pelas fábricas de papel", disse.

Para preparar as nanofibras, os cientistas desenvolveram um método em que colocam as folhas e caules de abacaxi ou das demais plantas em um equipamento parecido com uma panela de pressão.

O "molho" resultado dessa mistura é formado por um conjunto de compostos químicos e o cozimento é feito em vários ciclos, até produzir um material fino, parecido com o talco. Um quilograma do material pode produzir 100 quilogramas de plásticos leves e super-reforçados."
(Elton Assilon da Agência Fapesp)
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Um ótimo final de semana a todos que por aqui passarem!
Um mol de abraços a todos!!
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365 dias de Química

Olá pessoas!
=]
Vocês já tiveram a oportunidade de visitar o site referente ao Ano Internacional da Química?!
Ainda não?!
o.0
Não creio!
Acesse já: AIQ - 2011
Uma das coisas que mais achei interessante [e útil também, é claro!] é o link 365 dias de Química, que traz uma molécula diferente por dia, para o nosso conhecimento e curiosidade!
=]
Hoje, por exemplo, a molécula do dia é a lactose, a de ontem era o fulereno, a anterior a nandrolona, e assim por diante!
Vale a pena ficar atento e conferir dia a dia as moléculas apresentadas e aumentarmos um pouquinho mais nosso conhecimento!
Um mol de abraços a todos vocês!!

Breaking Bad [Ruptura Total] - Explorando a 2ª Temporada

Olá pessoas!
Hoje finalizando [ao menos por hora] os comentários acerca da Série Breaking Bad.
Ainda trazendo dados do Blog do Profº Bruno, falaremos desta vez, um pouco acerca da 2ª temporada desta fabulosa série!
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"A cada episódio que passa o professor Walt se envolve em situações mais complicadas. Com a morte de Tuco, Jesse resolve esconder o "laboratório" e novamente se envolve em situações problemáticas. A cada episódio que passa Walter e principalmente Jesse continuam se envolvendo em mais confusões, Walter passa ter problemas para pagar o tratamento e Jesse é expulso da casa pelos pais e tem que se virar para arranjar um lugar para morar. Walter decide que Jesse deve assumir o posto de chefe da área na venda da droga, sendo assim tornando-os fornecedores exclusivos da região.

Em um momento com seus alunos o professor Walter traz uma informação interessante sobre quem inventou o diamante: H. Tracy Hall. Dr. Hall inventou o primeiro processo reprodutível para se fabricar diamantes sintéticos. Isso ocorreu nos anos 50. Na epóca Dr. Hall trabalhava para a General Eletric (GE) que faturou milhões e como recompensa a GE deu a Dr. Hall um título de poupança de 10 dólares.

Ensinamentos do professor Walter extraídos durante os episódios:

* Com Sementes de mamona podemos extrair ricina. Ricina é um veneno extremamente eficaz, é o tóxico mesmo em pequenas doses. E passa facilmente despercebido na autópsia.
* No final dos anos 70 a ricina foi usada para assassinar um jornalista búlgaro. A KGB adaptou a ponta de um guarda-chuva para injetar uma minúscula cápsula na perna dele. E falo de uma dose não muito maior que a cabeça de um alfinete.
* Mono alquenos, diolefinas, trienos, polienos. Só a nomenclatura já faz a cabeça girar. Mas, quando se sentirem perdidos lembrem de um elemento: Carbono. Carbono é o centro de tudo. Não há vida sem carbono, em nenhum lugar do universo. Tudo que vive, viveu e viverá, tem carbono.
* Gosto de pensar que o diamante e a mulher que o usa nos dedos, são ambos formados do mesmo material. Hoje em dia diamantes sintéticos são usados em extração de petróleo, eletrônicos, indústrias multibilionárias.
* Um título impresso em papel composto de carbono, pago a um homem composto por carbono, por algo que ele criou a partir do carbono (Walter referindo-se ao valor recebido pelo Dr. Hall inventor do diamante sintético, dado pela General Eletric).
* As ligações químicas são o que fazem a matéria ser matéria. São ligações que mantêm o mundo físico unido. Que nos mantêm unidos.


