Quimilokos de Plantão!

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As Reações Químicas e a Formação das Cavernas

As cavernas formam-se normalmente em áreas de rochas calcárias, embora na zona costeira possam ocorrer em outros tipos de rochas. As rochas calcárias são formadas por calcita (carbonato de cálcio, CaCO3), que dissolvem-se quando entram em contato com a água que contém suficiente teor de ácidos. Estes são provenientes da chuva ácida ou do dióxido de carbono (CO2) existente na atmosfera e na decomposição da matéria orgânica, que em contato com a água formam o ácido carbônico, H2CO3.Num segundo momento, a água ácida penetrando pelas fendas do calcário ataca a rocha, produzindo o bicarbonato de cálcio (Ca(HCO3)2), que é solúvel e facilmente transportado pela água. Com a dissolução do bicarbonato de cálcio, as fendas vão-se alargando lentamente e formando as cavernas.Vamos ver como tudo isso pode ser escrito através das equações químicas?
1- Acidulação da água (formação do ácido carbônico):
H2O
+
CO2
–>
H2CO3
água
dióxido de carbono
ácido carbônico
2- Dissolução da rocha pelo ácido carbônico:
H2CO3
+
CaCO3
–>
Ca(HCO3)2
ácido carbônico
carbonato de cálcio
bicarbonato de cálcio
As águas da chuva, aciduladas pelo gás carbônico da atmosfera e do solo, ao penetrarem pelas fendas da rocha calcária, vão dissolvendo-a e transportando o bicarbonato de cálcio (Ca(HCO3)2) em solução até emergirem no teto de uma caverna pré-existente.
Foto:Clayton F. Lino (Gruta do Lago Azul-Bonito)
A gota dessa solução aquosa fica pendurada no teto até que atinja volume e peso suficiente para cair. Nesse período ocorre a liberação do gás carbônico (CO2) e, como conseqüência, ocorre a precipitação de parte do bicarbonato dissolvido. Formam-se assim os primeiros cristais de carbonato de cálcio (CaCO3), que vão dar origem à estalactite.
A gota, ao cair, ainda carrega consigo bicarbonato de cálcio (Ca(HCO3)2) em solução, o qual vai sendo depositado no piso logo abaixo, formando uma estalagmite. O crescimento oposto da estalactite e da estalagmite faz com que essas peças muitas vezes se unam, dando origem à colunas.Vamos ver a equação química que expressa este fenômeno?
3- Precipitação do carbonato de cálcio:
Ca(HCO3)2 –>
CaCO3
+
H2O
+
CO2
bicarbonato de cálcio
carbonato de cálcio
água
dióxido de carbono
Abaixo temos um esquema que representa resumidamente tudo que aprendemos. Vamos revisar?

Baraka - Um Poema Visual

     



    Certa vez, dois Professores fantásticos (Rogério e José Pedro, ^^!) me apresentaram este Vídeo, tão fantástico quanto suas aulas! Hoje, é a minha vez de tentar, de alguma forma, retribui-los por tamanha fonte de conhecimento e fascínio, e repassar adiante, à minha turma de Química Ambiental da Uni-ANHANGUERA (2015/1).
     Aproveitem, meus[as]queridos[as]!
     Tenho certeza que nunca mais enxergarão o mundo com o mesmo olhar!  
   
