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A tabela periódica que mostra para que serve cada elemento



Criação de desenhista americano Keith Enevoldsen é interativa; "fiz a tabela que eu gostaria de ter quando era criança", diz ele.


A tabela interativa criada por Keith Enevoldsen mostra para que serve cada elemento químico (Foto: Keith Enevoldsen)


Quem nunca teve que estudar, nos tempos de escola, a notória tabela periódica com dezenas de elementos químicos ordenados por seus números atômicos?

Mas afinal, qual é a relação entre aquelas colunas de símbolos e números e o mundo que nos cerca? E indo além dos elementos mais conhecidos, como carbono e cálcio, para que servem outros, como o rutênio ou o rubídio?
As respostas para todas essas perguntas estão numa versão interativa da tabela periódica, que mostra pelo menos uma utilidade para cada elemento. A ideia é do desenhista americano Keith Enevoldsen, de Seattle.
Na tabela interativa, pode-se aprender que o elemento túlio é essencial nas cirurgias a laser, que o estrôncio é usado nos fogos de artifício e o amerício, nos detectores de fumaça.
"Fiz a tabela que eu gostaria de ter quando era criança", disse Enevoldsen à BBC.
Do hidrogênio até...
A tabela periódica tradicional ordena os elementos químicos por número atômico (número de prótons), configuração dos elétrons e propriedades químicas.
Elementos que têm um comportamento químico semelhante ficam na mesma coluna.
A primeira versão da tabela periódica foi criada pelo químico e físico russo Dmitri Mendeleiev em 1869, e foi revolucionária ao prever as propriedades de elementos que ainda não tinham sido descobertos.
O primeiro elemento é o hidrogênio e o último é o de número 118, o ununóctio, que recentemente passou a ser chamado de oganessono, em homenagem ao físico nuclear russo Yuri Oganessian.
A União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac, na sigla em inglês) validou os elementos sintetizados mais recentemente em dezembro do ano passado.
'Para mim e meus filhos'


Mas como o americano Enevoldsen teve a ideia de fazer uma tabela com ilustrações modernas?
Além das ilustrações, a tabela interativa abre janelas detalhando cada elemento (Foto: Keith Enevoldsen)

"Nasci em 1956. Quando era criança, gostava das tabelas periódicas com figuras, mas elas nunca tinham boas imagens de todos os elementos", conta o desenhista.
Ele também foi inspirado por um escritor e bioquímico americano nascido na Rússia: Isaac Asimov, considerado um dos mestres da ficção científica.
"Também li um livro de Isaac Asimov, chamado Building Blocks of the Universe (algo como "Blocos de construção do Universo", em tradução livre), que tinha relatos maravilhosos sobre a história e os usos dos elementos. Gostava de saber, por exemplo, que os químicos que mexiam com telúrio acabavam com mau hálito e boca seca."
Foi assim que Enevoldsen resolveu criar o que sempre sonhara desde os tempos da escola: uma tabela periódica com imagens divertidas e importantes dos elementos químicos listados até o número 98.
"Queria que toda a tabela fosse colorida, com um desenho limpo, que não fosse cheia dos números dos pesos atômicos que, para as crianças, não servem para muita coisa."
O nióbio é usado em trens ultramodernos, como este no Japão
A tabela é interativa, como pede um mundo conectado por computadores. Assim, ao colocar o cursor sobre cada elemento, o quadradinho correspondente aparece ampliado em um quadrado maior na parte superior da tabela.
"Fiz a tabela para mim e meus filhos, e a coloquei na internet para que outras pessoas desfrutassem dela. Muitos estudantes, professores e pais dizem que ficaram encantados."
O trabalho do desenhista pode ser acessado neste site. Ainda não há uma versão em português.
Elementos 'amigos'
"Quero que as crianças saibam que aprender os elementos químicos pode ser divertido", diz Enevoldsen.
As ilustrações coloridas servem para chamar a atenção das crianças, que podem procurar mais informações em cada quadradinho que vai surgindo na tela.
"Espero que, graças a essa tabela, as crianças queiram conhecer os elementos como se estivessem conhecendo um novo amigo", afirma o desenhista americano.
"E quero que as ilustrações e palavras facilitem lembrar das informações."
"Na próxima vez que virem a palavra estrôncio, por exemplo, vão poder dizer: Ahhh, estrôncio é o que usam nos fogos de artifício...