O Professor Walter indaga um de seus alunos tendo uma postura não conveniente para um professor (um educador), porém essa situação é comum no nosso dia-a-dia, confira o trecho abaixo:
* Oxigênio liga-se ao oxigênio que por sua vez? (Profº. Walter)
* A união de átomos e moléculas para formar compostos, você sabe? (Profº. Walter)
* São as ligações que mantêm o mundo físico unido. (Profº. Walter)
* Ok eu entendi (Aluno)
* Sua nota na prova diz o contrário. Diz que não entendeu nada (Profº. Walter)
* Eu tirei 5,8 quase passei (Aluno)
* O que é quase? Não há "quase" em ciência, Barry. Há respostas certas e erradas. "Quase" não mandou um homem à lua. (Profº. Walter)
* Estou dizendo que são só décimos, Sr. White? Se eu não passar em química, terei que frequentar o curso de verão e... Digo, eu realmente estudei, muito mesmo. Arduamente a noite toda e eu gosto muito de química por causa dos conceitos. Acho que eu tenho défcit de atenção, não poderia fazer o favor de deixar [eu] passar (aluno)
* Não tente enrolar um "enrolão". A resposta é não. Da próxima vez, esforce-se mais (Profº. Walter).

Qual o professor que nunca se deparou com uma situação parecida com esta?

Em sua busca por produção de mais Crystal Walter e Jesse se isolam em um local distante da cidade de Albuergue e deserto, porém não esperavam que a bateria do Trailer falhasse, e para completar a situação Jesse havia derramando a única água disponível para os dois (tentando apagar um incêndio).
Mas nem tudo está perdido, novamente nosso professor Walter aos 50 anos de idade e aplicado a muita Química resolve a situação:
* Traga-me qualquer peça de metal que seja galvanizada ou de zinco sólido. Vamos contruir uma célula de bateria.
E ensina mais uma vez ao jovem Jesse:
* Uma bateria é uma célula galvânica. Não é nada mais que um ânodo e um cátodo separado por um eletrólito. De qualquer forma, numa parte, temos o óxido de mercúrio e a grafite da pastilha de freios. É o cátodo que é o pólo positivo. Do outro lado, está o nosso ânodo, isso é zinco. O hidróxido de potássio é o eletrólito. E agora o que podemos usar para conduzir essa linda corrente elétrica? Qual elemento em particular vem à mente?
Nosso professor exibe um fio de cobre e prontamente seu ex-aluno Jesse responde:
* O fio.

Paciente com o jovem professor Walter responde a sua pergunta:
* Cobre.

Após conseguirem voltar do deserto, Walter recebe uma boa notícia. Seu tumor reduziu em 80% como resultado a terapia. Entretanto, de acordo com o exame, Walter tem uma pneumonia radioativa. É uma inflamação no tecido, é uma reação à radioterapia.
O professor White mostra seu conhecimento em outras áreas quando explica sobre o comentário "Acharam água em Marte", Walter diz: "Na verdade, eles teoricamente, podem separar o hidrogênio do oxigênio e processar isso para providenciar combustível para os voos espaciais. Ostensivamente transformando Marte em um posto gigante"
No último capítulo Walter faz a operação, devido a sua pneumonia radioativa. Mas ele está alegre, pois sua filha já nasceu. Entretanto, sua esposa o deixa por suas mentiras."
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Bem, curtam ao máximo esta 2ª temporada, pois a 3ª já se iniciou, e não dá para ficar parado no tempo!
Bom início de semana!
Um mol de abraços a todos!!

Breaking Bad [Ruptura Total] - Um pouco sobre a 1ª Temporada

Olá pessoas!
Bom, como falei no post anterior, voltaria a tocar no assunto da Série Breaking Bad, e hoje, retornando ao Blog do ProfºBruno, trago a vocês um pouco sobre a 1ª temporada desta série magnífica!
 .

"Nesta temporada o professor Walter destaca em suas aulas ou quando está conversando com seu ex-aluno alguns conceitos e reações Químicas:

Walter tem uma "citação" por ter cooperado com o prêmio nobel de Química em 1985, da qual Herbert A. Hauptman e Jerome Karle foram os verdadeiros contemplados.

Em sua primeira aparição na sala de aula Walter pergunta: "Química é o estudo do quê?" Segundo o professor: Química é, tecnicamente, o estudo da matéria. Mas [ele] prefere vê-la como o estudo da transformação. Walter fala para seus alunos que: Elétrons eles transformam seu nível de energia. Moléculas transformam suas ligações. Elementos: Eles se unem e se transformam dentro de um complexo, como na vida...