    Baraka, uma antiga palavra Sufi que pode ser traduzida simplesmente por bênção (blessing), por respirar (breath), por essência da vida, é um poema visual, um filme sobre o mundo e o que há de espiritual e doentio nele, os contrastes das diferentes culturas e as semelhanças que elas têm na sua angústia e esperança na busca por Deus e na sua relação com a natureza.
    Filmado em 1992, em 23 países (Argentina, Brasil, Camboja, China, Equador, Egito, França, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Japão, Quênia, Kuweit, Nepal, Polônia, Arábia Saudita, Tanzânia, Tailândia, Turquia e EUA) Baraka pode ser considerado, de certa forma, um documentário experimental, já que não possui narração ou diálogos, apenas imagens, que incluem um vasto registro de rituais religiosos, maravilhas naturais, processos de mecanização e diversos estilos de vida e a música, fundamental para a criação da atmosfera envolvente e mística do filme.
    Segundo os críticos, Baraka é um filme que, de modo não-verbal e não-linear, discute o sagrado e o humano; a ordem natural e a entropia; a santidade e o materialismo. Portanto, é um filme dialético, totalmente dependente da percepção e interpretação do espectador. Não importa quem você seja ou onde viva: você também está em Baraka.
    É como se Deus resolvesse traçar um paralelo rápido entre as coisas mais diferentes que criou, passando por todo o mundo e se debruçasse sobre a Terra, olhando tanto as coisas boas como as ruins, mas sem julgar nada. Mesmo as guerras são poéticas em Baraka. São parte da vida e, como várias outras coisas mostradas no filme, devem ser repensadas.
    A espiritualidade é latente no filme inteiro. De acordo com a Antropologia, o aumento da capacidade cerebral fez com que o homem formulasse questões mais complexas, dentre elas de onde viemos e para onde vamos. A busca pela resposta levou diversas culturas diferentes a admitirem a existência de um ser superior, um Deus. Em Baraka, é como se de repente todas as culturas resolvessem mostrar qual o seu Deus, sendo que o ocidente é responsável por algumas das imagens mais tristes e chocantes do filme. Na sua negação de um Deus primitivo que é objeto de cultos e sacrifícios, o ocidente cultua a mecanização, a ciência, colocando em segundo plano a humanidade, no sentido da compaixão. Esse é o significado da cena dos pintinhos dentro da máquina, o mesmo significado das cenas de guerra: nenhum.
    Baraka é um filme sobre a vida, um registro da humanidade que propõe não uma aceitação do que somos, mas a reflexão de que estarmos acostumados com alguma coisa não quer dizer que ela seja correta, assim como algo de outra cultura nos chocar não significa que seja algo ruim ou bárbaro.  É para quem está de saco cheio de filmes com muito efeito especial e pouco conteúdo, e da previsibilidade dos roteiros básicos e rasos do tipo mocinha conhece mocinho, dificuldades os separam, mocinhos sofrem, mas ficam juntos no final.


Carl Sagan - O astrônomo que divulgava ciência como ninguém

Carl Sagan foi um cientista que, definitivamente, não teve medo de especular. É claro que ele sabia muito bem separar o que era ciência do que era especulação. Mas o jeito irresistível através do qual relacionava conceitos científicos com conteúdos imaginativos pertinentes tornava seu pensamento único e fascinante para o público leigo. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores divulgadores de ciência de todos os tempos. Além de inspirar toda uma geração de novos cientistas (em grande medida com a série Cosmos), Sagan também adotava um tom poético e filosófico nos assuntos que discutia, tornando suas reflexões ao mesmo tempo belas e dotadas de elementos capazes de despertar uma consciência humanista nas pessoas.
Se fôssemos apresentar todas as frases de impacto do astrônomo que têm o potencial de tornar uma pessoa melhor, provavelmente teríamos de escrever um livro. Mesmo assim, resolvemos escolher algumas citações e pensamentos de Carl Sagan que sintetizam certos aspectos centrais da visão que ele tinha das coisas. Se “somos todos poeira de estrelas” é a única referência que você tem sobre as ideias de Sagan, então os tópicos abaixo podem lhe ajudar a se aprofundar um pouco mais no jeito tão especial que ele tinha de encarar o cosmos – e nós mesmos. Confira:
dente de leão: a nave da imaginação de 'Cosmos' (Foto: Reprodução)
A ciência é muito mais do que um corpo de conhecimentos. É uma maneira de pensar. A afirmação é fundamental para entender a forma como o cientista enxergava o próprio ofício. Completamente apaixonado pelo que fazia, para ele ciências como a física ou a astronomia não se limitavam a um punhado de fórmulas frias e conceitos abstratos. Muito pelo contrário, eram ferramentas poderosas e fascinantes que nos permitiam sondar o desconhecido, além de expandir nosso entendimento sobre a realidade da maneira mais confiável possível.






