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Trio ganha Nobel de Química de 2014 por avanço em microscopia

Dois americanos e um alemão desenvolveram técnicas de alta resolução.
Inventos permitem observar moléculas dentro de células vivas.
Do G1, em São Paulo
Ganhadores do Nobel de Qímica de 2014 (Foto: Reprodução/Real Academia de Ciências da Suécia)Ganhadores do Nobel de Química de 2014 (Foto: Reprodução/Real Academia de Ciências da Suécia)
Nobel de Química 2014 info (Foto: Editoria de Arte/G1)










O Prêmio Nobel de Química de 2014 foi oferecido nesta quarta-feira (8) a Eric Betzig, Stefan Hell e William Moerner por trabalhos que levaram a capacidade dos microscópios a um novo patamar.
Por décadas os cientistas assumiam que os microscópios ópticos teriam um limite de capacidade: eles nunca teriam resolução maior que metade do comprimento das ondas de luz. Com isso, era possível observar uma bactéria, mas não um vírus em detalhes, por exemplo.
O trio laureado desenvolveu técnicas que aumentaram consideravelmente a capacidade de observação de processos em seres vivos enquanto eles acontecem -- em nível molecular. Assim, se hoje os pesquisadores são capazes, por exemplo, de enxergar como um neurônio faz a sinapse (comunicação) com outra célula neural, isso se deve ao trabalho dos premiados desta quarta.
Um dos métodos desenvolvidos é o chamado STED, apresentado por Stefan Hell em 2000. Ele usa dois raios laser: um estimula moléculas fluorescentes a brilhar, e outro "apaga" toda a fluorescência que aparece fora do local que se deseja observar. Um escaneamento das moléculas tornadas brilhantes pelo laser resulta em uma imagem de altíssima resolução.
Eric Betzig e William Moerner, que trabalharam separadamente, criaram as bases para outra metodologia, que se baseia em "ligar" e "desligar" a fluorescência de moléculas individuais e fazer diversas imagens com cada uma delas "acesa" ou "apagada". A justaposição dessas imagens resulta numa retrato de alta resolução da estrutura a ser observada.
As técnicas desses três cientistas hoje são amplamente usadas em pesquisa e aplicações médicas. Graças a elas foi possível, por exemplo, entender como determinadas proteínas se comportam em organismos de pessoas com doenças como Parkinson e Alzheimer. Novas descobertas usando o conhecimento produzido por eles são feitas diariamente.
Eric Betzig nasceu em 1960 em Ann Arbor, nos EUA,  é americano e trabalha no Howard Hughes Medical Institute, no estado da Virgínia. Stefan Hell, nascido em 1960, é alemão nascido em Arad, na Romênia. Ele atua no Instituto Max Planck para Química Biofísica, em Göttingen, e no Centro Alemão de Pesquisa de Câncer, em Heidelberg. William E. Moerner, nascido em 1953 em Pleasanton, nos EUA, é americano e trabalha na Universidade Stanford, na Califórnia.
A série de três imagens exemplifica o ganho proporcionado pela técnica de Betzig. à esquerda, a imagem da membrana de um lisossomo, uma organela celular, feita com microscopia convencional. No meio, a mesma organela, em uma das primeira imagens feitas pelo cientista com seu novo método. À direita, uma ampliação dessa imagem revela as moléculas da membrana  (Foto: Divulgação/Real Academia de Ciências da Suécia)A série de três imagens exemplifica o ganho proporcionado pela técnica de Betzig. À esquerda, a imagem da membrana de um lisossomo, uma organela celular, feita com microscopia convencional. No meio, a mesma organela, em uma das primeira imagens feitas pelo cientista com seu novo método. À direita, uma ampliação dessa imagem revela as moléculas da membrana (Foto: Divulgação/Real Academia de Ciências da Suécia)

Confira abaixo os vencedores do Nobel de Química dos últimos anos:
2013: Martin Karplus(EUA-Áustria), Michael Levitt (EUA-Reino Unido) e Arieh Warshel (EUA-Israel)
2012: Robert Lefkowitz e Brian Kobilka (EUA)
2011: Daniel Schechtman (Israel)
2010: Richard Heck (EUA), Ei-ichi Negishi e Akira Suzuki (Japão)
2009: Venkatraman Ramakrishnan e Thomas Steitz (EUA), Ada Yonath (Israel)
2008: Osamu Shimomura (Japão), Martin Chalfie e Roger Tsien (EUA)
2007: Gerhard Ertl (Alemanha)
2006: Roger Kornberg (EUA)
2005: Yves Chauvin (França), Robert H. Grubbs e Richard R. Schrock (EUA)
2004: Aaron Ciechanover e Avram Hershko (Israel) e Irwin Rose (EUA)

Projetos e Aulas

Olá olá olá!!!
Muita coisa aconteceu nestes meses de Setembro e já início de outubro em sala de aula!!
=]
Vou postar apenas uma foto de cada atividade desenvolvida em cada unidade escolar em que trabalho, e logo abaixo vou deixar o link no Facebook onde vocês poderão ter acesso ao álbum completo de cada atividade, combinados?!
Rssssssss!!
Então lá vai!

Festival de Gastronomia do Educandário Goiás
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.685042514903835.1073741858.100001942796528&type=3




Festival de Gastronomia do Externato São José
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.689218877819532.1073741859.100001942796528&type=3




Produção de Telas Artísticas por Oxidação de Metais no Educandário Goiás
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.699700360104717.1073741860.100001942796528&type=3





Produção de Sais de Banho - Ligações Químicas e Reações Químicas - no Externato São José
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.699706766770743.1073741861.100001942796528&type=3



















Juri Simulado envolvendo discussões acerca do Medicamento Talidomida e Isomeria Óptica, no Colégio da Polícia Militar de Goiás Unidade Ayrton Senna
Parte 1: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.700893863318700.1073741862.100001942796528&type=3

Parte 2: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.700918139982939.1073741863.100001942796528&type=3



Extração do óleo da Canela e Produção de Perfumes - Centro Universitário de Goiás Uni - ANHANGUERA - Turma de Métodos de Extração e Separação 2014-2




Alguns Experimentos Simples utilizando o Princípio de Le Chatelier - Equilíbrio Químico - Turma de Química Analítica Qualitativa 2014-2 do Centro Universitário de Goiás Uni - ANHANGUERA






Bom, e este foi um pouquinho da correria destes dois meses, ou mês e meio, hehehe!!!
Até a próxima!!
Um mol de abraços a todos!!

