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Semana de Integração da Uni-ANHANGUERA - 2012

Olá pessoas!!
Esta publicação de hoje é para lembrar meus alunos da Uni-ANHANGUERA sobre a nossa Semana de Integração!
"Os eventos são voltados para alunos dos cursos de Engenharia da Computação, Agronomia, Ciências Biológicas e Química.
Palestras, oficinas e minicursos vão movimentar alunos dos cursos de Engenharia da Computação, Agronomia, Ciências Biológicas e Química do Centro Universitário de Goiás - Uni-Anhanguera nos dias 6, 7 e 8 de novembro, durante a 2ª Semana de Integração do Núcleo de Ciências Exatas, Biológicas e da Saúde e 7ª Semana dos Cursos de Informática. As inscrições poderão ser realizadas até o dia 31, na Tesouraria da instituição."
Para realizar sua inscrição, siga as orientações no site da Uni-ANHANGUERA.
E, não se esqueçam:
O último dia para inscrição é HOJE!!

Um mol de abraços a todos!

ENEM 2013 - dica light

Olá pessoas queridas!!
A prova do ENEM se aproxima!
Fica aí uma dica aos meus alunos do CPMG - Ayrton Senna e do Colégio Estadual Jardim América, que acabei de ler no ESTADÃO.EDU, sobre alguns filmes [e quem é meu aluno sabe o quanto isso faz parte das minhas aulas!!Rsss!] que podem auxiliar nestes últimos momentos de revisão para a prova que se aproxima!
Vou anexar a reportagem completa aqui logo abaixo, destacando o filme[desenho] Wall.E, que trabalhamos em sala de aula!![Aaaaaamo quando essas coisas acontecem!Ainda não fui 'promovida a vidente'[kkkkkk], mas pelo jeito, logo logo eu chego lá!].
Segue a reportagem:

"Filmes podem ajudar no preparo para o exame.
Nesses poucos dias que antecedem o Enem, ainda é possível dar uma última revisada no conteúdo, mas filmes podem ajudar.

Nesses poucos dias que antecedem o Enem, ainda é possível dar uma última revisada no conteúdo. Moderação, no entanto, é palavra de ordem. A mente e o corpo precisam estar descansados para encarar a maratona de dez horas de provas - cinco horas por dia.
"O aluno deve se concentrar no básico e jamais tentar correr atrás do conteúdo perdido. Se ele não seguir essa dica, vai se desgastar e não conseguirá se concentrar nos exames", diz Luís Targa, professor das disciplinas de biologia e documentário do Colégio Vértice, do Campo Belo, zona sul. "Para aqueles que não conseguem ou não quererem diminuir o ritmo, filmes e músicas são uma ótima opção para rever parte de conteúdo."
De acordo com Targa, justamente por não terem caráter pedagógico as obras permitem aos estudantes fazer uma reflexão mais aprofundada sobre uma série de temas. "O que só traz pontos positivos quando se trata de uma prova como o Enem."
Em geral, as questões do exame não são conteudistas. Por outro lado, exigem muito dos candidatos a habilidade de interpretar textos. Os enunciados são longos e as provas, recheadas de gráficos para análise.
O professor do Vértice afirma que muitos filmes podem servir como material de estudo. Entre eles, não só os que abordam temas específicos sobre o conteúdo exigido, como O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias, que trata do período da ditadura militar no País, ou Arquitetura da Destruição, que traz uma análise sobre o nazismo, mas também aqueles que tratam de assuntos em pauta, como Pro Dia Nascer Feliz ou Quanto Vale ou É por Quilo?, que passeiam por abordagens ligadas ao preconceito e à educação. "Esses filmes podem servir como uma fonte de argumentos para que os alunos trabalhem com a questão das cotas, tanto as raciais quanto as sociais", diz Targa.
Renan Garcia Miranda, professor do Anglo, diz que os estudantes podem simplesmente rever os filmes que gostam ou ouvir novamente suas músicas preferidas, desde que o faça com uma abordagem diferente. "Os alunos já têm um repertório cultural", afirma. "Talvez seja muito mais prazeroso para eles buscar novas camadas de leitura e interpretação daquilo que já conhecem. Esse processo sempre lhe trará redescobertas."
"Livros, jornais e revistas também podem estar nesse roteiro de estudos", acrescenta a coordenadora do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi. "São recursos que podem até ajudar os alunos na prova de redação, seja na formulação dos argumentos seja enriquecendo o vocabulário", diz a professora. "Alunos que têm uma visão geral sobre o que está rolando na mídia terão muito mais recursos para se dar bem nas provas."
Segundo Alessandra, candidatos que precisam estudar mais um pouco para se sentir mais seguros devem no máximo se esforçar para resolver questões de provas anteriores ou fazer algumas redações, sempre procurando controlar o tempo para cada uma das partes. "A sexta-feira, no entanto, deve ser reservada, impreterivelmente, para descanso", afirma.
FILMOGRAFIA INDICADA
Ficção
- A Onda (Dennis Gansel)
- Quanto Vale ou É por Quilo? (Sergio Bianchi)
- Xingu e O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias (Cao Hamburger)
- Wall-E (Andrew Santon)
- O Preço do Amanhã (Andrew Niccol)
Documentários
- Arquitetura da Destruição (Peter Cohen)
- Janela da Alma (João Jardim e Walter Carvalho)
- O Veneno Está na Mesa (Sílvio Tendler)
- Pro Dia Nascer Feliz (João Jardim)"


DIVIRTAM-SE!!
Sim, aprender pode ser divertido!
=]
Boa sorte na prova!
Um mol de abraços a todos vocês!

