Quimilokos de Plantão!

Pesquise no Blog e na WEB


Afinal, Qual a Natureza do Universo?


Neste momento, se pudéssemos dar um zoom nas nossas mãos, veríamos um número colossal de elétrons que pertencem ao nosso corpo interagindo e repelindo os elétrons que estão ligados aos átomos que compõem a matéria. Ao interagirem, eles mudam algumas de suas características elementares. Da mesma maneira, todas as partículas do ar em contato com você estão trocando informações com as suas partículas, e as partículas de luz emanadas pelo Sol também vão interagir com as partículas que elas encontrarem pelo caminho.  Tudo que existe segue essa linha, até o infinito. 

Contudo, nessa dinâmica existe algo realmente surpreendente. Essas interações incessantes entre partículas, se parecem muito com a dinâmica de funcionamento de um computador!
O que leva à inevitável pergunta: será possível que essa coisa enorme que chamamos de “Universo” possa ser nada mais que uma sofisticada máquina de calcular? Seríamos nós, as estrelas, os planetas, as galáxias, os elétrons, os fótons, os prótons e tudo o mais, meros amontoados de bits nessa imensa e aparentemente caótica salada de processamento? É possível que essa coisa que chamamos de “existência” ocorra meramente dentro de uma máquina? Será que o Universo, da forma como o imaginamos, na verdade não passa de apenas uma ilusão?



- Teorias científicas

Segundo Seth Lloyd (especialista em computação quântica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o Universo é uma calculadora de última geração. Ele representaria o poder computacional máximo possível, até onde se pode imaginar. O raciocínio vem com um argumento que soa quase trivial: “Simplesmente por existirem, todos os sistemas físicos registram informação” , explica. “O Universo é um sistema físico.”

 Simplificando um pouco, a mecânica quântica é uma teoria que fala de informação – mais especificamente, de quanta informação você pode obter a respeito de uma partícula. Graças ao físico alemão Werner Heisenberg, sabe-se desde 1927 que ninguém pode saber tudo sobre uma dada partícula – se você quiser a velocidade precisa, terá de abdicar da informação da posição; o melhor que se pode conseguir é saber mais ou menos todas as coisas, ou conhecer uma coisa em detrimento de outra. A natureza, ao que parece, dá com uma mão e tira com a outra, ao mesmo tempo.

E isso acontece porque, quando alguém faz uma observação de uma partícula, acaba alterando essa partícula, de forma que é impossível saber como ela estava antes de ser observada. Por exemplo, um elétron, ao interagir com um fóton (uma partícula de luz, usada justamente para sondar o elétron), sofre uma modificação em suas propriedades originais. Ora, isso não é basicamente a mesma coisa que faz um computador? Com seus componentes, ele processa seqüências de zeros e uns, os famosos bits, transformando-os em outras seqüências de zeros e uns, segundo um padrão lógico. No caso quântico, partículas interagem com outras partículas e mudam seu estado, que pode ser visto como “bits quânticos” (ou “qubits”), segundo uma lógica que nada mais é do que as próprias leis da física.



Para Lloyd, o Universo é simplesmente o “computador quântico definitivo”. E, para provar que não está falando besteira, ele submeteu um estudo à revista científica Physical Review Letters demonstrando essa idéia. Lloyd calculou a capacidade computacional do Universo inteiro!
Está pronto para ela? Então vamos lá. Segundo o pesquisador americano, o Universo possui no total, à sua disposição, 1090 bits. Se escrito em notação científica, o número não impressiona muito, vamos tentar então do modo mais tradicional: 1 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000.


Indo ainda mais longe, e usando uma estimativa grosseira da idade do Universo (ele arredondou para 10 bilhões de anos, quando o mais preciso teria sido usar 13,7 bilhões, a idade mais aceita hoje em dia), Lloyd concluiu que o Cosmos, durante sua vida, não pode ter executado mais que 10120 operações computacionais. Vamos poupar a coleção de zeros desta vez; basta dizer que é o equivalente a 1 seguido por 120 zeros.
Na prática, o que esse cálculo quer dizer é que, se uma civilização avançada quisesse simular o nosso Universo inteiro num computador quântico, ela precisaria ter todo esse poder computacional a sua disposição. Por outro lado, será que uma civilização avançada precisaria simular com seu computador quântico um Universo inteiro para nos levar a crer que estamos num Universo? Ou bastaria uma imitação que fosse boa o suficiente?