Projeto Química e Alimentos - 9ºs anos

Uma ótima tarde a todos!
Hoje estou postando para meus alunos do Educandário Goiás e do Externato São José, acerca dos objetivos do Trabalho que estamos desenvolvendo em sala de aula e em casa, em parceria com os pais, sobre Reações Químicas e Alimentos.
Este é um Projeto que desenvolvo há, pelo menos, 7 anos, porém é a primeira vez que ele sofreu adaptações para ser inserido ao contexto do Ensino Fundamental. Mas percebo, aos poucos, sua eficácia em sala de aula! 
Estamos chegando a etapa final do Projeto e, espero que, a visão de muitos de vocês (alunos) tenha sido, ou esteja sendo, mudada! 
Muitas das vezes não sabemos o que comemos, e outras vezes parece não fazermos questão de saber, e acabamos não percebendo as ricas experiências que poderíamos vivenciar.
Logo abaixo estão os principais objetivos traçados para o desenrolar deste Projeto, e que deverá constar no Caderno de Pesquisas e Análises de cada grupo, ok?!
Se quiserem acrescentar algo que, porventura tenham observado no decorrer das análises e que não conste aqui, fiquem à vontade em estarem acrescentando, combinados?!

Objetivos:
O presente Projeto tem como objetivo aproximar o aluno da percepção das práticas químicas que ocorrem em seu dia-a-dia, trazendo como ‘pano de fundo’ as reações químicas que ocorrem  em sua cozinha, através da análise de alguns alimentos pré-determinados. Também tem por objetivo,  uma análise das embalagens de cada alimento, uma vez que foram distribuídos entre naturais e industrializados, bem como, despertar nos mesmos uma noção de Marketing e Economia, como também Gastronomia Molecular; uma vez que, além das análises a serem executadas em casa, os alunos também deverão criar um ‘prato’ com o alimento que os foi destinado, produzindo por fim, um cardápio a ser servido em data marcada. Tudo isso numa tentativa de despertar em nosso alunado uma visão diferenciada do mundo em que vive, em prol de sensibilizá-los a uma vida mais produtiva em sala de aula e pelos corredores da escola e de suas casas.

Bom, não se esquecendo que as datas já estão marcadas para o Festival de Gastronomia de cada uma das escolas, sendo:
08/09/2014 - Educandário Goiás 
17/09/2014 - Externato São José
No dia de cada Festival, ao serem avaliados por mim e demais professores presentes, também será recolhido o Caderno de Pesquisas e Análises de cada grupo.
Aguardando ansiosa pelos resultados!
Um mol de abraços a todos!!!

Olimpíada Brasileira de Química - Etapa Nacional

Olá olá olá!
Hoje é com muita felicidade que venho divulgar os melhores na Olimpíada de Química!!
E, perceber que existem, em meio a todos, três alunos, aliás um aluno e duas alunas do CPMG - Ayrton Senna!
=]
Kálitha Fernandes Moraes 
Giovanna Luiza Silva Roberto 
Icaro do Nascimento
Segue logo mais a lista geral da Modalidade B da Prova, ou seja, aquela aplicada aos alunos de 3ºs anos.
Mesmo sabendo que só vão para a etapa nacional da Olimpíada os 25 melhores, já sou o orgulho em pessoa, em ver meus 'fiotinhos' disputando entre gigantes!
.
Logo abaixo o link onde vocês podem encontrar a prova:
E, agora, o link do Gabarito Oficial:
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Parabéns a todos!
E, parabéns CPMG - Ayrton Senna, sempre se garantindo entre os melhores!!
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Um mol de abraços a todos!!

XVII Encontro Nacional de Ensino de Química








XVII Encontro Nacional de Ensino de Química (XVII ENEQ)
“A integração entre a pesquisa e a escola abrindo possibilidades para um ensino de química melhor”
Data de realização: 19 a 22 de agosto de 2014
Local: Centro de Artes e Convenções da UFOP (Rua Diogo de Vasconcelos, 328 - Pilar, 35400-000, Ouro Preto-Minas Gerais).
Partida daqui de Goiânia na noite do dia 18 de agosto, retorno na manhã do dia 23 de agosto. Entremeio a esses dias, muito estudo, muito aprendizado, trocas de conhecimento, muita saudade de casa, encontros e reencontros com amigos e pessoas queridas, subir ladeira, descer ladeira! Rsssss!
Assim foi marcado esse XVII ENEQ.
Vou tentar externar através de fotos, alguns momentos vividos em Ouro Preto, no decorrer desta semana de eventos.
E lá estava a cidade de Ouro Preto, pronta para receber a todos os participantes, com todo aquele friozinho maravilhooooooooso:



Um pouco da minha Apresentação Oral, no Simpósio de Quadrinhos no Ensino de Química, com o Tema "HQ'uímica - o uso de quadrinhos para o ensino de Radioatividade":
Prof.Wilmo - Adriana Rodrigues - Adriana Yumi - Eu



E no momento da Apresentação dos Pôsteres:
Saguão de Exposição dos Pôsteres
Prof. e amiga Nyuara e Eu

Prof. e Soberano Márlon e Eu
Nyuara - Viviane -  Eu - Ana Flávia



E, a todo o momento revendo pessoas tão queridas e conhecendo outras novas:
Professor e Mestre Attico Chassot, tão querido e Eu

Cristiano Moura - Cris Passinato - Eu:
 Autores do Pesquisas de Química

Adrianas Rodrigues e Yumi, Eu e Cris
Eu diria: QUIMILOKAS de plantão!