Goiânia, 25 anos depois do acidente com Césio-137

Goiânia, 25 anos depois: 'Perguntam até se brilhamos', diz vítima

Odesson Alves Ferreira, 57 anos, teve um dedo amputado após o acidente
Foto: Mirelle Irene/Especial para Terra
O tempo não foi um aliado das vítimas do césio 137. Após 25 anos do maior acidente radioativo do Brasil, as pessoas que tiveram contato direto ou indireto com a cápsula contaminada ainda sofrem. Vivem marcadas pela expectativa sempre presente de desenvolver doenças decorrentes à exposição ou pelo estigma perante à sociedade, nunca superado. "A gente sofre preconceito até hoje. As pessoas sempre perguntam se o fato de se estar perto de nós, ou se ao nos tocar, não estaríamos contaminando elas, se não é perigoso. Ou até mesmo se é verdade que nós brilhamos à noite. Perguntas desse tipo", afirmou Odesson Alves Ferreira, 57 anos, presidente da Associação das Vítimas do Césio 137.
GO: 'Tive tudo para morrer', diz ex-repórter de TV que cobriu acidente
Novo acidente radioativo no Brasil é improvável, diz Cnen
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GO: vítimas da radiação serão monitoradas por até 100 anos
Por causa disso, quem foi exposto ao material ou teve contato com contaminados prefere não falar sobre o assunto. "Quando vão ao hospital, por exemplo, muitas, ao invés de contar suas histórias, se calam, porque têm medo de falar", disse o presidente da associação.
Odesson disse que teve cerca de 50 pessoas da sua família envolvidas direta ou indiretamente no acidente. Ele é irmão de Devair Ferreira, dono do ferro-velho onde a cápsula foi aberta. No ano do acidente, Devair perdeu a cunhada Maria Gabriela e a sobrinha Leide, filha de outro irmão, Ivo Ferreira. Todos em decorrência da contaminação radioativa. Ele próprio teve sequelas nas mãos, ao manusear fragmentos de césio durante uma visita à casa de Devair. Ficou três meses confinado com outras vítimas para tratamento. Teve um dedo amputado na mão direita e um outro dedo atrofiado na mão esquerda. Seus dois filhos, com 12 e 14 anos na época, também foram afetados pela radiação.
Caminhoneiro e motorista de ônibus aposentado aos 32 anos por causa das sequelas nas mãos, Odesson diz que o preconceito o impediu de voltar a trabalhar. "Quando voltei na empresa que trabalhava, para tentar ocupar outra função, o médico da empresa não quis nem pegar o documento do INSS que eu levava. Aí eu percebi que a coisa era grave", disse. Odesson lembra que, antes do acidente, era fã de filme de ficção científica. "Mas jamais achei que aconteceria comigo. E não foi ficção, foi uma dura realidade."
Problemas psicológicos
Odesson acredita que o acidente provocou um problema social por ter afetado psicologicamente as vítimas. Para ele, muitas delas, mesmo que não tenham falecido de doenças diretamente relacionadas à exposição ao césio, acabaram consumidas pela tragédia. "Nós não podemos fazer nexo causal, porque, infelizmente a ciência não nos garante isso. No atestado de óbito do Devair, por exemplo, consta como causa da morte cirrose hepática. Mas o que levou ele a beber quatro garrafas de cachaça por dia? Ele mesmo dizia que tinha provocado o acidente, se sentia culpado por aquilo. Ele se suicidou. Temos outras vítimas que tentaram suicídio, mais de duas vezes", relatou. Odesson lembrou também do outro irmão: "O Ivo morreu de efizema pulmonar, mas algo o levou a fumar seis maços de cigarro por dia. Ele se sentia culpado por levar fragmentos do césio e entregar para a filha", afirmou.
O presidente da associação disse que a dificuldade de comprovar mortes ou doenças em decorrência da contaminação agrava a situação das vítimas. Mas, para ele, não há como ignorar a herança do césio. "Um dos indícios é a ocorrência de cinco ou seis doenças ao mesmo pleito, ou desencadeamento de doenças precoces. Dentro do grupo tem gente que desenvolve osteosporose e pressão alta com 20 anos. Isso não é normal", apontou.
A associação que Odesson comanda foi criada em 13 de dezembro de 1987, por moradores da rua 57, onde a cápsula de césio 137 começou a ser desmontada. "O pessoal vinha e tirava mesas, cadeiras e outros móveis da casa deles e jogavam fora e eles não conseguiam ter acesso às autoridades para serem ressarcidas. A saída foi criar uma instituição para ter força jurídica", disse.
Hoje, a associação tem 1.194 inscritos, aceitos sob alguns critérios, como comprovação de que foi vítima direta ou indireta do acidente, ou ter morado em uma das localidades afetadas, ou, ainda, ser descendente de vítima direta. Mesmo sem ter sede própria, a associação provê assistência jurídica e outros serviços aos afetados. "Nosso maior desafio é garantir a assistência integral. Eu já nem luto por indenização, mas se a associação decidir, vamos lutar por isso também", destacou. Segundo ele, só os parentes das quatro pessoas que morreram comprovadamente por contaminação direta com o césio receberam indenização do Estado. "No caso do meu irmão Ivo, deu para ele comprar na época uma carroça e uma égua", disse. Nos cálculos da associação, 960 pessoas ainda tentam receber indenização nos últimos 25 anos. "Isso em um universo de 1.600 que foram afetadas direta ou indiretamente", contou.
Odesson, atualmente, dá palestras pelo Brasil sobre o acidente radiológico de Goiânia, mas acredita que há muito despreparo ainda sobre o tema. "O Brasil não está preparado para outro acidente, a Cnem (Comissão Nacional de Energia Nuclear) nunca fez outro treinamento e nem oficina para discutir o que foi feito em Goiânia. Muitos técnicos que atuaram na época já se aposentaram. Tudo está caindo no esquecimento", lamenta. Por fim, questionado de quem seria a culpa do acidente, Odesson culpa a negligência dos donos do IGR, a clínica onde a cápsula foi abandonada, a vigilância sanitária e o Cnem. "Quem foi o mais culpado eu não sei, mas eu condenaria os três."
Os detalhes da tragédia
No dia 13 de setembro de 1987, no Centro de Goiânia, dois catadores de lixo descobrem um aparelho de radioterapia abandonado. Com a intenção de vender o metal, a dupla leva até um ferro-velho localizado na rua 57 do Setor Aeroporto. O dono do estabelecimento, Devair Alves Ferreira, compra o material e, naquele noite, abre a cápsula e encontra um pó que emitia um brilho azul. Maravilhado com a coloração, ele leva para dentro de casa e mostra para a cunhada, Maria Gabriela Ferreira, e para o restante da família. Sem ter noção do que tinha nas mãos, ele passou dias mostrando para amigos, vizinhos e parentes, o seu achado. Alguns até levaram porções do pó para casa, como o seu irmão Ivo. Nesse meio tempo, Devair e sua família começam a apresentar os sintomas da radiação, como tonturas, náuseas e vômitos.
Alertada por vizinhos, a cunhada de Devair desconfiou que os problemas de saúde tinham origem na cápsula. De ônibus, ela levou o material até a Vigilância Sanitária. Os doentes, que já apresentavam queimaduras, eram tratados no Hospital de Doenças Tropicais. Somente no dia 29 de setembro foi constatado que o produto levado por Maria Gabriela era radioativo e se tratava do césio 137, uma substância que não existe na natureza e é resultado da queima do Urânio 235 dentro de um reator nuclear.
A Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) foi acionada. O pânico se espalhou por Goiânia. A Cnen monitorou os níveis de radioatividade de mais de 110 mil pessoas, no Estádio Olímpico. Encontrou radiação em 271 delas, sendo que 120 tinham rastros em roupas.
No dia 1º de outubro daquele ano, 14 pessoas, em estado grave, foram levadas para o Hospital Marcílio Dias, no Rio de Janeiro. Poucas semanas depois, quatro delas morreram. A primeira foi Leide das Neves Ferreira, 6 anos, a sobrinha do dono do ferro-velho e que se tornou o maior símbolo da tragédia. No mesmo dia, Maria Gabriela Ferreira, 37 anos, perdia a vida também. Morreram ainda outros dois jovens, Israel Batista dos Santos, 22 anos, e Admilson Alves de Souza, 18 anos. Os quatro foram os únicos mortos segundo dados oficiais. A Associação das Vítimas do Césio 137, no entanto, aponta que nesses 25 anos 104 pessoas tenham morrido e cerca 1,6 mil tenham sido afetadas de forma direta.
Os responsáveis pela tragédia foram condenados por homicídio culposo, ou seja, sem intenção de matar e cumpriram penas brandas. Em fevereiro de 1996, quase dez anos depois do acidente, os médicos Carlos Bezerril, Criseide Castro Dourado e Orlando Alves Teixeira e o físico hospitalar Flamarion Barbosa Goulart foram senteciados a três anos e dois meses de prisão em regime aberto. Os médicos e o físico tiveram que prestar serviços à comunidade.
A decisão foi do Tribunal Regional Federal de Brasília, que modificou as penas impostas pela Justiça de Goiânia. Em 1992, todos os envolvidos tinham recebido penas mais brandas, mas um recurso impetrado junto ao TRF alterou toda a situação.
Sócios na Clínica de Radiologia de Goiânia, Carlos, Criseide e Orlando foram considerados os principais responsáveis pelo acidente. Eles deixaram, na sede da clínica, uma bomba radioativa. Com a retirada de telhas, portas e janelas, o prédio ficou desprotegido e a bomba acabou chamando a atenção de catadores.
O ferro-velho e outras residências da região foram destruídas, assim como os pertences das famílias envolvidas, gerando toneladas de rejeitos radioativos. Um depósito foi construído em Abadia de Goiás, cidade ao lado de Goiânia. Em 1987, quando os rejeitos foram levados para lá, Abadia de Goiás ainda não era um município.

FONTE:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6150380-EI306,00-Goiania+anos+depois+Perguntam+ate+se+brilhamos+diz+vitima.html

Voluntários que ajudaram na descontaminação, cerca de 11 dias após a abertura da cápsula.
Transferência dos contaminados para o Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro

Monitoração da cápsula do césio por agentes da vigilância sanitária.