- Simulando a realidade


A premissa ficou famosa pelo filme de ficção científica Matrix, de 1999. Mas muitos tecnólogos, futurólogos e filósofos admitem que não é de todo surreal que haja um fundo de realidade (se é que estamos em condição de descrever o que é a “real realidade”) na idéia. Nick Bostrom, do Departamento de Filosofia da Universidade de Oxford, no Reino Unido, chega até a fazer as contas a esse respeito. Ele diz que existe nada menos que 33,3% de probabilidade de que estejamos todos nós imersos numa simulação de computador.

Simular o Universo inteiro até o nível quântico é obviamente impraticável. O Universo inteiro, em todos os seus detalhes, exigiria um computador do tamanho do próprio Universo, mas as experiências que podemos observar, direta ou indiretamente, podem ter muito menos detalhes, de modo que um computador com capacidade inferior à do Cosmos inteiro seria capaz de simular. Apenas o que for necessário para garantir que os humanos simulados, interagindo de formas humanas normais com seu ambiente simulado, não notem nenhuma irregularidade Por exemplo, a estrutura microscópica do interior da Terra pode ser omitida com segurança, objetos astronômicos distantes podem ter representações altamente compactadas e assim por diante.


- Dimensões em buracos negros


Sabemos que o Universo evolui numa marcha que vai de estados mais organizados (como estrelas e galáxias) para estados menos organizados (partículas elementares diluídas uniformemente pelo vácuo). É por isso que os cientistas dizem que a entropia (medida de desorganização) aumenta com o passar do tempo. E os buracos negros – objetos tão densos que nem a luz escapa de sua gravidade –, como são isolados do mundo exterior pela intensa força gravitacional, são tidos como os objetos mais entrópicos que existem. No entanto, cálculos com as teorias atuais mostram algo estranho: quando eles engolem matéria ao seu redor, sua entropia cresce proporcional à superfície do chamado horizonte de eventos – fronteira que delimita o ponto a partir do qual nada mais conseguiria escapar do buraco negro, nem mesmo a luz.
Simplificando, é possível codificar toda a informação presente no volume do buraco negro em sua superfície, sem uma terceira dimensão. Isso é exatamente a mesma coisa que acontece quando criamos um holograma!


Como em um decalque ou cartão de crédito com um holograma colado, ao mudarmos o ângulo em que observamos, percebemos que há codificação de informações tridimensionais – você pode enxergar o que está “atrás” do objeto, ou ver partes do objeto que não eram visíveis de outro ângulo. No entanto, sabemos que o holograma é bidimensional – afinal, está apenas impresso numa folha.


Agora, se os buracos negros podem ser interpretados como hologramas, por que não todo o resto? Foi a pergunta que se fizeram o físico holandês Gerardus ‘t Hooft  e o físico americano Leonard Susskind, quando desenvolveram o chamado princípio holográfico.
A grande idéia por trás dessa viajem toda é que, na verdade, todos nós podemos então simplesmente estar vivendo no horizonte de eventos de um buraco negro. Pior ainda: na forma de hologramas!


- Moldando o Cosmos

  
"Não existe o que chamamos de 'matéria', toda matéria surge e existe apenas em virtude de uma força que leva as partículas de um átomo a vibrar e manter equilibrado esse diminuto sistema solar que é o átomo. Temos de aceitar a existência de uma mente consciente e inteligente por trás dessa força. Essa Mente é a matriz de toda a 'matéria“.
 - Max Planck [Criador da Física Quântica]


A solidez do mundo parece inquestionável, assim como seu corpo e seu computador parecem ser coisas fixas que você pode ver e tocar, mas o que vem sendo discutido desde os tempos de Einstein com o nascimento da física moderna, é o fato dessa solidez ser uma miragem.
O físico nuclear Ernst Rutheford realizou uma experiência em Manchester que revelou a forma interior do Átomo. Os cientistas ficaram surpresos quando descobriram que o átomo é praticamente um espaço-vazio. E daí surgiu uma pergunta intrigante para a "razão" da ciência ortodoxa: "Como é possível um átomo vazio formar o mundo sólido que nos rodeia?"