Toda criança começa como uma cientista nata, e então nós arrancamos isso delas. Entre as características que ele valorizava em um cientista e em qualquer outra pessoa estão a curiosidade e a imaginação, traços típicos das crianças. Para o astrônomo, pensar cientificamente era algo como interrogar de forma metódica diversos aspectos da natureza, o que não deixa de ser uma forma de curiosidade aplicada. A respeito da imaginação, ele acreditava ser um dos motores fundamentais do conhecimento humano.
Um livro é a prova de que os humanos são capazes de fazer mágica. Além da forte inclinação por especular, Sagan também era um intelectual com enorme capacidade de relacionar diferentes áreas do conhecimento – e fazia isso excepcionalmente bem. Para conseguir esta naturalidade em transitar por diversos repertórios, é preciso muita leitura e erudição multidisciplinar. Cosmos, por exemplo, é repleto de narrativas sobre a história da ciência, e em vários momentos o astrônomo declara sua admiração pelos livros.
Nós somos uma maneira de o cosmos se autoconhecer. Se somos feitos de poeira de estrelas sistematicamente organizada para formar seres dotados de consciência, então podemos dizer que somos o universo pensando sobre si próprio. A abordagem se insere na convicção de que nós, humanos, não somos tão diferentes assim da realidade física que nos cerca, e de que interagimos com ela constantemente – de formas que estamos apenas começando a entender. Em outras palavras, você e o cosmos estão intimamente conectados. O astrônomo costumava citar mitos de nossos antepassados que nos concebiam como filhos tanto do céu quanto da terra.
Nossa obrigação de sobreviver e prosperar é devida não apenas a nós mesmos, mas também ao cosmos, antigo e vasto, do qual surgimos. Sagan possuía um profundo senso de reverência com relação à vida e ao ser humano. Ele acreditava que estar vivo e ter uma consciência era não apenas um privilégio, mas também uma grande responsabilidade. Como salientou em diversos momentos, nossa espécie atingiu um ponto crítico de sua história, no qual tem o próprio destino nas mãos. Todo o conhecimento e bagagem evolutiva que acumulamos nestes poucos milênios podem ser usados de forma a engrandecer nossa civilização – ou então destruí-la por completo, se insistirmos nos erros do passado.
Discursos apaixonados de grandes cientistas dão vida e beleza a conceitos abstratos da ciência (Foto: Sérgio Bernardino/flickr/creative commons)
Cada um de nós é, sob uma perspectiva cósmica, precioso. Se um humano discorda de você, deixe-o viver. Em cem bilhões de galáxias, você não vai achar outro. A reflexão segue a mesma linha do raciocínio apresentado acima – a vida inteligente é rara. Nosso conhecimento sobre o Universo ainda é limitado, é verdade, mas pelo pouco que exploramos já conseguimos chegar a esta conclusão. Sob esta perspectiva, a vida na Terra, principalmente a humanidade, ganha um status quase que sagrado, pois é fruto de um processo contínuo de evolução que se arrasta há 4,5 bilhões de anos. Todos carregam esta bagagem compartilhada dentro de si. Quando enxergamos a vida desta forma, o ato de matar qualquer ser vivo ganha novas e gigantescas proporções.
Diante da vastidão do espaço e da imensidão do tempo, é uma alegria dividir um planeta e uma época com Annie. A frase é adereçada a Ann Druyan, esposa do astrônomo, mas poderia muito bem se aplicar a qualquer outra pessoa. A constatação é de um poder imenso. Apenas pense em como é improvável, nos termos de uma perspectiva cósmica, você e outro amontoado de átomos que formam um ser consciente terem a chance de interagir um com o outro, em um minúsculo planeta chamado Terra e em um período de tempo específico. Reflita: são mais de 100 bilhões de galáxias em nosso Universo, que existe há pelo menos 13,8 bilhões de anos.
Nós somos, cada um de nós, um pequeno universo. Um assunto abordado com frequência por Carl Sagan era a dimensão das coisas muito pequenas, como aquelas que compõem nossos corpos. Ele frequentemente colocava o minúsculo em escala com o gigantesco, equiparando, por exemplo, a quantidade de átomos em uma molécula de DNA com a de estrelas em uma galáxia típica. É uma forma elegante de demonstrar como somos muito pequenos e muito grandes ao mesmo tempo. Em uma outra comparação do gênero, dizia que existem mais estrelas no Universo do que grãos de areia em todas as praias da Terra.
O Universo não parece nem benigno nem hostil, mas meramente indiferente às preocupações de criaturas tão insignificantes como nós. O cientista defendia que era melhor tentar se agarrar à realidade do jeito que ela realmente é do que persistir em ilusões, por mais reconfortantes que elas sejam. No fundo, ele queria dizer que, por menos acolhedor e mais adverso que o cosmos possa nos parecer, a verdade é que ele opera independentemente de nossos desígnios. Seremos nós que sempre vamos precisar nos adaptar ao Universo se quisermos sobreviver nele, e não o contrário. A chave para esta adaptação estaria em tentar constantemente entender a natureza das coisas por meio da ciência.
O que sobrou da supernova SN1006c (Foto: nasa)
O céu nos chama. Se não nos autodestruirmos, um dia vamos nos aventurar pelas estrelas. A exploração espacial era um tópico especialmente caro a Sagan, e ele próprio participou de diversos projetos da NASA, como o da sonda Voyager 1, que deixou recentemente o Sistema Solar. Em sua concepção, os poucos milênios de vida sedentária da humanidade não apagaram nosso instinto por explorar novos lugares e expandir nossos horizontes, traços típicos das sociedades voltadas para a caça e coleta. Ele acreditava que o gosto pela exploração era uma herança evolutiva para aumentar as chances de sobrevivência de nossa espécie, e que portanto, cedo ou tarde, vamos nos espalhar pelo espaço.
Toda civilização sobrevivente é obrigada a se tornar viajante espacial, pela razão mais prática que se pode imaginar: manter-se viva. A ideia da expansão pelo espaço no pensamento do astrônomo não se reduzia a um capricho meio romântico ou então à tendência humana de explorar. Ela tinha mais a ver com uma espécie de instinto de sobrevivência. Não é tão difícil de entender este argumento: se a humanidade inteira está confinada na Terra e algo acontece com o planeta, estamos condenados à extinção. Asteroides são uma grande ameaça, mas nosso próprio sol pode nos engolir daqui a 5 bilhões de anos, quando seu combustível acabar e ele virar uma gigante vermelha.
Uma das grandes revelações da era da exploração espacial é a imagem da Terra, finita e solitária, de alguma forma vulnerável, transportando a espécie humana inteira pelos oceanos do espaço e do tempo. Entre as mensagens inspiradas pela ciência mais belas da história certamente está Pale Blue Dot (pálido ponto azul), de autoria de Carl Sagan. Pouco depois de a sonda Voyager  1 ultrapassar Saturno, foi ele quem deu a ideia de tirar uma foto da Terra, que dali aparecia como um pixel azul suspenso em um raio de sol. Ou então um grão de areia suspenso no céu da manhã, como ele mais tarde interpretou. Entre as muitas formas que podemos enxergar nosso frágil planeta, uma delas é como uma nave, que sempre nos transportou pelo espaço e pelo tempo.
Esta é realmente uma publicação fantástica, a meu ver! Por isso não tinha como não compartilhar aqui no blog com vocês! Um mol de abraços a todos!!