Enterro de duas das vítimas

Não sei se choro ou se desespero...


MEC vai propor a fusão de disciplinas do ensino médio

FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO


O Ministério da Educação prepara um novo currículo do ensino médio em que as atuais 13 disciplinas sejam distribuídas em apenas quatro áreas (ciências humanas, ciências da natureza, linguagem e matemática).
A mudança prevê que alunos de escolas públicas e privadas passem a ter, em vez de aulas específicas de biologia, física e química, atividades que integrem estes conteúdos (em ciências da natureza).
A proposta deve ser fechada ainda neste ano e encaminhada para discussão no Conselho Nacional de Educação, conforme a Folha informou ontem. Se aprovada, vai se tornar diretriz para todo o país.
Editoria de arte/Folhapress
Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os alunos passarão a receber os conteúdos de forma mais integrada, o que facilita a compreensão do que é ensinado.
"O aluno não vai ter mais a dispersão de disciplinas", afirmou Mercadante ontem, em entrevista à Folha.
Outra vantagem, diz, é que os professores poderão se fixar em uma escola.
Um docente de física, em vez de ensinar a disciplina em três colégios, por exemplo, fará parte do grupo de ciências da natureza em uma única escola.
Ainda não está definida, porém, como será a distribuição dos docentes nas áreas.
A mudança curricular é uma resposta da pasta à baixa qualidade do ensino médio, especialmente o da rede pública, que concentra 88% das matrículas do país.
Dados do ministério mostram que, em geral, alunos das públicas estão mais de três anos defasados em relação aos das particulares.
Educadores ouvidos pela reportagem afirmaram que a proposta do governo é interessante, mas a implementação é difícil, uma vez que os professores foram formados nas disciplinas específicas.
O secretário da Educação Básica do ministério, Cesar Callegari, diz que os dados do ensino médio forçam a aceleração nas mudanças, mas afirma que o processo será negociado com os Estados, responsáveis pelas escolas.
Já a formação docente, afirma, será articulada com universidades e Capes (órgão da União responsável pela área).
Uma mudança mais imediata deverá ocorrer no material didático. Na compra que deve começar neste ano, a pasta procurará também livros que trabalhem as quatro áreas do conhecimento.
Organização semelhante foi sugerida em 2009, quando o governo anunciou que mandaria verbas a escolas que alterassem seus currículos. O projeto, porém, era de caráter experimental.

FONTE DA REPORTAGEM:

Bom, não tenho muito o que falar sobre a reportagem em si...mas senti 'um quê' de desinteresse e menosprezo por Química, Física e Biologia...um único professor ser o 'grupo de ciências' da escola!!
o.0
Ainda não consegui 'comprar' esta ideia...e VOCÊ, o que me diz?!
.
Um mol de abraços a todos!

Niels Henrik David Bohr

Niels Henrik David Bohr
Niels Henrik David Bohr, filho de Christian Bohr, e de Ellen Adler, nasceu a 7 de Outubro de 1885 em Copenhaga, Dinamarca. O seu pai, que era professor de fisiologia na Universidade de Copenhaga, desde cedo o incentivou a estudar física e matemática e proporcionou-lhe o acesso à leitura e à cultura.
Em 1903, Niels matriculou-se na Escola Secundária de Gammelholm. Mais tarde, Bohr entrou para a Universidade de Copenhaga, onde foi influenciado pelo Professor Christiansen, um físico bastante reconhecido e prestigiado na época. Obteve em 1906 o grau de mestre e em Maio de 1911 obteve o grau de doutor com a tese "Studies on the electron theory of metals", que dedicou a seu pai, falecido meses antes.
Enquanto estudante, um anúncio, da Academia de Ciências de Copenhaga, de um prémio para quem resolvesse um determinado problema científico levou-o a realizar uma investigação teórica e experimental sobre a tensão da superfície provocada pela oscilação de jatos fluídos. Por este trabalho, levado a cabo no laboratório do seu pai, e publicado pela Royal Society em 1908, Bohr foi condecorado pela Academia de Ciências dinamarquesa com uma medalha de ouro.
  Bohr continuou as suas investigações. No Outono de 1911, Bohr mudou-se para Cambridge, onde trabalhou no Laboratório Cavendish sob a orientação de J. J. Thomson. Na Primavera de 1912, Niels Bohr passou a trabalhar no Laboratório do Professor Rutherford, em Manchester. Aí realizou um importante trabalho sobre a absorção de raios alpha, que viria a ser publicado na "Philosophical Magazine", em 1913.
De regresso à Dinamarca, em 1913, Bohr passou a dedicar-se ao estudo da estrutura do átomo, baseando-se na descoberta do núcleo atómico, realizada por Rutherford. Bohr acreditava que, utilizando a teoria quântica de Planck, seria possível criar um novo modelo atómico, capaz de explicar a forma como os electrões absorvem e emitem energia radiante.
 
Em 1913, Bohr , estudando o átomo de hidrogénio, conseguiu formular um novo modelo atómico. A teoria de Bohr sobre a constituição do átomo, que foi sucessivamente enriquecida, representou um passo decisivo no conhecimento do átomo. A sua publicação teve uma enorme repercussão no mundo científico e permitiu a Bohr alcançar grande prestígio e reputação. De 1914 a 1916 foi professor de Física Teórica na Universidade de Victoria, em Manchester. Mais tarde, voltou para Copenhaga, onde foi nomeado diretor do Instituto de Física Teórica em 1920.
Pelas suas investigações sobre a estrutura atómica à luz da Mecânica Quântica, ganhou em 1922 o Prémio Nobel da Física. Nesse mesmo ano, publicou a obra "The Theory of Spectra and Atomic Constitution", cuja segunda edição foi publicada em 1924.
Em 1933, juntamente com seu aluno Wheeler, Bohr aprofundou a teoria da fissão, evidenciando o papel fundamental do urânio 235. Estes estudos permitiram prever também a existência de um novo elemento, descoberto pouco depois: o plutónio. Um ano depois publicou o livro "Atomic Theory and the Description of Nature", que foi reeditado em 1961. Em Janeiro de 1937, participou na Quinta Conferência de Física Teórica, em Washington, na qual defendeu a interpretação de L. Meitner e Otto R. Frisch, também do Instituto de Copenhaga, para a fissão do urânio.
Durante a ocupação nazi da Dinamarca, refugiou-se em Inglaterra e posteriormente nos Estados Unidos, onde ocupou o cargo de consultor do laboratório de energia atómica de Los Alamos. Neste laboratório, alguns cientistas iniciavam a construção da bomba atómica. Compreendendo a gravidade da situação e o perigo que essa bomba poderia representar para a humanidade, Bohr dirigiu-se a Churchill e Roosevelt, num apelo (em vão) à sua responsabilidade de chefes de Estado, tentando evitar a construção da bomba atómica.
Regressou à Dinamarca, onde foi eleito presidente da Academia de Ciências. Bohr continuou a apoiar as vantagens da colaboração científica entre as nações e foi promotor de congressos científicos organizados periodicamente na Europa e nos Estados Unidos. A sua luta em defesa da preservação da paz, por ele considerada como condição indispensável para a liberdade de pensamento e de pesquisa, valeu-lhe a atribuição, em 1957, do U.S. Atoms for Peace Award (Prémio Átomos para a Paz). Faleceu a 18 de Novembro de 1962, em Copenhaga, Dinamarca, vítima de uma trombose, aos 77 anos de idade.
 

Um ótimo dia!
Um mol de abraços a todos!!!