Outro fato importante é que os elétrons orbitam em volta do núcleo, mas eles nunca se encostam. Assim, você nunca encostou em nada na sua vida! Isso pois os elétrons que orbitam o átomo se repelem (cargas iguais se repelem e o elétron é uma partícula negativa), logo o que você sente é nada mais que impulsos elétricos que trafegam em nosso sistema nervoso em direção ao cérebro, que decodifica esses impulsos. 

É como se toda 'matéria física', ou seja tudo a nossa volta, fosse resultado de uma vibração, uma frequência! Isso significa que se você alterar a frequência, a estrutura de matéria também vai mudar. Nós vivemos em um Universo holográfico, e em um holograma cada pequena parte é um reflexo do TODO.  Por exemplo, o átomo e o sistema solar, e podemos ainda ir mais além, pois uma galáxia se comporta da mesma maneira e também possui uma Singularidade em seu centro. Quanto mais perto do núcleo de uma galáxia, mais Radiação/Luz existe, sabemos que no centro de uma galáxia existe um enorme Buraco Negro.
Isso nos leva a teoria de Nassin Haramein, onde no núcleo de cada átomo há um "mini Buraco Negro", se lembrar que no núcleo do átomo há o Próton e o Nêutron "lutando" para se equilibrarem, percebemos que a Singularidade é o equilíbrio entre as polaridades, ou seja, matéria e antimatéria, vibração e a não vibração ou caos e harmonia co-existindo.

O espaço que pensamos ser o "vazio” (éter) é na verdade um elemento básico para a estrutura perceptível da existência. Ele é maleável e pode ser moldado pela INTENÇÃO. Isso significa que a realidade é então formada pela nossa Consciência. A consciência é a única que cria e modela a realidade individual e coletivamente, essa consciência emana da Singularidade (ou Buraco Negro) de cada ser humano.


  
- Pensamentos criando realidade

Segundo algumas vertentes crescentes, o pensamento é vibração, assim como as nossas emoções. É a consciência se manifestando num "caos"(estrutura de espaço e tempo) criado para gerar experiências. O universo então é um reflexo da nossa consciência coletiva que cria constantemente sem cessar, respeitando as "leis dos estados vibratórios”.

Toda essa realidade e as suas 4 dimensões (Altura, largura e profundidade = Espaço e mais Tempo) é percebido por nossos 5 sentidos(visão, audição, olfato, tato e paladar) que por sua vez são todos apenas sinais elétricos interpretados por nossos cérebros. Assim, podemos afirmar que TUDO que chamamos de realidade são sequências especificas de códigos que montam esse Holograma de Tempo e Espaço.

A psicologia moderna hoje já sabe que as únicas emoções que nós sentimos é amor ou medo, todo resto é derivado desses dois, como a nossa raiva que nada mais é do que um ato de medo, ou amor reprimido, uma sensação de impotência perante uma situação que não se tem 'controle'. Desta forma, não é loucura pensar que nossas emoções afetam diretamente a estrutura desse holograma, assim como a nossa percepção da realidade.

A realidade é um holograma controlado pela vibração de consciências e nós estamos literalmente ajudando a criar o futuro com a sua corrente de pensamentos. Desde o nível sub-átomico, a realidade se comporta de acordo com a expectativa do observador (que somos nós), porque o observador é a consciência em sua forma mais pura, sendo a consciência que molda o universo todo.



Onde é que a ilusão termina e a realidade começa? O que é o Universo e a consciência? Qual o propósito disso tudo? Essas são perguntas que se somam às outras para questionar racionalmente a certeza, tão embutida em cada um de nós.
O funcionamento do universo de tempo e espaço vai muito além da lógica convencional que estamos acostumados e que podemos ver com os nossos sentidos e só estamos começando a arranhar a superfície do conhecimento real. É preciso se abrir para todas as possibilidades, alcançando outros níveis de abstração, a fim de compreender esse lugar tão bizarro e imprevisível chamado Cosmos.
Essas questões, tão fascinantes ou perturbadoras como podem parecer, são extremamente controversas. Literalmente, ao final de tudo, a realidade está nos olhos de quem vê.