Filme: "O Segredo do Abismo" e Química Orgânica

Olá pessoal.
O material que estou disponibilizando hoje, refere-se ao filme "O Segredo do Abismo", indicado em sala de aula. 
Para saber um pouquinho mais sobre os PERFLUOROCARBONOS citados no filme, e sua utilização, acesse: 
Ventilação Líquida: da ficção à realidade., e leia o Ensaio escrito por Cristiano Feijó Andrade, Luiz Alberto Forgiarini Junior (doutorando) Programa de Pós-graduação em Ciências Pneumológicas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Paulo Francisco Guerreiro Cardoso Departamento de Cirurgia, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
Segue logo abaixo o arquivo para ser lido on-line, para quem preferir.


Logo abaixo estão algumas poucas questões, de situações que gostaria que fossem melhor observadas no decorrer do filme. e respondidas EM SEU CADERNO (perguntas e respostas), combinados?!

1)No início do filme, quando uma equipe de americanos se reúne para tentar resgatar sobreviventes 
do submarino nuclear russo afundado, uma das personagens cita aos militares um tipo de “síndrome” que ataca pessoas quando estão em altas profundidades. 
Essa síndrome recebe o nome de “Síndrome de alta pressão”, a qual, justamente um dos militares passa a sofrer. 
Descreva quais os sintomas apresentados por quem passa a sofrer por esse tipo de síndrome.

2)Para mergulhos em alta profundidade, utiliza-­se um líquido de coloração meio rósea, réplica 
sintética do líquido amniótico que respiramos na placenta de nossas mães por 9 meses. 
Sobre esse líquido, responda:
a)Quais as diferenças entre ele e a água comum? Por que não afogamos quando o inalamos?
b)Trata­-se de um perfluorocarbono. A qual “função” química estudada, pertence essa substância?c)Por que se utiliza esse tipo de líquido em profundidades muito altas ao invés dos cilindros comuns de oxigênio?