Ernest Rutherford

Ernest Rutherford nasceu na Nova Zelândia e, tal como seus onze irmãos, trabalhou cultivando as terras do pai. Por ser um aluno bem-sucedido, ganhou uma bolsa de estudos para cursar a Universidade da Nova Zelândia. Foi ali que se interessou pela Física. Mais tarde, recebeu outra bolsa, dessa vez para a Universidade de Cambridge, na Inglaterra. (É curioso saber que ele era o segundo colocado nesse concurso, mas o vencedor desistiu da viagem para se casar).
Em Cambridge, Rutherford trabalhou com J. J. Thomson. Depois, viveu algum tempo no Canadá, voltando à Nova Zelândia para se casar. Por fim, instalou-se definitivamente na Inglaterra.
Por influência dos trabalhos de Becquerel, Rutherford começou a pesquisar radiatividade. Da mesma forma que o casal Curie, identificou diferentes tipos de emissões radiativas. Aos dois primeiros, deu os nomes de raios alfa e raios beta. Em 1900 foi descoberto o terceiro tipo, que Rutherford demonstrou serem radiações eletromagnéticas, dando-lhes o nome de raios gama .
A partir de 1902, realizou trabalhos que levaram à demonstração de que o urânio e o tório se modificavam no processo radiativo, originando outros elementos. Cada nova forma assim originada permanecia estável por um tempo característico, o que o levou a formular o conceito de meia-vida de um isótopo radiativo.
Com o alemão Hans Geiger, mostrou que os raios alfa eram, na verdade, átomos de hélio desprovidos de elétrons. Essa constatação o levaria a propor, em 1914, que os átomos também continham partículas positivas, a que chamou de prótons. Essas partículas contrabalançariam a carga negativa dos elétrons.
Em 1908, Rutherford realizou uma famosa experiência, na qual bombardeou com partículas alfa uma folha de ouro delgadíssima. Verificou que a grande maioria das partículas atravessava a folha sem se desviar. Concluiu, com base nessas observações e em cálculos, que os átomos de ouro - e, por extensão, quaisquer átomos - eram estruturas praticamente vazias, e não esferas maciças. Numa minúscula região de seu interior estaria concentrada toda a carga positiva, responsável pelo desvio de um pequeno número de partículas alfa. Distante dessa região, chamada núcleo, circulariam os elétrons. Em 1908, Rutherford recebeu o Prêmio Nobel de Química por seus trabalhos.
Mais tarde, ele conseguiria também transmutar artificialmente um elemento em outro (nitrogênio em oxigênio).
Em 1919, sucedeu J. J. Thomson na direção do Laboratório Cavendish e tornou-se professor catedrático da Universidade de Cambridge. Foi, depois, presidente da Royal Society e também recebeu o título de barão.
Apesar de todos os seus trabalhos, Rutherford não acreditava que a energia contida no núcleo atômico pudesse vir a ser utilizada sob controle. Dois anos após a sua morte, porém, o alemão Otto Han descobriria o processo para efetuar a fissão controlada do urânio.


Um ótimo dia a todos!!!
Um mol de abraços! 