Uma parada para "aquele cafezinho" de Minas!!
Vanessa Carneiro - Eu - Ana Flávia



















E esse é um breve resumo fotográfico de um pouco vivenciado cada dia em Ouro Preto nesta semana de Evento.
Os Trabalhos que apresentei foram muito bem recebidos, e fico muitíssimo feliz por isso! Houve um pequeno "mal interpretar" em uma de minhas falas no último dia do Mini Curso..mas apenas por um mini-cursista, o que me deixou aliviada, pois o mesmo motivo que a trouxe indignada para falar comigo, trouxe também outros três com sugestões de propostas promissoras para meus Projetos em sala de aula.
Enfim, não se agrada a todos, não é mesmo?!
Porém, também não desenvolvo meus trabalhos e projetos afim de agradar ou desagradar ninguém, apenas de tornar o aprendizado de meus[as] alunos[as] mais agradável e efetivo!
Enfim...
Não fui a todos os lugares que queria...não andei de trem até a cidade de Mariana...não visitei o Museu de Ciência...nem as minas...mas consegui passar pela feira de artesanato com pedra sabão, por um pouco do comércio da região...visitar algumas Igrejas e apreciar um pouco das obras de Aleijadinho, e também ao Museu da Inconfidência...e tentei sugar ao máximo cada parte deste ENEQ!!
Já estou esperando ansiosa pelo próximo!
=]
Ansiosa também por efetivar os convites recebidos de Alagoas, através do Prof.Wilmo, UEG através da Prof.Nília, e IF-Inhumas através da Prof.Ana Flávia!!
E vamos que vamos!!! Pois este é apenas o começo!
Um mol de abraços a todos!!!

Olimpíada de Química


No próximo dia 17/08 acontecerá a fase regional da Olimpíada de Química, aqui em Goiânia.

Mais uma vez, o Colégio da Polícia Militar de Goiás - Ayrton Senna irá participar!
Desejo muuuuuuuuuita boa sorte a todos os 'meus' alunos dos 3ºs anos, matutino e noturno, que estarão participando desta prova!
Lembrando que:
Local: CPMG-PMVR
Horário: 14h as 17h
Deverão estar uniformizados (Educação Física) e portando a agenda da escola
Certinho?!
Para maiores informações sobre a Olimpíada e suas etapas, acesse:
http://www.obqgoias.com/
E, vamos que vamos!!
Um mol de abraços a todos!


TOP 100 - TOP BLOG 2013/2014

Mais uma vez o QUIMILOKOS ficou entre os 100 melhores Blogs de Educação!
Muito obrigada a todos!
Sem vocês, o blog não tem sentido.
Um mol de abraços a todos!!

Confirmado o Elemento Quimico 115

Pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia criaram e confirmaram a presença do novo Elemento Químico 115., bombardeando uma fina camada de Amerício ( Am), com uma fina camada de Cálcio, onde o Elemento Químico recém formado, desapareceu em uma luz tipo flash radioativo. O experimento foi realizado, usando-se o Acelerador de Partículas conhecido G.S.I, do Governo Alemão.
 É conhecido que a ultima modificação na Tabela Periódica dos Elementos Químicos, ocorreu em 2011 quando a IUPAC na ocasião incluiu respectivamente os Elementos Químicos de Números Atômicos 114 e 116, nomeados respectivamente de Fleróvio e Livermório, e devido a este motivo a IUPAC ainda não designou a localização do mesmo, necessitando portanto sua aprovação. Até que isso venha a ocorrer, os cientistas colocaram a Nomenclatura Provisória de Unumpentium, um termo científico amalgamado do latim e do grego, significando basicamente a sequencia 1-1-5.
Este novo Elemento Químico, recebeu o apelido de "Elemento Super Pesado", uma vez que é conhecido que quanto maior for o número de Prótons no Átomo, maior será por consequência o Peso Atômico de mesmo. Exemplificando, o Ouro ( Au), teria 79 e o Chumbo ( Pb), 82." 
 
 
Confirmado o Elemento Quimico 115.

Pesquisadores da Universidade de Lund, na Suecia criaram e confirmaram a presença do novo Elemento Quimico 115, bombardeando uma fina camada de Americio ( Am), com uma fina camada de ions  Calcio,( Ca), onde o Elemento Quimico recem formado, desapareceu em uma luz tipo flash radioativo.O experimento foi realizado, usando-se o Acelerador de Particulas conhecido G.S.I, do Governo Alemao.E conhecido que a ultima modificaçao na Tabela Periodica dos Elementos Quimicos, ocorreu em 2011 quando a IUPAC na ocasiao incluiu respectivamente os Elementos Quimicos de Numeros Atomicos 114 e 116, nomeados respectivamente de Flerovio e Livermorio, e devido a este motivo a IUPAC ainda nao designou a localizaçao do mesmo, necessitando portanto sua aprovaçao. Ate que isso venha a ocorrer, os cientistas colocaram a Nomenclatura Provisoria de Unumpentuim, um termo cientifico amalgamado do latim e do grego, signficando basicamente a sequencia 1-1-5.Este novo Elemento Quimico, recebeu o apelido de  "Elemento super pesado", uma vez que e conhecido que quanto maior for o numero de Protons no Atomo, maior sera por consequencia o Peso Atomico de mesmo. Exemplificando, o Ouro ( Au), teria 79 e o Chumbo ( Pb),82.
 