Henrique Guilherme
Escritor e estudioso. 
Curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações


6 descobertas que desafiam a Física



Conheça fenômenos que contrariam completamente as leis da ciência

O Sol é o único objeto no universo que contraria as leis da termodinâmica  (Foto: wikimedia commons)
O SOL É O ÚNICO OBJETO NO UNIVERSO QUE
CONTRARIA AS LEIS DA TERMODINÂMICA
(FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)






Velocidades maiores do que a da luz? Matéria desaparecendo no ar? Partículas que se comportam de forma diferente quando observadas? Isso não é coisa de ficção científica – tudo isso acontece bem aqui, em nosso Universo. Saiba quais são os fenômenos que a ciência ainda não consegue explicar:
1. O Sol pode emitir ondas mais quentes que ele mesmo
De acordo com as leis da termodinâmica, o calor viaja sempre do corpo mais quente para o corpo mais frio. É isso que te faz ficar pertinho do fogão aproveitando o calor em dias frios. É uma lei universal. Ou quase. Ao que tudo indica, o Sol consegue emitir ondas de calor mais quentes do que ele mesmo.
A superfície da estrela tem, em média, 5500° Celsius de temperatura. Já a camada que fica a centenas de quilômetros do Sol, conhecida como “corona”, tem uma temperatura média de um milhão de graus Celsius. Segundo a física, a fonte de calor (o Sol) deveria ser mais quente do que sua emissão. Até agora, este é o único caso do fenômeno conhecido no Universo.
2. A gravidade não faz tanto sentido assim
A gravidade está envolvida em tudo o que fazemos – afinal é ela que nos mantém presos na Terra. Mas e se a lei da gravidade não fosse uma lei? E se ela não fizer sentido? Pois saiba que em menor escala, ela não faz sentido algum. Basta esfregar o tubo de uma caneta do tipo “Bic” em seus cabelos e passa-la por cima de uma pilha de pedaços de papel. O papel é instantaneamente atraído pela eletricidade estática da caneta e gruda nela, contrariando as leis da física.
Esse fenômeno é chamado de “problema da hierarquia de Higgs”. Quando pequenas partículas são analisadas, a gravidade torna-se muito fraca – ela segue as leis de Newton apenas em objetos maiores. Isso significa que, quanto menor for a escala do objeto analisado, maiores são as possibilidades da gravidade desaparecer completamente. Ou seja: agradeça por estarmos em um planeta grande, que gera força gravitacional suficiente para nos manter no chão (e por termos massa suficiente para “corresponder” a essa força).
3. Naves espaciais aceleram sem razão aparente
Imagine que você está brincando em uma cadeira de balanço. Você impulsiona seu corpo até atingir a velocidade desejada e, quando atinge seu limite, espera o brinquedo desacelerar para começar a se impulsionar novamente. Agora imagine que, ao parar de tocar os pés no chão, você acelera em vez de parar, voando cada vez mais alto.
Se você lembrar bem das aulas de física, sabe que a lei da conservação de energia diz que esse tipo de situação é impossível. A não ser que você empurre mais o balanço com seus pés, você não irá acelerar, certo? Nem sempre.
Na década de 1980, as naves Pioneer 10 e Pioneer 11, da Nasa, passaram a acelerar depois de uma enorme distância da Terra, em vez de simplesmente terem sua velocidade reduzida. Desde então, cientistas estão tentando descobrir o que aconteceu com as Pioneers e com a nave NEAR e com a sonda Galileo, que passaram pela mesma situação.
4. A lei da conservação de energia não funciona o tempo todo
Se você rasgar uma folha de papel nos menores pedaços que conseguir, terá a mesma quantidade de papel de sempre, só que em um formato diferente, correto? E o papel simplesmente desaparecesse enquanto você o rasga? Se você é um bom aluno de física sabe que isso não pode acontecer porque nenhum tipo de matéria consegue ser completamente aniquilado – da mesma forma que não conseguimos criar alguma coisa do nada.
Agora suponha que a Terra seja consumida por um buraco negro. A massa dele aumenta, da mesma forma que a sua massa aumenta após as refeições. Afinal, tudo o que você comeu ainda está lá dentro. Só que, algumas vezes, os buracos negros desaparecem completamente – levando tudo o que engoliram junto com eles.
Segundo a física, ao desaparecer eles deveriam emitir uma onda de radiação proporcional a tudo o que consumiram. Mas, de acordo com Stephen Hawking, tudo o que eles fazem é lançar ondas aleatórias de energia. De forma simples: se algum dia a Terra for realmente engolida por um Buraco Negro, não só o planeta deixará de existir, mas também qualquer sinal de que um dia ele existiu.
5. Partículas se comportam de forma diferente só por que alguém está observando
Lembra daquele amigo que parece até outra pessoa quando está conversando com um grupo de estranhos? Pois existem partículas que se comportam da mesma forma. Durante um dia todo, cientistas pesquisaram o urânio. Sabe-se que esse elemento, quando está instável, passa por um processo de enfraquecimento radioativo depois de certo tempo. E quando os cientistas não estavam olhando, o urânio fazia exatamente o que era esperado dele – enfraquecia.
Mas ao olhar diretamente para o material, os pesquisadores perceberam que havia partículas que nunca enfraqueciam. Ou seja, você pode parar o tempo para o urânio simplesmente olhando para ele. O problema é que, em nossa vida comum, olhar para um pacote de leite para impedir que ele estrague não faz sentido nenhum.
6. A Teoria da Relatividade de Einstein pode estar errada
Segundo Albert Einstein, o limite da velocidade de tudo o que existe em nosso universo é 299,792,458 metros por segundo – a conhecida velocidade da luz. É nessa regra que se baseia a teoria da relatividade do físico que, desde os anos 1940, quando foi lançada, é aceita pela comunidade científica.
Foi em 2011, quando cientistas do CERN (Organização Européia de Pesquisa Nuclear, localizado na Suíça) dispararam um raio de partículas por 730 km, que a veracidade da teoria foi questionada. O problema é que o raio chegou em seu destino, na Itália, 60 nano segundos antes do que era esperado, o que mostra que o disparo superou a velocidade da luz.
A comunidade científica ficou estarrecida e o teste foi refeito várias vezes – todos os experimentos apresentaram o mesmo resultado: as partículas viajaram mais rápido do que a luz. Isso quer dizer que a viagem em velocidade de dobra de Star Trek é possível, mas, por enquanto, apenas para neutrinos. E, se toda a teoria da relatividade foi derrubada, até a viagem através do tempo será possível.
Via Cracked