La Suplication - FICA 2016

Olá queridos QUIMILOKOS de plantão!
Hoje venho trazer para vocês o vídeo ganhador do FICA deste ano de 2016! E adivinhem o tema: CHERNOBYL!!
Então já sabem que meu coração está a mil por hora, né?!
Seguem, logo mais, Ficha Técnica, Sinopse, algumas Curiosidades e, por fim, o próprio curta LA SUPLICATION!
Espero que gostem tanto quanto eu!!
Ficha Técnica
NOME ORIGINAL: La Supplication
PAÍS DE ORIGEM: Austria, Luxemburgo, Ucrânia
ANO: 2016
DURAÇÃO: 85 min
GÊNERO: Documentário, História
DIREÇÃO: Pol Cruchten
ROTEIRO: Svetlana Alexievich, Pol Cruchten
FOTOGRAFIA: Jerzy Palacz
MONTAGEM: Dominique Gallieni
MÚSICA: André Mergenthaler
FIGURINO: Tatyana Fedotova, Galina Otenko
ESTÚDIO: Red Lion
PRODUÇÃO: Jeanne Geiben
ELENCO: Dinara Drukarova, Igor Bershadskiy, Mariya Bondarenko, Jean-Philippe Bêche, Éric Caravaca, Andriy Chauk, Marc Citti, Laurence côte, Anais de Courson, Brigitte Faure, Nina Galena, Valeriy Gneushev, léo Grandperret, Evgeniy Gudgartz, Galina Korneeva

Sinopse

Cientistas, professores, jornalistas, casais e crianças falam da catástrofe de Chernobyl. Suas vozes formam uma suplicação, longa e terrível, porém necessária, que cruza fronteiras.

Curiosidades

- Selecionado para o FICA 2016: Festival Internacional de Cinema Ambiental;
- Festival de Minneapolis 2016: premiado como Melhor Documentário.

POKÈMON GO e Ciências

Oi oi ois!
Entrando "na onda" do jogo do momento, POKÈMON GO, resolvi postar um vídeo que me foi enviado no grupo Clube dos Nerds e Otakus, o qual administro no facebook.
Já ouvi de tudo acerca do jogo!! Respeito as opiniões [ o que é diferente de aceitá-las, ok?!], e peço o devido respeito aqui também! A ideia não é falar bem ou mal do jogo em si [e SIM, eu também jogo!!], mas mostrar propostas de aproveitamento do mesmo em sala de aula, afinal, acredito que quanto mais próximos estamos do universo de nossos alunos, mais temos seu interesse em nossas aulas, mesmo que ele não goste da disciplina.
Já vi utilização do jogo por professores de Geografia através da utilização dos mapas. Vi utilização em Matemática, principalmente no Pokèmon de cards. Vi também em Física, devido aos ângulos ao lançar as pokebolas; e quando assisti a esse vídeo, pensei com meus botões: "Taí uma base legal pra utilização nas aulas de Ciências!"
Então, lá vai: "10 Pokèmons da vida real"!
Espero que gostem, e mais, espero que possa ser útil!!
Um mol de abraços a todos!


100 ANOS DA TEORIA DA LIGAÇÃO QUÍMICA DE LEWIS


Vamos comemorar!!!