Joseph John Thomson

A cidade de Manchester, na Inglaterra, é famosa por suas numerosas e riquíssimas bibliotecas. A de John Ryland, por exemplo, formada por uma coleção do segundo duque de Spencer e pelos antiquíssimos manuscritos do duque de Crawford, contém incunábulos renascentistas, bíblias do tempo de Gutenberg e obras de luxo que remontam ao século XVII. Existem muitas outras, especializadas, como a de História Local, a Judaica, a Americana e a de Coleções Especiais. Particularmente importante é a que fica num edifício de pedras em estilo gótico à Rua Chenel, no subúrbio de Chetham. É a mais antiga biblioteca pública da Inglaterra, pois foi fundada em 1653 pelo testamento do comerciante Humphrey Chetham.
Todas elas certamente formaram uma tradição que se fez pesar na escolha de profissão do Sr. Thomson, típico pequeno burguês da cidade. Ele fundou uma livraria muito conceituada, tanto que passou a ser freqüentada por muita gente importante, como o famoso físico Joule, ao qual um dia apresentou seu filho.
O orgulho do livreiro era um jovenzinho de catorze anos, em cujos olhos assustados se podia perceber uma inteligência superior. Tinha nascido a 18 de dezembro de 1856 e recebido o nome de Joseph John.
A mãe parecia ter saído das páginas de um romance de Dickens; tímida, de pequena estatura, grandes olhos negros e maneiras muito amáveis. Apesar de aparentemente frágil, teve forças para cuidar sozinha da educação do menino, após a prematura morte do pai, antes dos quarenta anos.
Pouco antes disso, o Sr. Thomson tinha matriculado o adolescente na melhor escola de Manchester, o Owens College. Ali ele poderia receber ótima educação a fim de preparar-se para estudar engenharia, carreira que sempre o pai lhe desejara.
Com muito esforço e sacrifícios pessoais, a mãe conseguiu fazer prosseguir os estudos do rapaz e viu coroado de êxito seu empenho quando J.J., como viria a ser chamado por toda a vida, se diplomou brilhantemente em Owens, tendo inclusive publicado um trabalho sobre o fenômeno da eletrização por contato.
Por ter sido excelente aluno, um dos professores sugeriu-lhe que tentasse o ingresso no célebre Trinity College, em Cambridge. Da primeira vez não foi bem sucedido, mas no ano seguinte, 1876, recebeu uma bolsa de estudos que lhe permitia viver, ainda que modestamente. Sensibilizada pelo estudante pálido e magro, modesto e gentil, que varava as noites devorando livros, a dona da pensão que o abrigava cuidava de aquecer-lhe o quarto contra os rigores do inverno.
Cambridge significava para J.J. não apenas um excelente meio de desenvolvimento intelectual, mas também de ascensão social para quem, como ele, viera da classe média.
E foi, provavelmente, essa inclinação que o fez participar brilliantemente do famoso "mathematical trips", exame que tinha caráter de competição esportiva, revelando o aspecto um pouco escolástico adquirido pela disciplina em Cambridge. Para essa maratona intelectual, J.J. preparou-se com afinco durante três anos e obteve o segundo lugar, provavelmente por causa de sua lentidão no escrever.
Prêmio mais significativo recebeu anos depois, em 1883, por seu trabalho sobre movimentos vorticosos. Era o Adam's Prize, e mareava o início de suas preocupações com a estrutura do átomo.
Essas preocupações desenvolveram-se muito quando passou a trabalhar na determinação da unidade eletromagnética e eletrostática no laboratório Cavendish, sob direção de Lord Rayleigh, ao qual viria suceder em 1884. Resultado desse trabalho foram as Notes on Recent Researchs in Electricity and Magnetism, publicadas em 1893 e que constituem uma seqüência dos dois volumes do Treatise on Eleciricity and Magnetism de Maxwell, chegando mesmo a ser considerado seu terceiro volume.
Em 1895 vêm à luz os Elements of the Mathematical Theory of Electricity and Magnetism. Um ano depois está na Universidade de Princeton proferindo uma série de conferências em que aborda os fenômenos produzidos pelas descargas elétricas nos gases.
(Tubo de raios catódicos)
Tubo de raios catódicos
Era chegado o momento em que iria comunicar sua maior obra como investigador experimental. Ela começara no laboratório Cavendish quando se dedicava aos gases rarefeitos. Os estudos sobre as descargas através desses gases tinham conduzido à descoberta de uma radiação que emanava do tubo de descarga, propagava-se em linha reta, era detida por um obstáculo fino e transmitia um impulso aos corpos contra os quais se lançava. Foram chamados de raios porque se propagavam em linha reta, e católicos porque pareciam emanar do cátodo da descarga elétrica.
Os pesquisadores ingleses achavam que a radiação era de natureza corpuscular. Isso porque Crookes tinha descoberto que a trajetória dos raios se curvava quando em presença de um campo magnético. Além disso, Perrin tinha descoberto que transportavam carga elétrica negativa. Ao contrário, os alemães, especialmente Hertz, sustentavam seu caráter eletromagnético.
Thomson estava decidido a defender a teoria corpuscular partindo para a experimentação. Após sucessivas tentativas, conseguiu medir a razão carga / massa dessas partículas e descobriu que seu valor era aproximadamente mil vezes maior que o observado na eletrólise dos líquidos. Imediatamente procurou medir a carga de eletricidade conduzida por vários íons negativos, e chegou à conclusão de que era a mesma tanto na descarga gasosa quanto na eletrólise. Constatava-se, assim, que as partículas constituintes dos raios catódicos eram muito menores que qualquer átomo conhecido, por pequeno que fosse: eram os elétrons.
(Átomo de Thomson)
Átomo de Thomson
Essa descoberta contou com a colaboração de muitos outros cientistas como Wiecher, Perrin, Kaufmann, Townsend e Wilson. Mas foi Thomson o primeiro a intuir que os elétrons são corpúsculos dotados de carga elétrica e de massa e, principalmente, que fazem parte de toda matéria do Universo. Formulou uma teoria sobre a estruturado átomo: Para ele, o átomo era uma esfera maciça com carga positiva. Os elétrons estariam presos à superfície da esfera e contrabalançariam a carga positiva. Esse modelo ficou conhecido como "pudim de massas", e seria mais tarde substituído pelo modelo de Rutherford, discípulo de Thomson.
A primeira vez que anunciou o resultado de suas investigações foi numa conferência na, Royal Institution, a 30 de abril de 1897. Dois anos depois, num congresso realizado em Dover, expôs suas idéias a numerosos colegas, encontrando porém muita hostilidade e pouco crédito. Isso acentuou uma certa tendência para o trabalho independente, embora sempre aconselhasse os alunos a trabalhar em equipe.
Foi, porém, com muito espírito de equipe que dirigiu o laboratório Cavendish, depois da saída de Lord Rayleigh. A eleição foi muito dificultada por outros pretendentes, devido à sua pouca idade. Não tinha completado trinta anos - e os cientistas mais velhos julgavam ter maior merecimento para cargo tão cobiçado.
Apesar de tudo, foi eleito e o laboratório sofreu grandes transformações. A pesquisa deixou de ser um problema pessoal de cada um, tornando-se trabalho coletivo. A colaboração de estudiosos de outras universidades, inclusive estrangeiras, foi incrementada. Rutherford, Townsend, Langevin, Wilson, Barkla, Aston, Bragg e Appleton ali realizaram pesquisas relevantes. Thomson não só acompanhava os estudos de cada um, como favorecia as discussões e trocas de idéias em grupo.
(Thomson em seu laboratório)
Thomson em seu laboratório
Não descuidava, entretanto, de comunicar as descobertas, o que fazia sempre em prosa elegante nos vários livros publicados. Em 1903, aparece a Conduction of Electricity through Gases, onde relata investigações que lhe valeram a obtenção do prêmio Nobel em 1906.
Não pararam aí suas contribuições para a história da física. Extremamente importante foi a descoberta de um novo método para a separação de diferentes espécies de átomos e moléculas. Consistia em usar íons positivos cuja deflexão num campo magnético ou elétrico varia com a massa atômica. Esse método levou à descoberta de muitos isótopos, quando empregado por pesquisadores como Aston, Dempster e outros. Teve também como resultado a possibilidade de calcular a difusão das radiações eletromagnéticas que atingem os elétrons dos átomos. É hoje chamada teoria do espalhamento de Thomson.
Quando a Europa foi conturbada pela Primeira Guerra Mundial, Thomson foi obrigado, juntamente com outros cientistas, a dedicar-se às pesquisas militares. Para perturbar ainda mais seu trabalho como investigador puro, teve que deixar a direção do laboratório Cavendish por ter sido eleito presidente da Royal Society e diretor do Trinity College.
Todas essas novas tarefas não eram de seu gosto. O que o interessava mesmo era a pesquisa científica experimental.
Não tinha outros interesses culturais, e ninguém se recorda de citações literárias em seus escritos. Talvez porque não ultrapassasse o nível dos escritores policiais e dos romancistas vitorianos, apesar da livraria do pai e das magníficas bibliotecas de Manchester, que conheceu na infância. Em matéria de música era pior ainda: à música erudita preferia as operetas.
Outro aspecto de sua personalidade não combinava com a estatura do cientista: a exagerada parcimônia e espírito de lucro. Sabia operar na Bolsa muito bem, transformava em fonte de lucro até um "hobby", vendendo a alto preço uma excelente coleção de flores do campo que cultivara. Os colegas reclamavam porque não era nada generoso nas ajudas financeiras ao laboratório, sempre necessárias.
Era, porém, fisicamente muito forte e ativo, jamais caindo doente até os sessenta anos. Corno bom inglês amava as longas caminhadas e as partidas de "rugby". Em tudo revelava um temperamento extrovertido e individualista ao mesmo tempo. Entusiasmado com todos os empreendimentos, afável com todas as pessoas, alegre nas reuniões, tudo isso formava uma pessoa indiscutivelmente simpática.
Foi certamente essa simpatia, aliada ao prestígio como cientista e professor, que cativou uma estudante de física chamada Rose Paget. A ligação entre os dois, no entanto, não foi livre de angústias e frustrações. J.J. não podia casar-se como membro do College, e teve que esperar até 1890, quando a obsoleta proibição foi suspensa.
A partir daí a vida do casal foi extremamente fecunda, tanto que resultou em outro cientista notável, o filho George, colaborador do pai e ganhador do prêmio Nobel de física, em 1937.
Três anos depois, no dia 30 de agosto de 1940, terminava a longa existência daquele que fora um dos iniciadores da era nuclear, para a qual contribuíra de maneira decisiva quando, meio século antes, descobriu o elétron.

Fonte do texto e das imagens: www.saladefisica.com.br

Tenham todos um ótimo dia!
E, é claro, um FELIZ DIA DOS PAIS aos papais queridos, em especial ao meu pai e, é claro, ao meu marido, um pai mais que exemplar!!
Um mol de abraços a todos!!