A ciência que você não vê


Materiais criados em laboratório driblam ondas de luz e podem ser a chave para criar capa da invisibilidade

 Por baixo do pano: Harry Potter se livrou de várias graças a sua capa (Foto: Reprodução)
Aciência tenta há algumas décadas importar o conceito de invisibilidade da ficção para a realidade. Agora, uma pesquisa feita na Universidade da Pensilvânia aponta o uso de metamateriais como o caminho mais promissor. Metamateriais são objetos reorganizados em nível atômico, e alguns tipos são capazes de driblar ondas eletromagnéticas, inclusive a luz. Uma capa feita desse tipo de material poderia esconder objetos de qualquer animal capaz de filtrar a luz e traduzi-la em imagens interpretadas pelo cérebro.
Para que a técnica funcione, os metamateriais precisam ser feitos de estruturas artificiais menores que o comprimento de onda da luz. Não é uma tarefa simples, mas os pesquisadores da Pensilvânia descobriram que materiais formados a partir da combinação de prata e sílica podem dar conta do recado. “A capa precisaria cobrir os mais variados espectros de luz, da solar à artificial, em diferentes situações de exposição, diferentes fundos e com o observador e o objeto escondido em movimento”, afirma o engenheiro Nader Engheta. “É um desafio grande, mas superável.”
 (Foto: Feu/Editora globo)

Trio ganha Nobel de Química de 2014 por avanço em microscopia

Dois americanos e um alemão desenvolveram técnicas de alta resolução.
Inventos permitem observar moléculas dentro de células vivas.
Do G1, em São Paulo
Ganhadores do Nobel de Qímica de 2014 (Foto: Reprodução/Real Academia de Ciências da Suécia)Ganhadores do Nobel de Química de 2014 (Foto: Reprodução/Real Academia de Ciências da Suécia)
Nobel de Química 2014 info (Foto: Editoria de Arte/G1)