 

 

ALOTROPIA DO CARBONO - CARBINO

Olá pessoas queridas!
A postagem de hoje vai para todos os curiosos de plantão, mas em especial aos meus alunos dos 9ºs anos do Externato São José e do Educandário Goiás, pois havíamos falado na semana passada sobre alotropia e olhem só o que encontrei?!
CARBINO!!! O MAIS NOVO ALÓTROPO DO CARBONO!!
Leiam o trecho abaixo e vejam o quanto é interessante!
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Carbino é a mais nova variedade Alotrópica do Carbono ( lembrar que Alotropia é a Propriedade designada a um determinado Elemento Químico que pode apresentar várias configurações em Substâncias Simples), que vem acrescer os Alótropos anteriores: Grafeno, Fulereno, Diamante e Grafite, podendo ser caracterizado por ligações simples e duplas alternadas. Recentes estudos indicam que o Carbino apresentaria o dobro da rigidez do seu antecessor o Grafeno, e uma Dureza 3 vezes maior que o Diamante. Este composto pode ser utilizado em sensores nanoeletromecânicos e compostos ultraleves e fortes. Ainda estão sendo realizados testes de reatividade do material, e aplicações do mesmo estarão sendo divulgadas. Abaixo representamos a Estrutura do Carbino através de Microscopia Eletrônica de Tunelamento.
Foto: Carbino.

Carbino e a mais nova variedade Alotropica do Carbono ( lembrar que Alotropia e a Propriedade designada a um determinado Elemento Quimico que pode apresentar varias configuraçoes em Substancias Simples), que vem acrescer os Alotropos anteriores: Grafeno, Fulereno, Diamante e Grafite, podendo ser caracterizado por ligaçoes simples e duplas alternadas.Recentes estudos indicam que o Carbino apresentaria o dobro da Rigidez do do seu antecessor o Grafeno, e uma Dureza 3 vezes maior que o Diamante. Este composto pode ser utilizado em sensores nanoeletromecanicos e compostos ultraleves e fortes.Ainda estao sendo realizados testes de reatividade do material, e aplicaçoes do mesmo  estarao sendo divulgadas. Abaixo representamos a Estrutura do Carbino  atraves de Microscopia Eletronica de Tunelamento.
 
Um mol de abraços a todos!!!
p.s.: Estão estudando para as provas, né?!
xD

Teorias de Origem da Vida - 07 O surgimento das Células Eucarióticas

O Surgimento das Células Eucarióticas
Teoria endossimbiótica: a existência das mitocôndrias e dos cloroplastos.
A origem das células eucariontes a partir de organismos ancestrais anaeróbios procariontes, provavelmente cerca de 1,7 bilhões de anos, promoveu maior complexidade, portanto especialização da estrutura celular.

O surgimento dos eucariotos, por exemplo: os unicelulares (amebas) e pluricelulares (plantas e animais), constituídos de membrana plasmática, hialoplasma, organelas e núcleo individualizado, fundamenta-se no desenvolvimento de dobras membranosas que invaginaram formando compartimentos com formas e funções diferenciadas, além de propiciar proteção do material genético envolto pela cariomembrana.

Assim, as diversas organelas: os lisossomos, os retículos liso e rugoso, os peroxissomos, o complexo de Golgi, os plastos (de reserva ou de pigmentação) e as mitocôndrias, dinamizaram evolutivamente o metabolismo celular.

Existem teorias com suporte nas relações mutualísticas (teoria simbiótica), supondo que os primeiros eucariontes eram anaeróbios heterotróficos que se alimentavam de arqueobactérias fagocitadas.

Durante a evolução, algumas primitivas bactérias se capacitaram em maior proveito energético no processo respiratório (tornaram-se aeróbias), enquanto outras passaram a converter substâncias inorgânicas em orgânicas, realizando a princípio, gradativamente os processos de quimiossíntese, fermentação e posteriormente fotossíntese (tornando-se autotróficos).

Essas bactérias, engolfadas pelos eucariotos simples, mantiveram harmoniosas interações com mútuo benefício entre as partes. As bactérias recebem proteção e nutrientes, enquanto os eucariotos de estrutura celular rudimentar passaram então a aproveitar do processo aeróbio e fotossintético realizado pelas bactérias, sugerindo a existência das mitocôndrias e cloroplastos no interior das células eucariontes atuais.

Por: Thiago Ribeiro
FONTE: http://www.mundoeducacao.com/biologia/o-surgimento-das-celulas-eucarioticas.htm

Teorias de Origem de Vida - 06 Experimento de Miller

Experimento de Miller

Experimento de Urey-Miller

                                      


Stanley Miller, acreditando que a Terra primitiva era composta de amônia, metano, hidrogênio e vapor de água – segundo o modelo de Oparin - criou, em 1952, um dispositivo no qual tais compostos eram aquecidos e resfriados, além de submetidos a descargas elétricas, sob a supervisão de Harold Urey. Esta foi uma tentativa de recriar o ambiente dessa época.

Com esse experimento, após uma semana, o jovem cientista conseguiu produzir aminoácidos e bases nitrogenadas, além de cianeto e formaldeído: a sopa prebiótica.

Tal resultado, publicado em 1953 na revista científica "Science", abriu portas para a crença de que a matéria precursora da vida poderia ter se formado espontaneamente, a partir destas substâncias. Tal ideia foi reforçada quando foi encontrado um meteorito, o Murchinson, que continha os mesmos aminoácidos, com a mesma proporção que se apresentavam no aparelho de Miller.

Assim, esse brilhante cientista, falecido aos 77 anos em 2007, deu um passo importante nos estudos acerca da evolução química e da hipótese heterotrófica e seu feito é referência até os dias de hoje. Ele demonstrou que processos naturais podem tornar uma química simples numa química complexa.

Inclusive, poucos sabem que esse cientista só publicou uma de três de suas recriações da Terra primitiva. Uma destas, na qual havia um aspirador que injetava vapor de água no frasco onde ocorriam as faíscas, foi recriada no fim de 2008, por Jeffrey Bada, professor de química marinha da Universidade da Califórnia, em San Diego. Ele e sua equipe consideraram tal experimento útil por, possivelmente, simular a descarga que ocorre quando raios cruzam uma erupção vulcânica rica em vapor de água.

Esses obtiveram como resultado um número maior de aminoácidos do que o encontrado no modelo tradicional de Miller, acreditando que tais condições podiam ser comuns em nosso planeta, antes da formação dos grandes continentes! 
 