Gilbert Newton Lewis (1875-1946) graduou-se em química na Universidade de Harvard em 1896. Dois anos depois, defendeu seu mestrado, também em Harvard. Em 1899, obteve seu doutoramento (PhD), ainda em Harvard.
Sua obra mais famosa é “Valência e a estrutura de átomos e moléculas”, publicada em 1923, e que descreve as suas concepções sobre as ligações entre os átomos, desenvolvidas em artigos publicados anteriormente, destacando-se aquele publicado em 1916 no Journal of the American Chemical Society.
A Teoria de Lewis da Ligação Química se baseia no conceito de par de elétrons, e engloba todos os tipos de ligação química, mostrando relações entre substâncias iônicas, covalentes, moleculares e metálicas. Ele é mais abrangente e universal que os conceitos de Arrhenius e Bronsted-Lowry. É daqui que vem a ideia do conceito de ácidos de bases segundo Lewis, que tem especial importância na Química Orgânica, pois esse conceito não se restringe a sistemas aquosos.
Laureado com diversas distinções acadêmicas e científicas, contudo, não foi laureado com o Prêmio Nobel, apesar de ter sido indicado mais de 30 vezes para ele!
Na imagem, Lewis em seu laboratório em Harvard e reações tipicamente descritas segundo os conceitos de ligação de Lewis.

Escolhidos os nomes dos novos elementos da tabela periódica

Eles devem se chamar nihônio, moscóvio, tennessino e oganessono


Os quatro elementos acrescentados à tabela periódica em dezembro de 2015 já têm um provável nome oficial. A União Internacional de Física Pura e Aplicada (Iupap) e a União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac) recomendaram nesta quarta-feira (08/06) que o elemento químico 113 seja chamado de nihônio, o 115 de moscóvio, o 117 de tennessino e o 118 de oganessono.
O nome de um elemento pode se referir a um conceito ou personagem mitológico; a um lugar ou região geográfica; a um mineral ou substância similar; a uma propriedade do próprio elemento químico; ou a um cientista.
Uma comissão internacional de químicos e físicos indicada pelas duas instituições havia analisado as evidências de que esses novos elementos existem e a primazia da descoberta. Agora, seguindo a tradição, a comissão sugere que sejam aceitos os nomes indicados pelos grupos que produziram os novos elementos.
Foi sugerido que seja adotado o nome de nihônio, de símbolo Nh, para o elemento químico de número 113. Nihon é uma das duas formas de dizer “terra do sol nascente” em japonês e homenageia o país em que esse elemento químico foi descoberto em 2004. No Instituto Riken, pesquisadores conseguiram as provas mais robustas de que haviam produzido o agora dito nihônio ao lançar, a velocidades altíssimas, átomos de zinco contra um alvo de bismuto.
Também foi promovendo colisões de dois elementos químicos mais leves – o cálcio e o amerício – que, naquele mesmo ano, pesquisadores da Rússia e dos Estados Unidos obtiveram um elemento químico contendo 115 prótons em seu núcleo. Esse elemento passa a ser conhecido como moscóvio (Mc). É uma referência à capital russa, Moscou, vizinha à cidade de Dubna, onde está instalado o Instituto Conjunto de Pesquisa Nuclear (JINR), local em que foi feita parte dos experimentos.
A comissão internacional decidiu homenagear o estado norte-americano do Tennessee ao atribuir o nome tennessino (Ts) ao elemento de número 117. No Tennessee estão sediados o Laboratório Nacional Oak Ridge e a Universidade Vanderbilt, que já haviam descoberto outros elementos químicos além deste, obtido a partir da colisão de íons de potássio e berquélio.
O elemento químico 118, o oganessono ou Og, homenageia Yuri Oganessian, físico nuclear de origem armênia que coordenou a descoberta de vários novos elementos no JINR em Dubna. Em 2007, os pesquisadores de Dubna, trabalhando em colaboração com equipes dos Estados Unidos, bombardearam com potássio um alvo composto do elemento químico califórnio, produzindo o oganessono.
Oganessian é um dos autores de uma hipótese conhecida como ilha de estabilidade. Segundo essa proposta, elementos pesados contendo determinado número de partículas – prótons, de carga elétrica positiva, e nêutrons, sem carga elétrica – em seu núcleo seriam mais estáveis e existiriam por mais tempo do que outros. Essa é a segunda vez que se atribui o nome de um pesquisador vivo a um elemento químico. Antes do oganessono, a Iupac havia chamado de seabórgio o elemento químico de número 106 por causa de seu descobridor, o químico norte-americano Glenn Seaborg – ele estava vivo na época da nomeação e morreu em 1999.
Espaços preenchidos
Esses quatro elementos reconhecidos no final de 2015 completam os espaços vazios na sétima e última linha da tabela periódica, o quadro que organiza os elementos conhecidos até o momento e os agrupa segundo suas propriedades físicas e químicas (ver Pesquisa FAPESP nº 240). Os elementos 113, 115, 117 e 118 integram o grupo dos superpesados. Seus números correspondem à quantidade de prótons que cada um contém em seu núcleo – esse total é o chamado número atômico, que determina muitas das propriedades dos elementos e distingue um do outro. No caso dos elementos superpesados, esse número é muito maior do que o dos elementos encontrados espontaneamente na natureza. “Esses elementos desintegram-se muito rapidamente e só são obtidos por meio de colisões produzidas em aceleradores de partículas”, conta a física Alinka Lépine-Szily, professora sênior da Universidade de São Paulo (USP) e presidente da comissão de física nuclear da Iupap. Para identificar os novos elementos, é preciso detectar as partículas que eles emitem no momento da desintegração.