O Prêmio Nobel de Química de 2014 foi oferecido nesta quarta-feira (8) a Eric Betzig, Stefan Hell e William Moerner por trabalhos que levaram a capacidade dos microscópios a um novo patamar.
Por décadas os cientistas assumiam que os microscópios ópticos teriam um limite de capacidade: eles nunca teriam resolução maior que metade do comprimento das ondas de luz. Com isso, era possível observar uma bactéria, mas não um vírus em detalhes, por exemplo.
O trio laureado desenvolveu técnicas que aumentaram consideravelmente a capacidade de observação de processos em seres vivos enquanto eles acontecem -- em nível molecular. Assim, se hoje os pesquisadores são capazes, por exemplo, de enxergar como um neurônio faz a sinapse (comunicação) com outra célula neural, isso se deve ao trabalho dos premiados desta quarta.
Um dos métodos desenvolvidos é o chamado STED, apresentado por Stefan Hell em 2000. Ele usa dois raios laser: um estimula moléculas fluorescentes a brilhar, e outro "apaga" toda a fluorescência que aparece fora do local que se deseja observar. Um escaneamento das moléculas tornadas brilhantes pelo laser resulta em uma imagem de altíssima resolução.
Eric Betzig e William Moerner, que trabalharam separadamente, criaram as bases para outra metodologia, que se baseia em "ligar" e "desligar" a fluorescência de moléculas individuais e fazer diversas imagens com cada uma delas "acesa" ou "apagada". A justaposição dessas imagens resulta numa retrato de alta resolução da estrutura a ser observada.
As técnicas desses três cientistas hoje são amplamente usadas em pesquisa e aplicações médicas. Graças a elas foi possível, por exemplo, entender como determinadas proteínas se comportam em organismos de pessoas com doenças como Parkinson e Alzheimer. Novas descobertas usando o conhecimento produzido por eles são feitas diariamente.
Eric Betzig nasceu em 1960 em Ann Arbor, nos EUA,  é americano e trabalha no Howard Hughes Medical Institute, no estado da Virgínia. Stefan Hell, nascido em 1960, é alemão nascido em Arad, na Romênia. Ele atua no Instituto Max Planck para Química Biofísica, em Göttingen, e no Centro Alemão de Pesquisa de Câncer, em Heidelberg. William E. Moerner, nascido em 1953 em Pleasanton, nos EUA, é americano e trabalha na Universidade Stanford, na Califórnia.
A série de três imagens exemplifica o ganho proporcionado pela técnica de Betzig. à esquerda, a imagem da membrana de um lisossomo, uma organela celular, feita com microscopia convencional. No meio, a mesma organela, em uma das primeira imagens feitas pelo cientista com seu novo método. À direita, uma ampliação dessa imagem revela as moléculas da membrana  (Foto: Divulgação/Real Academia de Ciências da Suécia)A série de três imagens exemplifica o ganho proporcionado pela técnica de Betzig. À esquerda, a imagem da membrana de um lisossomo, uma organela celular, feita com microscopia convencional. No meio, a mesma organela, em uma das primeira imagens feitas pelo cientista com seu novo método. À direita, uma ampliação dessa imagem revela as moléculas da membrana (Foto: Divulgação/Real Academia de Ciências da Suécia)

Confira abaixo os vencedores do Nobel de Química dos últimos anos:
2013: Martin Karplus(EUA-Áustria), Michael Levitt (EUA-Reino Unido) e Arieh Warshel (EUA-Israel)
2012: Robert Lefkowitz e Brian Kobilka (EUA)
2011: Daniel Schechtman (Israel)
2010: Richard Heck (EUA), Ei-ichi Negishi e Akira Suzuki (Japão)
2009: Venkatraman Ramakrishnan e Thomas Steitz (EUA), Ada Yonath (Israel)
2008: Osamu Shimomura (Japão), Martin Chalfie e Roger Tsien (EUA)
2007: Gerhard Ertl (Alemanha)
2006: Roger Kornberg (EUA)
2005: Yves Chauvin (França), Robert H. Grubbs e Richard R. Schrock (EUA)
2004: Aaron Ciechanover e Avram Hershko (Israel) e Irwin Rose (EUA)

Projetos e Aulas

Olá olá olá!!!
Muita coisa aconteceu nestes meses de Setembro e já início de outubro em sala de aula!!
=]
Vou postar apenas uma foto de cada atividade desenvolvida em cada unidade escolar em que trabalho, e logo abaixo vou deixar o link no Facebook onde vocês poderão ter acesso ao álbum completo de cada atividade, combinados?!
Rssssssss!!
Então lá vai!