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

Teorias de Origem da Vida - 05 Os Esperimentos de Pasteur

Os experimentos de Pasteur
Na imagem acima podemos ver como Pasteur conduziu seus experimentos que sepultaram a teoria da abiogênese
                                               
Louis Pasteur (1822- 1895) foi um cientista francês que conseguiu provar, definitivamente, que os seres vivos se originam somente a partir de outros seres vivos. Seus experimentos foram incentivados pela Academia Francesa de Ciências na década de 1860, que oferecia um prêmio a quem realizasse um experimento definitivo sobre a real origem dos micro-organismos.
Os experimentos de Pasteur foram realizados com quatro frascos de vidro, cujos gargalos foram esticados e curvados no fogo após todos terem sido enchidos com caldos nutritivos. Logo em seguida, Pasteur ferveu o caldo de cada um dos quatro frascos, até que saísse vapor dos gargalos longos e curvos e deixou-os esfriar.
Depois de um tempo, Pasteur observou que, embora todos os frascos estivessem em contato direto com o ar, nenhum deles apresentou micro-organismos. Pasteur então quebrou os gargalos de alguns frascos e observou que, em poucos dias, seus caldos já estavam repletos de micro-organismos.
A ausência de micro-organismos nos caldos que estavam nos frascos cujos gargalos eram curvos e longos com a presença desses seres nos frascos cujos gargalos foram quebrados mostraram que o ar contém micro-organismos e que eles, ao entrarem em contato com o caldo nutritivo, desenvolvem-se. Nos frascos que apresentavam gargalo curvo e longo, os micro-organismos não conseguiram chegar até o líquido porque ficaram retidos no “filtro” formado pelas gotículas de água que apareceram no pescoço do frasco durante o resfriamento. Nos frascos que tiveram seu pescoço quebrado, o “filtro” formado pelo vapor deixou de existir, deixando o líquido vulnerável aos micro-organismos, que, uma vez em contato com o líquido, encontraram condições adequadas para o seu desenvolvimento.
A partir desse experimento, Pasteur mostrou que um líquido, ao ser fervido, não perde a “força vital”, como defendiam os adeptos da abiogênese, pois quando o pescoço do frasco é quebrado, após a fervura desse líquido, ainda aparecem seres vivos. Dessa forma, Pasteur sepultou de vez a teoria da abiogênese ou geração espontânea, que admitia que os seres vivos originavam-se a partir de matéria bruta.
Louis Pasteur também nos deixou outras contribuições importantes para a microbiologia e também para a medicina. Através de mudanças em práticas hospitalares introduzidas por Pasteur, houve uma diminuição na disseminação de doenças hospitalares causadas por micro-organismos. Pasteur também foi o responsável por descobrir que a raiva era transmitida por um agente que não poderia ser visto ao microscópio, assim desenvolveu técnicas para vacinar animais contra a raiva e tratar pessoas mordidas por animais infectados.
Outro processo que é muito utilizado nos dias atuais é a pasteurização. Desenvolvida por Pasteur para exterminar micro-organismos encontrados em vinhos, a pasteurização consiste no aquecimento seguido por resfriamento brusco. Essa técnica permite a retirada de micro-organismos dos mais variados alimentos sem deteriorá-los. Em muitos países, inclusive no Brasil, é obrigatória a pasteurização do leite e de seus derivados antes de serem comercializados. Nesse processo, o leite é mantido a 62°C por cerca de meia hora, eliminando vários micro-organismos prejudiciais aos seres humanos, além de prolongar a vida útil do alimento.
 
Por: Paula Louredo Moraes

Teorias de Origem da Vida - 04 Abiogênese X Biogênese

Abiogênese x Biogênese
Na Antiguidade, acreditava-se que larvas de moscas eram vermes que nasciam a partir da matéria bruta
          
A abiogênese (ou geração espontânea) é uma teoria que foi refutada ainda na Antiguidade. Ela consiste na crença de que os seres vivos poderiam ser originados a partir da matéria bruta. Por exemplo: durante muito tempo, acreditou-se que as larvas de mosca presentes em cadáveres em decomposição eram, na verdade, vermes que se originavam a partir deste tipo de material.

Grandes pensadores, como Aristóteles, Santo Agostinho, René Descartes e Isaac Newton, apesar de reconhecerem o papel da reprodução, acreditavam piamente nesta teoria e a utilizavam para explicar a origem de alguns organismos vivos.

Para eles, havia um princípio que proporcionava a apenas determinados meios a capacidade de formação de novos seres: a da força vital. Partindo deste princípio, apenas quando se houvesse condições para esta força fluir é que tal fenômeno poderia ocorrer.

Entretanto, em meados do século XVII, Francesco Redi, por meio de experimentos, demonstrou que os “vermes” presentes na carne podre eram, na verdade, larvas de moscas que “surgiam” em razão da presença dos animais adultos desta espécie no substrato em questão. Tal descoberta refutou a teoria da abiogênese até o momento em que, com o advento da microscopia, passou-se a indagar a origem dos micróbios e acreditar que tais seres só podiam ser formados por geração espontânea.

Para verificar tais indagações, outros experimentos foram feitos. Needham, por exemplo, inseriu caldos nutritivos em tubos de ensaio, aqueceu e isolou-os com rolhas. Após alguns dias, verificou a presença dos seres microscópicos – uma possível comprovação de que ocorrera o mecanismo da abiogênese. Spallanzani, 25 anos depois, repetiu tal experimento, mas fervendo a solução, por tempo considerável; e teve como resultado o não aparecimento desses organismos.

Needham argumentou que o colega havia destruído a força vital da substância e, obviamente por tal motivo, não havia vida nas amostras.

Tal ideia perdurou até que Pasteur, aproximadamente 100 anos depois, preparou líquidos nutritivos em frascos cujos gargalos foram aquecidos e moldados tal como pescoços de cisne. Aqueceu as substâncias até que saíssem vapores pelas aberturas, deixou-as esfriar e percebeu que, após vários dias, estas permaneciam sem a presença de germes.