Os nomes propostos pela Iupap e pela Iupac ainda não são definitivos. Pelos próximos cinco meses eles ficarão disponíveis para consulta e contestação pública. “Acho muito difícil que sejam alterados”, diz Alinka. “Por tradição, os nomes são sugeridos pelos grupos que fizeram a descoberta e passam por uma extensa averiguação para verificar se não coincidem com o de compostos já conhecidos.”

Lista de Orgânica para estudar!

Boa tarde a todos!
Logo abaixo segue, escaneada uma lista que foi deixada para os 3ºs anos do CPMG - AS estudarem para a prova da semana que vem!
Divirtam-se, pessoas!
E, não se esqueçam que esta lista deve ficar anexada [e respondida, óbvio!] em seu caderno de sala de aula!
Um mol de abraços a todos vocês!!




PROJETO GELOTECA


Educar é um processo longo, que envolve várias etapas.
Pra mim, não existe coisa mais linda, sensação mais fantástica do que ver e vivenciar meus alunos em processo de construção de seu conhecimento! 
Hoje, inicia-se a concretização de mais um Projeto: a GELOTECA! 
Nas fotos ao longo desta postagem, vocês verão alunos do 3* ano de 2015 do CPMG-AYRTON SENNA desmontando uma geladeira desativada e lavando-a, preparando-a para que essa concretização pudesse se tornar realidade para este ano de 2016!
A GELOTECA é uma mini biblioteca móvel, com o objetivo de ampliar o hábito da leitura de TODOS da nossa Unidade Escolar!
Todos sabem que sou professora de Química, e não de língua portuguesa...mas o que parece que nem todos sabem, é que a educação é um processo que não se constrói de maneira isolada!!
A Química é inteiramente dependente de uma boa leitura e interpretação! Assim como também depende da matemática! Portanto, não é papel apenas do professor de língua portuguesa o incentivo à leitura! É uma função de qualquer cidadão! ! E nós, professores, mais ainda! !
Como sempre digo aos alunos: não existe livro bom ou livro ruim. Existem gostos diferentes por diferentes tipos de aventuras! Leia sempre! Se não tiver um livro à mão, leia bula de remédio, leia outdoor, cartazes espalhados pela cidade...mas LEIA SEMPRE! !
Encerro deixando o pedido de doação de livros à quem quiser/puder contribuir com nosso Projeto! Não precisa ser aluno deste ano! Não precisa ser aluno desta Unidade! Basta querer ajudar!
Um mol de abraços a todos!!!







Material para auxílio aos estudos!