Festival de Gastronomia do Educandário Goiás
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.685042514903835.1073741858.100001942796528&type=3




Festival de Gastronomia do Externato São José
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.689218877819532.1073741859.100001942796528&type=3




Produção de Telas Artísticas por Oxidação de Metais no Educandário Goiás
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.699700360104717.1073741860.100001942796528&type=3





Produção de Sais de Banho - Ligações Químicas e Reações Químicas - no Externato São José
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.699706766770743.1073741861.100001942796528&type=3



















Juri Simulado envolvendo discussões acerca do Medicamento Talidomida e Isomeria Óptica, no Colégio da Polícia Militar de Goiás Unidade Ayrton Senna
Parte 1: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.700893863318700.1073741862.100001942796528&type=3

Parte 2: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.700918139982939.1073741863.100001942796528&type=3



Extração do óleo da Canela e Produção de Perfumes - Centro Universitário de Goiás Uni - ANHANGUERA - Turma de Métodos de Extração e Separação 2014-2




Alguns Experimentos Simples utilizando o Princípio de Le Chatelier - Equilíbrio Químico - Turma de Química Analítica Qualitativa 2014-2 do Centro Universitário de Goiás Uni - ANHANGUERA






Bom, e este foi um pouquinho da correria destes dois meses, ou mês e meio, hehehe!!!
Até a próxima!!
Um mol de abraços a todos!!

Projeto Química e Alimentos - 9ºs anos

Uma ótima tarde a todos!
Hoje estou postando para meus alunos do Educandário Goiás e do Externato São José, acerca dos objetivos do Trabalho que estamos desenvolvendo em sala de aula e em casa, em parceria com os pais, sobre Reações Químicas e Alimentos.
Este é um Projeto que desenvolvo há, pelo menos, 7 anos, porém é a primeira vez que ele sofreu adaptações para ser inserido ao contexto do Ensino Fundamental. Mas percebo, aos poucos, sua eficácia em sala de aula! 
Estamos chegando a etapa final do Projeto e, espero que, a visão de muitos de vocês (alunos) tenha sido, ou esteja sendo, mudada! 
Muitas das vezes não sabemos o que comemos, e outras vezes parece não fazermos questão de saber, e acabamos não percebendo as ricas experiências que poderíamos vivenciar.
Logo abaixo estão os principais objetivos traçados para o desenrolar deste Projeto, e que deverá constar no Caderno de Pesquisas e Análises de cada grupo, ok?!
Se quiserem acrescentar algo que, porventura tenham observado no decorrer das análises e que não conste aqui, fiquem à vontade em estarem acrescentando, combinados?!

Objetivos:
O presente Projeto tem como objetivo aproximar o aluno da percepção das práticas químicas que ocorrem em seu dia-a-dia, trazendo como ‘pano de fundo’ as reações químicas que ocorrem  em sua cozinha, através da análise de alguns alimentos pré-determinados. Também tem por objetivo,  uma análise das embalagens de cada alimento, uma vez que foram distribuídos entre naturais e industrializados, bem como, despertar nos mesmos uma noção de Marketing e Economia, como também Gastronomia Molecular; uma vez que, além das análises a serem executadas em casa, os alunos também deverão criar um ‘prato’ com o alimento que os foi destinado, produzindo por fim, um cardápio a ser servido em data marcada. Tudo isso numa tentativa de despertar em nosso alunado uma visão diferenciada do mundo em que vive, em prol de sensibilizá-los a uma vida mais produtiva em sala de aula e pelos corredores da escola e de suas casas.

Bom, não se esquecendo que as datas já estão marcadas para o Festival de Gastronomia de cada uma das escolas, sendo:
08/09/2014 - Educandário Goiás 
17/09/2014 - Externato São José
No dia de cada Festival, ao serem avaliados por mim e demais professores presentes, também será recolhido o Caderno de Pesquisas e Análises de cada grupo.
Aguardando ansiosa pelos resultados!
Um mol de abraços a todos!!!