Concluiu que estes ficaram retidos na longa curvatura do gargalo com o auxílio das gotículas de ar – funcionando tal como um filtro – e comprovou esta ideia após quebrar o “pescoço de cisne” de algumas amostras e verificar que estas passaram a apresentar estes seres diminutos, algumas horas depois.

Assim, como o líquido se contaminou após a quebra dos gargalos (não destruiu a força vital) e, além disso, este tinha contato com o ar, Pasteur conseguiu provar que a abiogênese também não se aplicava a este caso. 
 
Por Mariana Araguaia
Bióloga, especialista em Educação Ambiental
Equipe Mundo Educação

Teorias de Origem da Vida - 03 Experimento de Redi e a teoria da Biogênese

Experimento de Redi e a teoria da biogênese
Na figura acima podemos ver um experimento semelhante ao feito por Francesco Redi
                                               
Ao longo do tempo, muitas teorias foram elaboradas sobre a real origem da Terra e como surgiu a vida em nosso planeta. Avanços em pesquisas colocaram em dúvida tanto a ideia da criação divina, quanto à da geração espontânea, e essa ideia de que os seres vivos surgiam a partir de outros mecanismos que não a reprodução foi muito difundida na Antiguidade, e ficou conhecida como teoria da geração espontânea ou teoria da abiogênese.
Nessa teoria, admitia-se que cobras, sapos, rãs etc., formavam-se a partir da lama dos rios e lagos, e até receitas para se produzir ratos foram elaboradas. A teoria da abiogênese não resistiu à expansão das pesquisas e rigorosos experimentos feitos por vários pesquisadores, entre eles Redi, Spallanzani e Pasteur, que forneceram evidências incontestáveis de que os seres vivos surgiam a partir de uma vida pré-existente. A teoria de que uma vida surge somente a partir de outra da mesma espécie ficou conhecida como teoria da biogênese, e no presente artigo iremos verificar como foram feitos os experimentos do médico italiano Francesco Redi (1626- 1697), em meados do século XVII.
Na época, uma ideia muito difundida era de que os vermes que apareciam nos cadáveres de pessoas e animais originavam-se pela transformação espontânea da carne em putrefação. Redi, diante disso, resolveu provar que esses vermes não apareciam espontaneamente, e que na verdade eles eram larvas de moscas que colocavam seus ovos na carne em putrefação. Segundo Redi narra em seu livro “Experimentos sobre a geração de insetos”, a ideia de que as lavras surgiam de moscas veio do poema épico Ilíada. No livro, Redi questiona: “[...] por que, no canto XIX da Ilíada, Aquiles teme que o corpo de Pátrocles se torne presa das moscas? Por que ele pede a Tétis que proteja o corpo contra os insetos que poderiam dar origem a vermes e assim corromper a carne do morto?”.
Diante disso, Redi testou sua hipótese a partir do seguinte experimento: Pegou frascos de boca larga, e em cada frasco colocou o cadáver de um animal. Alguns frascos foram tampados com uma gaze muito fina, enquanto os outros frascos ficaram totalmente abertos. Passados alguns dias, Redi verificou que nos frascos destampados, nos quais as moscas entravam e saíam livremente, o cadáver estava repleto de vermes, e nos frascos tampados ele observou que não havia surgido nenhum verme.
Dessa forma, Redi conseguiu provar que, no caso de organismos facilmente visíveis, a teoria da geração espontânea não se aplicava, e que cada ser vivo conhecido provinha de um ser vivo pré-existente, confirmando então a teoria da biogênese.
 
Por: Paula Louredo Moraes

Teorias de Origem da Vida - 02 A Hipótese de Oparin e Haldane

A Hipótese de Oparin e Haldane
As extremadas condições reinantes na Terra primitiva.
            
Em 1920, os cientistas Oparin e Haldane, desenvolvendo paralelamente trabalhos correlacionados, propuseram a hipótese sobre o surgimento da vida na Terra. A pesar das diferenças, em síntese, concordavam que esse fenômeno teria iniciado a partir de moléculas orgânicas presentes na atmosfera primitiva, posteriormente percoladas ao oceano, combinando-se a substâncias inorgânicas.

Segundo eles, ocorriam na Terra primitiva, intensos processos vulcânicos, emitindo grande quantidade de gases (moléculas): metano – CH4, amônia – NH3, gás hidrogênio – H2 e água H2O. Suspensos na atmosfera, por ação da força gravitacional, aumentavam proporcionalmente a concentração, conforme as frequentes erupções que ocorriam.

Acredita-se que o ambiente era bastante redutor, consequente da inexistência ou baixa concentração do gás oxigênio (O2).

Na época, após as constantes oscilações térmicas, passou a Terra por estágio de resfriamento ocasionando as precipitações (chuvas), acumulando água nas depressões da crosta terrestre, surgindo os quentes e rasos mares primitivos.

A atmosfera do planeta, desprovida de camada de ozônio (O3), era constantemente bombardeada com radiação ultravioleta (UV) e descargas elétricas. Essas condições intempestivas propiciaram agitação e energia suficiente para as moléculas suspensas, iniciarem arranjos mais complexos.

Pela ação da chuva, as moléculas orgânicas eram então arrastadas para os mares, que pela ação do tempo, transformou-se em uma imensa “sopa nutritiva”, rica em compostos orgânicos, eventualmente formando os coacervados (junção de moléculas circundadas por água).

Os coacervados, sistemas semi isolados, além das reações químicas em seus interiores, intercambiavam substâncias com o meio. A hipótese de Oparin e Haldane equipou o surgimento de sistemas semelhantes aos coacervados, evolutivamente mais elaborados, provavelmente constituídos por lipídios, proteínas e ácido nucléico.
 