3)Após a leitura do Ensaio publicado na Revista Ciência Hoje [volume 44 nº260 – “Ventilação Líquida: da   ficção   à   realidade”]   pode-­se   perceber   novas   utilizações   para   os   perfluorocarbonos.
Cite a(s) fornecida(s) no Ensaio, e sugira outra forma de utilização, em benefício humano.

4)Diferencie implosão de explosão.

5)O submarino nuclear de que se trata o filme trazia em si algumas ogivas nucleares, que o tornavam de grande risco. Em um determinado momento, os militares fizeram uma comparação [em nível de potência], entre as ogivas [ou mísseis] que ali estavam, e a Bomba de Hiroshima. Identifique a comparação sugerida:
a) 4  Hiroshimas                            
b) 5  Hiroshimas                               
c) 8  Hiroshimas                               
d) 10  Hiroshimas

6)Para   que   não   viesse   a   óbito   por  hipotermia,   uma   de   nossas   personagens   sofreu   um   afogamento espontâneo   para   ser   remanejada   para   um   novo   ambiente,   onde   haveria   maior teor   de   oxigênio   para respirarem, e maior aquecimento, e onde seria novamente re-­acordada.
Defina o que vem a ser hipotermia.  


Sinopse e detalhes do Filme



Uma equipe de uma platorma civil de exploração de petróleo se vê repentinamente com a missão de tentar resgatar o USS Montana, um submarino nuclear que afundou misteriosamente com 156 tripulantes e, após o ocorrido, não houve mais contato. A plataforma é usada para a "Operação Salvo", a operação de resgate que visa resgatar a tripulação do Montana, pois apesar de saberem onde está o submarino um furacão se aproxima e, assim, a Marinha não terá tempo hábil de chegar ao local. Com isso, a equipe da plataforma se torna a melhor opção para realizar o salvamento, ficando acertado que o tenente Coffey (Michael Biehn) supervisionará as operações. Entretanto, Bud Brigman (Ed Harris), um mergulhador que chefia a plataforma, diz à operação que acaba de pressentir que sua equipe corre perigo, mas Brigman não poderia imaginar que iria se deparar com algo totalmente surpreendente.

CURIOSIDADES SOBRE O FILME


Formato pioneiro

O Segredo do Abismo foi o primeiro filme lançado no formato de laserdisc, uma espécie de proto-DVD.
Prêmios
- Ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Especiais, além de ter sido indicado em outras 3 categorias: Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Som.
Literatura e cinema
Ainda antes do início das filmagens de O Segredo do Abismo, o diretor James Cameron entrou em contato com o escritor Orson Scott Card sobre a possibilidade de produzir um livro sobre a história do filme que iria realizar. Ao saber da proposta através de seu agente Card inicialmente a descartou, dizendo que não fazia "novelizações" de filmes. O escritor mudou de idéia após saber que o pedido havia sido feito por Cameron, mas exigiu do diretor que tivesse liberdade para desenvolver a "novelização" da maneira como achasse melhor. Após um encontro com Cameron, Card escreveu três capítulos que apresentavam os personagens Bud e Lindsay Brigman em um período anterior ao que é mostrado no filme. Após receber tais capítulos, James Cameron os entregou aos atores Ed Harris e Mary Elizabeth Mastrantonio, no intuito de ajudá-los na composição de seus personagens.
Diplomados
Todos os atores de O Segredo do Abismo tiveram que obter certificados de mergulhadores antes do início das filmagens.
Entrega total
A grande maioria das cenas de O Segredo do Abismo foram realizadas pelos próprios atores do elenco, e não por dublês.
Para vê-los e ouvi-los melhor
As máscaras de mergulho utilizadas foram desenhadas especialmente para o filme, de forma a permitir a melhor visualização das faces dos atores. Dentro das máscaras foram ajustados microfones que permitiram que os diálogos ditos pelos atores fossem captados e utilizados no filme. Os sons feitos pelos reguladores das máscaras foram também gravados, mas posteriormente eliminados na edição de som.
Estrutura recorde
Grande parte das filmagens subaquáticas de O Segredo do Abismo foi realizada em um tanque de reator nuclear ainda em construção em Gaffney, na Carolina do Sul. Lá também foi construído o maior set de filmagens subaquático já feito até então, em um tanque de 7 milhões de galões d'água.
Adversidades
O tanque utilizado em O Segredo do Abismo tinha 40 pés de profundidade, mas como tinha muita luz na superfície a produção foi obrigada a construir um "tampão gigante" e ainda colocar bilhões de minúsculas bolhas pretas de plástico para bloquear a luz. Durante uma violenta tempestade o "tampão" acabou sendo destruído, o que fez com que o restante das filmagens ocorresse à noite.
O dilema da citação
A versão original de O Segredo do Abismo a ser exibida nos cinemas foi forçada a retirar do início do filme, ainda antes do surgimento dos créditos, a frase de Nietzsche que dizia "...when you look long into an abyss, the abyss also looks into you" (traduzindo, "quando você olha por muito tempo dentro do abismo, o abismo também olha dentro de você"). O motivo por tal retirada foi que esta mesma frase fora utilizada em Inocente ou Culpado (1988), sendo que Cameron queria evitar as acusações de imitação em seu filme. Entretanto, tal frase foi incluída na versão do diretor, lançada anos depois.
Tanque preservado