John Dalton

John Dalton
Químico e físico inglês, fundador da teoria atômica moderna, John Dalton nasceu em Eaglesfield, Cumberland, a 6 de setembro de 1766, e faleceu em Manchester, a 27 de julho de 1844. De excepcional pendor para o magistério, Dalton dedicou a vida ao ensino e à pesquisa. Com apenas 12 anos, substituiu seu professor John Fletcher, na Quaker’s School de Eaglesfield. Em 1781 transferiu-se para Kendal, onde lecionou numa escola fundada por seu primo, George Bewley. Partiu para Manchester em 1793, estabelecendo-se aí definitivamente.
Em Manchester, ensinou matemática, física e química no New College. Pesquisador infatigável, devotou-se à meteorologia, para a qual contribuiu com numerosos trabalhos originais, à física, à química, à gramática e à lingüística. Seu nome, contudo, passou à história da ciência pela criação da primeira teoria atômica moderna e pela descoberta da anomalia da visão das cores, conhecida por daltonismo. Em 1794, depois de haver procedido a numerosas observações sobre certas peculiaridades da visão, Dalton descreveu o fenômeno da cegueira congênita para as cores, que se verifica em alguns indivíduos. O próprio Dalton apresentava essa anomalia.
A 21 de outubro de 1803 Dalton apresentou à Literary and Philosophical Society (Sociedade Literária e Filosófica), de Manchester, uma memória intitulada Absorption of gases by water and others liquids (Absorção de gases pela água e outros líquidos), na qual estabeleceu os princípios básicos de sua famosa teoria atômica. Suas observações sobre o aumento da pressão dos gases com a elevação da temperatura e a descoberta de que todos os gases apresentam o mesmo coeficiente de expansão foram também verificadas, independentemente dele, por Gay-Lussac.
Dalton estabeleceu então que "a pressão total de uma mistura de gases é igual à soma das pressões parciais dos gases que a constituem". Considera-se pressão parcial a pressão que cada gás, isoladamente e à mesma temperatura, exerceria sobre as paredes do recipiente que continha a mistura. Esse princípio só se aplica aos gases ideais.
Dalton desenvolveu sua teoria atômica numa série de conferências que proferiu na Royal Institution de Londres, nos anos de 1805 e 1804. Em 1807, com o seu consentimento, Thomas Thomson incluiu um sumário da teoria atômica na terceira edição de sua obra System of chemistry (Sistema de química). O próprio Dalton, no ano seguinte, no primeiro volume do seu New system of chemical philosophy (Novo sistema de filosofia química), apresentou as bases de sua nova teoria.
Partindo, então, das investigações sobre a composição dos diferentes óxidos de nitrogênio, Dalton estabeleceu a lei das proporções múltiplas, conhecida também como lei de Dalton.
A lei de Dalton pode ser assim enunciada:
Se a massa m de uma substância química S pode combinar-se com as massas m’1, m’2, m’3 etc. de uma substância S’, dando origem a compostos distintos, as massas da substância S’ estarão entre si numa relação de números inteiros e simples.
Para o estabelecimento dessa lei, Dalton baseou-se na sua teoria atômica. Recorde-se, todavia, que sua teoria fundamentava-se no princípio de que os átomos de determinado elemento eram iguais e de peso invariável. Na época em que ele estabeleceu essa lei não eram ainda conhecidas as fórmulas moleculares dos compostos. Determinavam-se, porém, experimentalmente, com certa aproximação, as proporções ponderais dos elementos constituintes dos compostos.
A teoria atômica de Dalton pode condensar-se nos seguintes princípios:
  • os átomos são partículas reais, descontínuas e indivisíveis de matéria, e permanecem inalterados nas reações químicas;
  • os átomos de um mesmo elemento são iguais e de peso invariável;
  • os átomos de elementos diferentes são diferentes entre si;
  • na formação dos compostos, os átomos entram em proporções numéricas fixas 1:1, 1:2, 1:3, 2:3, 2:5 etc.;
  • o peso do composto é igual à soma dos pesos dos átomos dos elementos que o constituem.
Embora fundada em alguns princípios inexatos, a teoria atômica de Dalton, por sua extraordinária concepção, revolucionou a química moderna. Discute-se ainda hoje se ele teia emitido essa teoria em decorrência de experiências pessoais ou se o sistema foi estabelecido a priori, baseado nos conhecimentos divulgados no seu tempo. Seja como for, deve-se ao seu gênio a criação, em bases científicas, da primeira teoria atômica moderna. Dalton, Avogadro, Cannizzaro e Bohr, cada um na sua época, contribuíram decisivamente para o estabelecimento de uma das mais notáveis conceituações da física moderna: a teoria atômica.


Bom, por hora é só!
Um mol de abraços!!

Demócrito e Leucipo

Leucipo                                 Demócrito
Leucipo de Mileto (nascido em 500 a C.) e seu discípulo Demócrito de Abdera (460 a.C.) são geralmente apresentados juntos porque seus pensamentos constituem uma única doutrina reunida em vários textos conhecidos como a obra da escola de Abdera. Essa obra refere-se ao que chamamos de atomismo.
O átomo (do grego a-tomos, o não divisível, não mais cortável) é para esses filósofos o elemento primordial da Natureza. São indivisíveis, maciços, indestrutíveis, eternos e invisíveis, podendo ser concebidos somente pelo pensamento, nunca percebidos pelos sentidos.
A phýsis (natureza) é composta por um número ilimitado de átomos. Os átomos podem existir de formas variadas e habitam uma outra forma de infinitude: o vazio. Neste, os átomos se agregam, se desagregam, se deslocam, formando os seres que percebemos pelos sentidos (movimento).
Significa dizer que segundo a teoria atomística, só existem átomos e vazio. Significa também que nossos sentidos percebem uma realidade transitória, mutável, mas ilusória, porque mesmo que apreendamos as mutações das coisas, no fundo, os elementos primordiais que constituem essa realidade jamais se alteram.
Assim, a mudança, a mutação, as transformações são explicadas pela agregação ou desagregação de elementos primordiais que somente conseguimos conhecer pelo pensamento. Não se trata de dizer que os sentidos provocam, então, ilusão, mas que o que sabemos pela percepção, por ser transitório, não se refere ao conhecimento, uma vez que o saber estaria em conhecer as formas dos átomos (se quadrada, redonda, triangular, etc.) para se compreender como cada umas destas designam uma qualidade dos objetos que percebemos (como por exemplo, um átomo triangular determinar uma cor ou um sabor).
Foi a partir da releitura desses pensadores que as pesquisas que culminaram com a descoberta do átomo pelos cientistas do século XIX (John Dalton e a seguir os modelos de Rutherford-Bohr) foram iniciadas. Porém, o átomo como nós o concebemos hoje já é subdivido em várias outras partículas como prótons, nêutrons e elétrons. Mas permanece o pensamento original de que a matéria ainda pode ter sua menor partícula indivisível.


Um mol de abraços!!!

BOAS VINDAS - Externato São José

Olá pessoas queridas!
Hoje venho deixar as "BOAS VINDAS"  aos meus novos alunos dos 9ºs anos do Externato São José!
Dizer que estou muito feliz em poder estar com vocês é muito pouco para expressar toda a felicidade e satisfação minhas em trabalhar com vocês!
Sejam todos muito bem vindos a este universo quimiloko!
Peço que fiquem sempre atentos às publicações e, "fucem" o bastante para irem se habituando a trabalhar com este espaço, pois será muito útil a vocês, e ao rendimento de nossas aulas, certinho?!
Pouco a pouco vou colocando as atualizações e atividades para vocês executarem!
Por hora, lembrem-se que, para dia 13/08/2012 vocês tem que fazer a distribuição eletrônica, no Diagrama de Linus Pauling, dos elementos de números atômicos: 32, 59, 75 e 19 e, em seguida, determinem as ordens energética e geométrica de cada um. Por fim, identifiquem o elementoquímico ao qual pertence cada número atômico pedido.
Em sequência, estarei colocando, como prometido, um pouco acerca de cada Modelo Atômico, combinados?!
Bom, então por hora é só!
Um mol de abraços a todos!!

Encontro de Debates sobre o Ensino de Química - mais um pedido de divulgação!

Olá meus[as] queridos[as]!
Hoje estou deixando aqui para vocês, mais um pedido de divulgação, feito pela comissão organizadora do EDEQ-2012.
Os interessados em participar do evento, fiquem atentos às datas, ok?!
Para maiores informações, acesse: www.ufrgs.br/edeq2012
Um mol de abraços a todos!!!
p.s.: Fiquem no aguardo, pois este ano ainda não fizemos as comemorações do 7º aniversário aqui do QUIMILOKOS, então, mais cedo ou mais tarde estarei colocando as regras para a 'competição' deste ano!!
Bjos bjos bjos!!!

"Olimpíada Nacional em História do Brasil" - Atendendo a pedido!

Oi oi oi gente!
Atendendo a um pedido feito no dia 19 de julho último, pela Alessandra Pedro, Coordenadora Associada Olimpíada Nacional em História do Brasil, hoje estou divulgando informações sobre a 4ª Olímpiada Nacional em História do Brasil, um projeto voltado aos professores e alunos de todo o Brasil.
4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil

O Museu Exploratório de Ciências – Unicamp recebe a partir do dia 01/06/2012, as inscrições para a 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). Poderão participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e demais séries do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil, incluindo alunos do Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história.
O formulário de inscrição e o boleto para pagamento estarão disponíveis no site do Museu Exploratório de Ciências de 01 de junho até 10 de agosto. A taxa de inscrição é de 21 reais para as equipes de escolas públicas e 45 reais para as equipes das escolas particulares. O valor da inscrição corresponde à inscrição de todos os membros da equipe (incluindo o professor-orientador).
Em 2012, O Museu Exploratório de Ciências custeará, para participarem da final, as passagens de avião das 27 equipes mais bem colocadas em cada estado da Federação (escolas públicas ou particulares) e mais 10 equipes de escolas públicas com a maior pontuação, sendo uma por região do país, e cinco escolas públicas com mais alta pontuação em todo o Brasil, independente de sua região. Após a final da Olimpíada, os professores responsáveis por essas equipes são convidados a permanecer na Unicamp para realizar capacitação de uma semana, com custos de hospedagem cobertos também pelo Museu.
A ONHB premiará escolas, alunos e professores, com medalhas de ouro (60), prata (100) e bronze (140) e certificados de participação para todos os inscritos e também para as escolas.
A 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa do Museu Exploratório de Ciências – Unicamp. O evento é patrocinado pelo CNPq e tem o apoio da Rede Globo de Televisão e da Revista de História da Biblioteca Nacional. A última edição, realizada em 2011, inscreveu mais de 65 mil participantes e reuniu cerca de duas mil pessoas na final presencial, realizada na Unicamp, nos dias 15 e 16 de outubro.
A ONHB é organizada pela equipe do Museu Exploratório de Ciências e as provas são concebidas e elaboradas por historiadores, professores e pós graduandos de História da Unicamp. Como proposta, os participantes têm a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias utilizadas pelos historiadores.