Texto por: Thiago Ribeiro

Teorias sobre a Origem da Vida - 01 PANSPERMIA

Panspermia
A teoria da panspermia indica que a vida na Terra surgiu de outro local no espaço 
A panspermia, proposta no fim do século XIX, é uma teoria que busca explicar a origem da vida. Segundo ela, nosso planeta foi povoado por seres vivos ou elementos precursores da vida oriundos de outros planetas; que se propagaram por meteoritos e poeira cósmica até a Terra.
Essa teoria ganhou mais força com a descoberta da presença de substâncias orgânicas oriundas de outros locais do espaço, como o formaldeído, álcool etílico e alguns aminoácidos. A descoberta de um meteorito na Antártica, na década de 80, contendo um possível fóssil de bactéria também reforça a panspermia.
Para muitos, aceitá-la apenas responderia sobre o surgimento da vida na Terra tornando, ainda, obscura a resposta acerca de como ela se formou, realmente. Além disso, muitos cientistas argumentam sobre a possibilidade quase negativa de seres extraterrestres atravessarem os raios cósmicos e ultravioletas sem serem lesados.
A seguir, duas linhas dessa teoria que são discutidas atualmente:

NOVA PANSPERMIA
Para essa versão, formulada por Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe, a matéria está constantemente sendo formada. Assim, há vida em todo o universo, nas nuvens interestelares, chegando à Terra a partir do núcleo de cometas.
A nova panspermia aponta, também, que os vírus podem ter vindo diretamente do espaço e que a evolução pode se dar pela incorporação de material genético oriundo de outros planetas.
Em suas pesquisas, estes cientistas constataram, na poeira interestelar, a presença de polímeros orgânicos complexos semelhantes à celulose – o que poderia ser uma evidência.

PANSPERMIA DIRIGIDA
Francas Circo e Lesei Orle, autores desta abordagem, defendem que seres inteligentes de outras galáxias colonizaram vários planetas, inclusive o nosso, deixando como prova de sua presença o molibdênio - elemento essencial para o funcionamento de determinadas enzimas, mas bastante raro em nosso planeta.
Francis Crick (aquele da descoberta da dupla hélice do DNA) e Leslie Orgel proporam, também, que esporos transportados por uma nave espacial chegaram à Terra por vontade de seres extraterrestres inteligentes.

Conclusão:
Por mais confusa ou absurda que possa parecer, a panspermia ainda não foi refutada e causa fascínio, principalmente naqueles que gostam de ficção científica. 
 
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

Teorias de Origem da Vida - Marco Zero - ORIGEM DOS SERES VIVOS!

Olá pessoas queridas!
O que veremos em todas as postagens aqui no QUIMILOKOS, que se seguirão ao longo desta semana, são várias Teorias de Proposição da Origem da Vida em nosso planeta, em nosso universo.
Espero que gostem e espero mais ainda, que muitas, mas muitas dúvidas surjam para que possamos discutir juntos!
Um mol de abraços a todos!!!
Boa leitura!
 
A origem dos seres vivos
A origem da vida na superfície da Terra ainda é uma incógnita
                                    Acredita-se que o planeta Terra tenha se formado há aproximadamente 4,6 bilhões de anos, e que naquela época a Terra não tinha condições de abrigar nenhum tipo de ser vivo.
À medida que o tempo foi passando, o planeta foi passando por várias transformações e criando condições para o surgimento da vida, mas a pergunta que é feita desde a Antiguidade é: “Qual a origem dos seres vivos?”.
Muitas pessoas acreditavam que um “princípio ativo” ou “vital” teria a capacidade de transformar matéria bruta em seres vivos, e a partir dessa interpretação eles elaboraram a Teoria da geração espontânea, também chamada de Teoria da abiogênese, na qual todos os seres vivos originavam-se espontaneamente da matéria bruta.
Essa teoria foi contestada por muitos cientistas, que através de experimentos comprovaram que um ser vivo só se origina de outro ser vivo pré-existente, nascendo então a Teoria da biogênese. Assim, surgiram vários questionamentos de como teria surgido o primeiro ser vivo. Muitas são as teorias e as hipóteses sobre esse assunto, mas as principais teorias modernas sobre a origem do primeiro organismo vivo são a Panspermia e a Evolução química.
A panspermia defende que o surgimento da vida na Terra teve início a partir de seres vivos ou substâncias precursoras da vida, provenientes de outros locais do universo. Em outras palavras, a vida teria se originado em outros planetas e foram trazidas para a Terra através de esporos ou formas de vida resistentes, aderidas a meteoritos que caíram sobre a Terra e que ainda continuam caindo. Nos meteoritos que caem sobre a Terra foram encontradas algumas moléculas orgânicas, indicando que a formação dessas moléculas é comum no Universo, e levando a crer que realmente há vida em outros planetas e que o espaço interestelar não é um ambiente tão hostil à vida como pensávamos.
Outra teoria muito defendida por cientistas é a Teoria da evolução química ou Teoria da evolução molecular, proposta inicialmente pelo biólogo inglês Thomas Huxley e aprofundada anos depois pelo também biólogo inglês John Burdon S. Haldane e pelo bioquímico russo Aleksandr I. Oparin. Segundo essa teoria, a vida teria surgido a partir de um processo de evolução química, onde compostos inorgânicos combinaram-se originando moléculas orgânicas simples (açúcares, aminoácidos, bases nitrogenadas, ácidos graxos etc.), que se combinaram produzindo moléculas mais complexas como proteínas, lipídeos, ácidos nucleicos etc., que deram origem a estruturas com capacidade de autoduplicação e metabolismo, dando origem aos primeiros seres vivos.
As duas teorias não entram em conflito, pois tanto os defensores da panspermia quanto os da evolução química concordam que, onde quer que a vida tenha se originado, o processo deve ter ocorrido por evolução molecular. Outro ponto que os defensores de ambas as teorias concordam é que para que tenha surgido vida na Terra, as condições ambientais foram fundamentais, como água em estado líquido, moléculas orgânicas e fonte de energia para as reações químicas.
 