Devido a questões financeiras, o set de filmagens subaquático de O Segredo do Abismo nunca foi desmontado. Ele permanece montado no tanque de reator nuclear da Carolina do Sul, agora esvaziado, sendo que a Fox colocou ao seu redor diversos avisos a possíveis curiosos e fotógrafos de que aquele material é de sua propriedade e que fotos e filmagens são proibidas de acordo com a lei do copyright.
Director's cut
Em 1992 foi lançada uma versão alternativa chamada O Segredo do Abismo - Versão do Diretor, que continha 28 minutos de material extra em relação à versão original do filme.

O Segredo do Abismo : Poster


Bom filme e um ótimo trabalho!!

     “Abandonar a Ciência é o caminho de volta à pobreza e ao atraso.” 
[Carl Sagan]     


Introdução à Química Orgânica - texto resumo


Boa tarde Quimilokos de plantão!
Logo abaixo o texto aos meus alunos dos 3ºs anos do CPMG-AS.
Caso não tenha dado tempo de tirar sua cópia no colégio...
NÃO TEMA!
TIAFESSORA ESTÁ AQUI PARA TE SALVAR!
kkkkkkkkkkkkkk!!
Boa leitura!
Bons estudos!!
Um mol de abraços a todos!
xD


Magnetismo Hawking

O astrofísico mais famoso do mundo ganha cinebiografia ao mesmo tempo em que vem a público questionar suas próprias teorias

  (Foto:  )

Ao ser diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa, o jovem Stephen Hawking, de 21 anos, pergunta: “Meu cérebro vai continuar funcionando, doutor?”. “Sim”, responde o médico, “mas ninguém vai saber o que você pensa.” A cena retrata um momento crucial na vida do astrofísico inglês – e é também uma das mais tensas da cinebiografia 'A Teo­ria de Tudo', que estreia dia 29 de janeiro.
Para alegria geral da ciência, o médico estava errado. O filme, baseado no livro 'A Teoria de Tudo: A Extraordinária História de Jane e Stephen Hawking' (Editora Única, 2014), escrito pela ex-mulher do físico, retrata os percalços e glórias do casal. Dirigido por James Marsh (vencedor do Oscar com o documentário O Equilibrista, de 2008), o longa recebeu a bênção do próprio Hawking. E é didático ao explicar teorias complexas, como na cena em que Jane, completando o marido, que já perdeu a eloquência, discorre sobre a teoria geral da relatividade e a física quântica usando batatas e ervilhas como exemplo.
Para Hawking, deve haver uma ponte entre esses dois pilares da física moderna  que possa explicar todas as interações fundamentais da natureza. Sim, uma teoria de tudo. Mas, para especialistas como Marcelo Gleiser, professor de física e astronomia do Dartmouth College e colunista da GALILEU, isso seria incompatível com a física.
Autor do livro 'Criação Imperfeita', o físico brasileiro defende que os argumentos de Hawking, baseados na teoria das supercordas, são inconsistentes. “O que descrevemos da natureza depende de observações, que por sua vez ­dependem de instrumentos. O que vemos da realidade depende da precisão deles. A tecnologia avança, mas estamos sempre vendo parcialmente”, explica Gleiser. Assim, não podemos ter certeza de que as forças que conhecemos são as únicas existentes, o que dificultaria a criação de uma teoria unificada. Mas Hawking parece não ter medo de rever seus conceitos. “O que é bastante confuso sobre Stephen é que muitas das coisas que ele descobriu ele mesmo provou depois que estavam erradas”, afirma a GALILEU o ator Eddie Redmayne, que interpreta o cosmólogo.
A vida é dura: o ator Eddie Redmayne levou seis meses para se preparar para o papel (Foto: Divulgação)
Formulador das teorias mais importantes e reconhecidas sobre buracos negros, Hawking chocou o meio científico em 2014 ao propor que os “horizontes de evento” – regiões próximas dos buracos negros, onde a gravidade é tão forte que atrai qualquer coisa – simplesmente não existem. Em outras palavras, não há buracos negros da forma como os conhecemos.
A polêmica ficou de fora do filme, mas outras ideias aparecem, como o conceito da radiação Hawking, segundo o qual os buracos negros podem perder massa até desapa­recer. “Esses conceitos  são baseados em física sólida e vêm guiando a pesquisa de centenas de pessoas, inclusive a minha”, diz Gleiser. No longa, o insight para a teoria acontece quando o físico observa o calor emanado por uma lareira. Para o crítico do The New York Times Dennis Overbye, especialista em física e cosmologia, essa é a pior cena. De acordo com ele, Hawking levou meses para elaborar esses fundamentos. Ao ignorar isso, “os produtores se enganaram a respeito do que foi sem dúvida o momento mais dramático de sua carreira”, escreveu. “O filme cede a sensibilidades religiosas ao tratar do que seu trabalho diz acerca da existência ou não de Deus, que é muito pouco.”
Mas a escorregada não afeta a carreira do astrofísico pop, que, depois de gravar com o Pink Floyd, aparecer em séries como The Big Bang Theory e demonstrar interesse em interpretar um vilão de James Bond, só precisa mesmo de um Oscar para premiar seu carisma.