Calendário da 4ª ONHBInscrições e pagamento dos boletos: de 01/06/2012 a 10/08/2012.
Primeira fase: inicia no dia 20/08/2012 e finaliza no dia 25/08/2012.
Segunda fase: inicia no dia 27/08/2012 e finaliza no dia 01/09/2012.
Terceira fase: inicia no dia 03/09/2012 e finaliza no dia 08/09/2012.
Quarta fase: inicia no dia 10/09/2012 e finaliza no dia 15/09/2012.
Quinta fase: inicia no dia 17/09/2012 e finaliza no dia 22/09/2012.
Grande Final Presencial: Prova: 20/10/2012
Cerimônia de Premiação: 21/10/2012

Inscrições no site: www.mc.unicamp.br

Atenciosamente
Alessandra Pedro
Coordenadora Associada Olimpíada Nacional em História do Brasil
Museu Exploratório de Ciências
Caixa Postal 6025
UNIVERSIDADE ESTADUAL D E CAMPINAS (UNICAMP)
Cidade Universitária Zeferino Vaz
13083-970 - Campinas – SP
Brasil

Aqueles que se interessarem, vamos participar!!!
=]
Um mol de abraços a todos!!

Top Blog 2012

Olá pessoas queridas!!
Mais uma vez o QUIMILOKOS está participando da votação dos melhores blogs do Brasil, agora na edição 2012, o TOP BLOG!!
E, mais uma vez, conto com a colaboração de vocês em estarem votando neste blog!
Estamos concorrendo na categoria "EDUCAÇÃO"!
Para votar, basta clicar no banner logo abaixo e que também estará afixado no canto superior da direita deste blog até o final da votação, ok?!


No mais,por hora é só!
Conto com a colaboração e o apoio de vocês por mais um ano!!
Um mol de abraços a todos!!!!

Cientistas celebram na Alemanha a descoberta do provável bóson de Higgs

Cientistas celebram na Alemanha a descoberta do provável bóson de Higgs

Um triunfo para física, para a ciência e para a humanidade. Ainda há um longo caminho pela frente, mas o dia 4 de julho de 2012 representa um marco na história da ciência. É o que afirmam alguns dos 27 ganhadores do Prêmio Nobel reunidos no Lindau Nobel Laureate Meeting, que está acontecendo esta semana, na Alemanha.
Desde que o Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), na Suíça, informou que faria um importante anúncio nesta quarta-feira, começaram as especulações a respeito da descoberta. A notícia foi transmitida ao vivo de Genebra para o evento alemão e para a 36ª Conferência Internacional em Física de Altas Energias (ICHEP2012), em Melbourne, Austrália. Ambos os eventos estão reunindo a nata da comunidade científica física durante esta semana. 
Dois experimentos do Cern, o ATLAS e o CMS, observaram uma nova partícula, com características compatíveis ao bóson de Higgs. No entanto, os cientistas afirmam que ainda precisam de tempo para confirmar de que se trata mesmo do misterioso bóson que completaria o chamado Modelo Padrão. A descoberta foi feita com dois instrumentos do LHC (Grande Colisor de Hadrons), o maior acelerador de partículas do mundo. 

Fim e recomeço - A novidade é uma partícula com energia de 125-126 GeV (giga-elétronvolts) que decai em um par de bósons Z, e que depois se dissolvem em outras partículas. E o resultado desses decaimentos sequenciais que é observado nos detectores do acelerador.
 "É o fim de uma era no sentido de que estávamos esperando por uma descoberta dessa natureza há mais de trinta anos. Mas é o começo de algo que, esperamos, seja a exploração de uma física além do Modelo Padrão, uma nova janela, com muitas novidades para observar", opina David Gross, Prêmio Nobel de Física em 2004, lembrando que pode se tratar de "um" bóson de Higgs e não "o" bóson de Higgs.
 Por sua vez, Carlo Rubbia, Prêmio Nobel de Física em 1984, lembra que, ao longo das últimas décadas, "vários modelos de bósons foram propostos", mas que é "extraordinário" que dois experimentos independentes tenham conseguido resultados tão similares. Ele se refere ao fato de que na segunda-feira (2) os americanos divulgarem dados que mostravam a indicação de uma partícula com as características do bóson de Higgs e uma energia entre 115 e 135 giga-elétronvolts (GeV), com 90% de confiança. "Isso não acontece todos os dias", ressalta.

Divergências - Rubbia também classifica a descoberta como um "marco". "Estamos prestes a virar uma página, mas eu não sei qual é a próxima página", opina. Menos entusiasmado, o holandês Martinus Veltman, Prêmio Nobel de Física em 1999, afirmou que não se pode separar o suposto Higgs do contexto geral dos estudos de partículas. No dia anterior ao anúncio, ele já havia criticado "a ridícula campanha de relações publicas" em torno da notícia.
 "[A descoberta] abriu um mundo de possibilidades de pesquisa. É um estímulo para a física de partículas", sublinha David Gross. "A física vai continuar, isso não acaba aqui, temos que responder perguntas cada vez mais difíceis", conclui Rubbia, afastando a ideia de qualquer sensação de "vazio" que a descoberta poderia causar naqueles que estão pesquisando a partícula há décadas.
 O bóson ganhou esse nome em homenagem ao físico escocês Peter Higgs, um dos vários cientistas que desenvolveram a teoria de como as partículas poderiam ter massa, mais tarde incorporada ao Modelo Padrão. De acordo com o comunicado oficial do Cern, o próximo passo é determinar a natureza específica da partícula e seu significado para a compreensão do Universo.

(Clarissa Vasconcellos - Jornal da Ciência)

Olimpíada Goiana de Química - 2012

Boa tarde pessoas!
=]
Encerrou-se a 1ª etapa da Olimpíada Goiana de Química deste ano de 2012!
Segundo consta no site da OBQ Goiás, o gabarito preliminar será divulgado amanhã, dia 27 de junho, e o definitivo dia 29 de junho!
Estou aqui, na expectativa, para conferir os resultados dos[as] meus[as] alunos[as] tanto do CPMG Ayrton Senna, quanto do Colégio Estadual Jardim América!
Final de bimestre é sempre uma correria na vida de um professor, final de semestre então [!!!]...agora tente imaginar quando uma de suas escolas participou da greve e a outra não...Enquanto fecho o 2º bimestre em uma, ainda estou entregando notas do 1º em outra...
A papelada nunca acaba em casa! 
Uma loucura!!!
E, como andei comentando com alguns colegas já: "Chega o Natal mas não chega o fim dessa semana"!!
Férias!Férias!Férias!!
Estou louca pra soltar pipa com meu filho na pracinha!! Visitar o 'novo' zoológico da nossa cidade! Brincar no 'renovado' Parque Mutirama [e relembrar minha infância]!!
Sem contar os 3 livros que aguardam na minha cabeceira! hehehe!!!
Um mol de abraços a todos!
...sonhando com as férias...