Por: Paula Louredo Moraes
 

Sobre Fusão Nuclear!

Pela primeira vez, uma reação de fusão nuclear produziu mais energia do que a que gastou

Equipe norte-americana pôs a humanidade mais perto de conseguir imitar o que se passa no interior das estrelas.                 
É no interior deste cilindro com poucos centímetros de altura que ocorreu a fusão nuclear da experiência
Eddie Dewald/Laboratório Nacional Lawrence Livermore
As fontes de energia são um dos maiores problemas da civilização: os combustíveis fósseis estão a esgotar-se e são poluentes, as energias renováveis ainda não chegam para todas as necessidades e a energia nuclear conheceu desastres como Chernobyl e Fukushima. Por isso, a produção de energia por fusão nuclear, barata, limpa e com um potencial inesgotável, é o sonho de muitos. Há décadas que os cientistas trabalham para que a fusão do núcleo dos átomos se torne rentável. Agora, uma equipa norte-americana conseguiu, pela primeira vez, produzir mais energia por fusão nuclear do que a aplicada para iniciar a reação. Os resultados são publicados esta quinta-feira num artigo da revista Nature.
É nas estrelas que se dá naturalmente a fusão nuclear, quando pressões gigantes, temperaturas altíssimas e uma grande densidade de matéria obrigam a que o núcleo de dois átomos de hidrogénio se fundam para produzir um átomo de hélio e um neutrão (elemento sem carga do núcleo dos átomos). O resultado deste choque gera energia, que provoca outras reações iguais. Há assim uma ignição, uma reação inicial que auto alimenta a própria reação. A natureza pôs assim as estrelas a brilhar.
Na Terra, optou-se por utilizar compostos diferentes dos que os que existem no Sol para atingir a mesma reação – seria necessário esperar muito tempo para se observar a colisão de dois átomos de hidrogénio. Os cientistas usam antes deutério e trítio: dois isótopos (formas) do hidrogénio (têm, respectivamente, mais um e dois neutrões do que o hidrogénio), que se encontram na água, em proporções pequeníssimas. Mas não é uma reação fácil de se obter.
A equipa autora do novo estudo, liderada pelo físico Omar Hurricane, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, nos EUA, provocou a reação de fusão nuclear num dispositivo chamado hohlraum, palavra alemã que significa cavidade. As experiências foram feitas na National Ignition Facility, na Califórnia, instalações militares ligadas também ao estudo da energia nuclear.
Ali, os norte-americanos construíram um enorme laboratório com o tamanho de “dois a três estádios de futebol”, explica ao PÚBLICO Luís Oliveira e Silva, físico catedrático do Instituto Superior Técnico, em Lisboa. Nestas instalações foram construídos 192 feixes de laser que incidem, através de espelhos, numa câmara em vácuo de 10 a 15 metros de diâmetro.
No meio da câmara está o hohlraum, um cilindro de poucos centímetros de altura onde tudo se passa. Os feixes de laser, verdes, entram pela parte inferior e superior do cilindro. Lá dentro, há uma esfera de poucos milímetros de diâmetro com uma cobertura externa de plástico. No interior da esfera está o plasma (um estado da matéria) com deutério e trítio. Os lasers não se dirigem diretamente à esfera, batem contra a parede interior do hohlraum, feita de ouro. O ouro aquece e cria feixes de raios X, que por sua vez atingem a cobertura de plástico da esfera. Esta dilata-se, comprimindo no seu interior o plasma. Tudo acontece em nanossegundos. Este método chama-se fusão nuclear por confinamento inercial.
Durante três a quatro anos, a equipa, por precaução, usou feixes de laser inicialmente fracos, que iam aumentando de energia. O resultado causava um distúrbio na esfera e impedia um bom rendimento da fusão nuclear. Mas, nos últimos meses de 2013, os cientistas resolveram fazer incidir no hohlraum um feixe logo mais forte no início e conseguiram assim medir mais energia libertada através da fusão (16 quilojoules) do que a energia que atingia a esfera. Mas ainda se está muito longe da energia que começa por ser disparada pelos 192 lasers (dois megajoules).
“Pela primeira vez, conseguiu-se mais energia a partir deste combustível do que a que foi colocada no combustível”, disse Omar Hurricane, citado pela Reuters. “E isso é bastante único. É um ponto de viragem.”
Há um impacto político
Ainda não foi atingida a ignição que se observa nas estrelas, apenas parte dos átomos se fundiram. Mas, quando se deu a fusão, mediu-se uma subida de temperatura que se coaduna com os modelos que antecipam a ignição. “A descoberta dá, de facto, um caminho possível para a fusão por confinamento inercial”, comenta Luís Oliveira e Silva. Mas há ainda um longo caminho pela frente. Os autores do artigo falam de décadas até se produzir energia a partir deste método.
Do lado de cá do Atlântico, em França, o Reactor Experimental Termonuclear Internacional (ITER, na sigla em inglês), um projeto que envolve a União Europeia, a Rússia, os Estados Unidos, o Japão, a Coreia do Sul, a China ou a Índia, está a trabalhar no mesmo. Mas baseia-se no confinamento magnético, em que as condições de pressão e temperatura do plasma são criadas não por inércia, mas com magnetos gigantes em forma de anel, o tokamak.
As instalações no Sul de França só estarão prontas por volta de 2020. Com o confinamento magnético nunca se conseguiu o rendimento atingido agora na Califórnia. Mas os estudos garantem que, no ITER, se atingirá a ignição do plasma, diz o cientista português. E a nova descoberta é importante para toda a área. “Tem um impacto político porque mostra que a fusão nuclear, numa das suas vertentes, é possível”, sublinha Luís Oliveira e Silva, referindo que o fim dos combustíveis fósseis, nas próximas décadas, vai obrigar a humanidade a ter uma alternativa energética. “A pressão do ponto de vista energético é tão grande que não faz sentido não explorar as diferentes possibilidades.”
 
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