Walter resolve produzir a metanfetamina (após descobrir que está com câncer pulmonar) e reuni alguns materiais para a fabricação:

* Destilador estilo Kjeldahl de 800 ml (raríssimo)
* Provetas Griffin
* Frascos de Erlenmeyer
* Um recipiente de base esférica com capacidade para 5 litros

Ao apresentar os materiais, nosso professor Walter ensina ao Jesse, que utilizava um Volumétrico frasco de medidas, que este frasco não se usa para a produção da metanfetamina. Ensinando que "um frasco volumétrico é usado para mistura e titulação em geral" e que "não se expõe um frasco volumétrico à chama, para isso seria usado um tubo de ebulição".

Seus ensinamentos durante os episódios:

* Produziremos algo quimicamente puro e estável, que cumpra o prometido. Sem agentes adulterantes. Sem papinha, nem pimenta em pó.
* Na verdade é química elementar. (após produzir o Crystal).
* O termo "Chiral" deriva do termo grego "mão". A ideia aqui é que, assim como a mão esquerda a mão direita reflete uma cópia invertida da esquerda. Idênticas ainda que opostas. Assim também se dá com componentes orgânicos que existem como forma invertidas um do outro por todo o segmento molecular. Porém, embora pareçam iguais, nem sempre eles agem da mesma maneira. Cita como exemplo a Talidomida, o isômero dextrógiro é um medicamento altamente recomendado a uma gestante para prevenir contra enjôos matinais, porém cometa o engano de dar a essa mesma gestante o isômero Levógiro do medicamento Talidomida, o bebê nascerá com horríveis defeitos de nascença.
* Ao que me parece melhor, nosso melhor procedimento seria decomposição usando produtos químicos (Momento que resolve sumir com o corpo de um traficante). Dissolvê-lo com um ácido bem forte.
* Polietileno: há um triângulo no fundo, com a estampa LDPE (orientando Jesse para a compra do material).
* Sabia que o ácido fluorídrico não dissolve plástico? (Depois de descobrir que Jesse colocou o corpo de um dos traficantes na banheira e colocou o ácido). Por outro lado... dissolve metais, pedras, vidros, cerâmica.
* Fósforo vermelho exposto à umidade e acelerado pelo calor libera hidreto fosforado. Gás de hidrogênio fosforado. Uma boa inspirada e... [bye bye].
* Syncrhotrons: eles geram moldes mais nítidos e completos que feixes de raio-x. Coleta de dados leva uma fração de tempo.
* Reações Químicas envolvem transformações em dois níveis: Matéria e Energia. Quando a reação é gradual, a mudança na energia é discreta. Nem ao menos se percebe que a reação está ocorrendo. Por exemplo quando a ferrugem se fixa ao assoalho de um carro. Mas se a reação acontece rapidamente, diferentemente, substâncias inofensivas podem interagir de modo que gere uma enorme liberação de energia. Explosões são o resultado de reações químicas acontecendo quase que instantaneamente e os reagentes mais rápidos, ou seja explosivos (fulminato de mercúrio II [Hg(CNO)2] é um exemplo típico disso - o fluminato de mercúrio é um explosivo primário, muito sensível à fricção e ao impacto) que quanto mais brusca a mudança, mais violenta é a explosão.
* Termite: Na segunda Guerra Mundial, os alemães tinham a maior peça de artilharia do mundo, Gustav Gun, e pesava 1000 toneladas. E Gustav era capaz de atirar um projétil de 7 toneladas e acertar um alvo com precisão a 37 quilômetros de distância. Quer dizer, pode soltar bombas nele todos os dias por um mês sem ao menos desativá-lo. Mas, se você mandar um comando, um homem, com um saco de Termite, ele pode atravessar 10 cm de aço maciço e destruir aquela arma para sempre (A termite foi usada para Walter e Jesse roubarem Metilamina na fábrica de produtos químicos). A reação é exotérmica em que sua temperatura pode ultrapassar os 3500°C.