Flevório e Livermório

Boa tarde, pessoas!
Em homenagem ao "Dia do Químico", deixo para vocês os novos nomes dos elementos 114 e 116 da nossa Tabela Periódica:



Um mol de abraços a todos!!!

Super Trunfo Químico

Oi oi ois, pessoas!
Hoje quero trazer a vocês um super ultra mega jogo! e, olha só: Jogo de Química!!
E essa é uma dica, principalmente, aos meus[as] alunos[as] do Educandário Sol Nascente!
É claro que qualquer pessoa pode jogar, mas é que aos meus 'pequenos quimilokos' do 9º ano, é mais que necessário, afinal, o jogo trata dos elementos da Tabela Periódica, assunto que nós acabamos de encerrar em sala!
=]
É um "Super Trunfo Químico"!!
Foi desenvolvido por um Professor de Química do Rio de Janeiro, chamado Esteban Moreno.
Ainda está recebendo algumas adaptações esta versão on-line mas, com certeza, já vale a pena!!
É até bom estar divulgando por aqui, pois ele [o professor] está recebendo sugestões de erros encontrados e outras coisas a mais que vocês encontrarem e quiserem sugerir. Daí fica a deixa aos professores e alunos das Licenciaturas desse mundão e que passam por aqui no QUIMILOKOS, para opinarem!!
Segue logo mais o link do jogo:
Divirtam-se!!
E, para os que quiserem saber um pouco mais sobre o desenvolvimento do jogo, acesse:
http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=6724
Um mol de abraços a todos!

Textos Complementares de Termoquímica

Olá olá olá, pessoas queridas!!
Estou disponibilizando hoje mais um material a VOCÊ, meu[a] aluno[a] do CEJA [Colégio Estadual Jardim América]!!
Estaremos utilizando à partir de amanhã, em aula, portanto, meus[as] queridos[as] quimilokos[as]...façam o download e imprimam, certinho?!


Por hora é só!
Um mol de abraços a todos!
E, plzzzzzz, agilizem!

Atividades por Goiás a fora!!

Oi oi oi, pessoas!
Ultimamente ando meio que me virando ao avesso para tentar fazer com que meu dia tenha algumas horinhas a mais que as 24 básicas!
hehehe!
São tantas atividades, tantas novas oportunidades, que tenho estado, acho que, mais 'quimiloka' que meu normal!
kkkkkkkk!
Mas não se iludam, não estou reclamando!! Muito pelo contrário, quem me conhece bem sabe o quanto vivo à base da 'correria'!
Vou listar algumas das atividades desenvolvidas agora em maio:

Bom, os links em anexo são os álbuns no facebook onde vc pode visualizar todas as fotos de cada uma das atividades.
É...por hora é só!
Um mol de abraços a todos!!
CEZARINA - GO
NERÓPOLIS - GO

NERÓPOLIS - GO
PUC - GO

PUC - GO

PUC - GO

Aguardo vocës nos álbuns do facebook!!
Bjos, bjos!!!

Química e Sociedade - versão CEJA 2012

Boa tarde pessoas queridas!
Aos meus(as) alunos(as) do Colégio Estadual Jardim América, deixo hoje as Orientações referentes ao nosso Projeto Química e Sociedade!
Peço que imprimam e já comecem as discussões em grupo, para que as dúvidas possam ser sanadas em aula à partir da próxima segunda feira (28 de maio), e todo o processo do Projeto iniciado.
Segue, logo abaixo:


Bom, por hora é só!
Até mais!
Um mol de abraços a todos!!

Elétron divide-se em duas quase-partículas

Olá pessoas!
Olha só! Mais notícias fresquinhas para vocês!
=]

Elétron divide-se em duas quase-partículas

Elétron divide-se em duas novas partículas: spinon e orbitonConcepção artística da divisão do elétron em duas novas partículas: um spinon, que nada mais é do que o spin do elétron original, e um orbiton, seu momento orbital.[Imagem: David Hilf/PSI]


Decaimento do elétron
Cientistas observaram pela primeira vez o terceiro elemento constituinte de um elétron.
Um elétron se comporta como uma onda e, quando recebe uma carga extra de energia, essa onda pode se dividir - isso significa que o elétron estará se decompondo em partes separadas.
Cada uma dessas "partes" carrega uma propriedade do elétron, constituindo o que os físicos chamam de quase-partícula - como o recém-descoberto férmion de Majorana.
Esta é a primeira vez que os momentos fundamentais do elétron, de rotação e orbital, foram observados separados um do outro.
Mas não é a primeira vez que o outrora "fundamental" elétron foi dividido: ele já foi separado em seus elementos spin e carga, neste caso gerando um spinon e um holon.
Agora foi observada a terceira partícula, o orbiton, o momento orbital, que se origina do movimento do elétron em torno do núcleo.
Estas partículas, no entanto, não conseguem deixar o material onde foram produzidas.
Spinon e orbiton
Todos os elétrons têm uma propriedade chamada "spin", que pode ser vista como pequenos ímãs, em escala atômica o que dá origem ao magnetismo dos materiais.
O spin vem sendo explorado tecnologicamente, tanto na computação quântica quanto na spintrônica.
Além de girar, os elétrons orbitam em torno de núcleos atômicos, ao longo de caminhos determinados, os assim chamados orbitais eletrônicos.
Geralmente essas duas propriedades da física quântica (spin e orbital) estão "ligadas" a cada elétron em particular.
Contudo, em um experimento realizado no Instituto Paul Scherrer, na Alemanha, as duas propriedades foram separadas.
Elétron divide-se em duas novas partículas: spinon e orbiton
O desmembramento do elétron em duas quase-partículas foi detectado em um composto de óxido de cobre (Sr2CuO3). [Imagem: Schlappa et al./Nature]
 
Não tão elementar
O desmembramento do elétron em duas quase-partículas foi detectado em um composto de óxido de cobre (Sr2CuO3).
Esse material tem a característica inusitada de que as partículas em seu interior são obrigadas a se mover apenas em uma direção, para frente ou para trás.
Usando raios X, os físicos forçaram alguns dos elétrons pertencentes aos átomos de cobre no Sr2CuO3 a passarem para orbitais de energia mais elevada, o que corresponde a um elétron se movimentando em torno do núcleo com maior velocidade.
Após esta estimulação com raios X, os elétrons dividiram-se em duas partes.
Uma das novas partículas criadas, o spinon, carrega a rotação do elétron, e a outra, o orbiton, a energia orbital ampliada pela estimulação com raios X.
Supercondutores
"Já se sabia há algum tempo que, em materiais específicos, um elétron pode, em princípio, se dividir," comentou Jeroen van den Brink, um dos autores do experimento. "Mas até hoje não havia evidência empírica para essa separação em spinons e orbitons independentes. Agora que sabemos exatamente onde procurá-los, poderemos encontrar essas novas partículas em muitos outros materiais."
A observação da divisão do elétron poderá ter implicações importantes no campo da supercondutividade de alta temperatura.
Devido a semelhanças entre o comportamento dos elétrons no Sr2CuO3 e nos supercondutores à base de cobre, entendendo como os elétrons decaem em outros tipos de partículas neste material pode ajudar a compreender também os supercondutores.
Bibliografia:

Spin-Orbital Separation in the quasi 1D Mott-insulator Sr2CuO3
J. Schlappa, K. Wohlfeld, K. J. Zhou, M. Mourigal, M. W. Haverkort, V. N. Strocov, L. Hozoi, C. Monney, S. Nishimoto, S. Singh, A. Revcolevschi, J.-S. Caux, L. Patthey, H. M. Ronnow, J. van den Brink, T. Schmitt
Nature
Vol.: Advance Online Publication
DOI: 10.1038/nature10974

 Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/04/2012
 http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=eletron-divide-novas-particulas-spinon-orbiton&id=010110120420

 Estejam sempre atualizados!!!
Um mol de abraços a todos vocês!!
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