Após um encontro com o novo chefe do tráfico o professor Walter promete entregar 2 kg de metanfetamina, porém, ele não sabia, que seu sócio Jesse não tinha como conseguir as caixas de pílulas de sinusite (que usavam como matéria prima). Entretanto, Walter acalma a situação informando que não precisaram de pseudo efedrina. "Vamos fazer fenil-acetona em uma pipeta de ensaio, depois iremos usar aminação redutora para produzir metanfetamina". E no último capítulo desta temporada resolvem invadir uma fábrica de produtos químicos, roubando 110 litros de metilamina (fenilacetona), fazendo metanfetamina "as antigas".
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Alguns termos são estranhos outros fictícios mas o que nos surpreende e nos deixa apaixonados é que a Química está envolvida plenamente na vida deste professor, assim como de tantos outros professores (ps: não para o crime)."
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Bom, encerrando as palavras do ProfºBruno, e passando para as minhas de costume, desejo-lhes um ótimo domingo!!
E, para os 'seriemaníacos', Breaking Bad, 3ª temporada, hoje, 11h no AXN!!
Um mol de abraços a todos!!!

Breaking Bad [Ruptura Total]

Olá pessoas!
Muita coisa que se acha na internet é porcaria, mas muuuuuuuitas outras são excelentes e extremamente úteis!
Dessa forma, encontrei no twitter um outro Professor de Química que também mantém um blog e que, pelas coisas que li por lá, temos muitos interesses em comum! Seu nome é Bruno e, o endereço de seu blog [para quem se interessar em passar por lá] é: http://quimicadobruno.blogspot.com.
Uma das coisas em comum que encontrei, foi o interesse pela série Braking Bad [Ruptura Total], que estarei transcrevendo nesta postagem de hoje aqui do QUIMILOKOS.

"A série é intitulada de Breaking Bad (Ruptura Total). A história ocorre numa cidade chamada de Albuquerque, no Novo México. O professor de Química Walter White, leciona no ensino médio, descobre que está com câncer de pulmão no terceiro estágio, a partir deste diagnóstico ele sofre um colapso e inicia sua "vida" produzindo e vendendo Metanfetamina - droga altamente viciante e que estimula o sistema nervoso central. Essa droga pode ser facilmente manipulada em laboratórios clandestinos e Walter como um bom professor de química utiliza-se de seus conhecimentos para a produção da metanfetamina Cristal (podendo ser fumada em cachimbos), o que causa surpresa para o seu cunhado (um agente da nacórticos) quando descobre em suas investigações que a metanfetamina produzida por Walter (sem saber que era ele que produzia) é 99,1% pura, um sucesso entre os traficantes e usuários dessa droga, o que deixou o químico da polícia abismado.
A metanfetamina pode ser obtida também em pó (podendo ser cheirado como a cocaína, ou injetado). Se fumada ou "cheirada" o seu efeito inicia entre 3 minutos e 5 minutos.
O termo "Breaking Bad" é uma gíria do sul (dos EUA) que significa que alguém desviou=se do caminho correto e passou a fazer coisas erradas e isto aplica-se tanto a um dado momento, quanto a uma vida inteira.
Walter tem ajuda de seu ex-aluno Jesse Pinkman, e seu objetivo é assegurar o futuro financeiro de sua família. White tem uma esposa grávida (à espera de uma filha) e um filho adolescente (15 anos) que tem paralisia cerebral.
Aqui gostaria de considerar os aspectos Químicos que a série proporciona ao estarmos assistindo:
Os créditos da série apresentam os símbolos de elementos químicos da Tabela periódica em Verde, por isso o título da série destaca os elementos Br (Bromo) e Ba (Bário) como iniciais do título (Breaking Bad). Os nomes dos atores, produção, direção, etc. da série destacam alguns elementos da tabela (Cr = Cromo; Br = Bromo; Na = Sódio; Ar = Argônio; N = Nitrogênio; Be = Berílio; Te = Telúrio; Ne = Neônio; W= Tungstênio; V = Vanádio; Am = Amerício; Po = Polônio; O = Oxigênio; S = Enxofre; Y = Ítrio; Mo = Molibdênio; Es = Einstênio; Ca = Cálcio; Pa = Protactínio; Ge = Germânio; Co = Cobalto). Ainda nos créditos da abertura há o destaque para a fórmula da metanfetamina (C10H15N) e seu número de massa molecular 149,24.

Confira a vinheta de abertura da série."



Bom, este é apenas um início sobre esta espetacular série!
Aos poucos irei trazendo mais acerca de suas duas temporadas. Espero que desperte a curiosidade dos que não a conhecem, e aguce ainda mais dos que já a acompanham!
Um mol de abraços a todos e um ótimo sábado!
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