3 PERGUNTAS PARA EDDIE REDMAYNE
O ator que interpreta Hawking conta a Galileu como um encontro com o astrofísico mudou o roteiro do filme


P: Você chegou a conhecer Hawking? Como foi?
Gastei uns seis meses me preparando, lendo tudo sobre Stephen, assistindo a tudo, e, quando afinal chegou o momento de conhecê-lo, foi bastante intimidador. Acabei simplesmente falando com ele a respeito dele próprio. Foi maravilhoso, e as poucas coisas que ele me disse foram muito importantes e úteis.
P: E o que ele falou?
Ele perguntou se eu o estava interpretando antes do momento em que ele passa a usar a máquina de voz. Respondi que sim, e ele disse: “Minha voz era bem arrastada”. Foi fundamental, porque me fez ir até os produtores e o diretor para sugerir: “Precisamos deixar a voz dele quase incompreensível”.
P: Hawking e a família dele assistiram ao filme?
Assistiram, sim. A coisa mais linda foi que, enquanto estávamos gravando, usávamos uma versão sintetizada muito semelhante à voz de Stephen. Depois de assistir ao filme, ele nos deu permissão para usar a sua voz de fato. Isso foi realmente incrível.

"O Guia do Mochileiro das Galáxias"

Olá pessoas!
Hoje dando as "boas vindas" definitivas aos meus novos alunos dos 3ºs anos do CPMG - Ayrton Senna deste ano de 2015, turnos matutino e noturno!
Haw!
=]Bom, aproveitando a deixa para colocar alguns informes:
1 - O livro literário por nós adotado neste 1º Bimestre, "O Guia do Mochileiro das Galáxias", deverá estar lido e as atividades entregues na primeira semana logo após o carnaval.
2 - Quais são as atividades?
2.1 - Fichamento de todos os tópicos que envolvam ciência de aluma forma: química, física, biologia, astronomia, tecnologia...e afins (deverá ser feita em fichas específicas, e poderá ser individual ou de dupla).
2.2 - Resenha crítica da história (em folha de papel almaço ou chamex, individual).
3 - Onde encontrá-lo para comprar? Fiz uma breve pesquisa aqui na net e consegui o seguinte:
3.1 - Americanas - 19,90
3.2 - Saraiva - 29,90
3.3 - Saraiva - 14,24 (versão ebook)
3.4 - Fnac - 17,90
3.5 - Hocus Pocus - 15,00
4 - Não quer comprar? Encontrei também umas versões dele em PDF! Para baixar, acesse:
5 - Quer assistir? (apesar de eu não ter gostado muito, mas tudo bem...vai que te ajuda a entender o que preciso no decorrer de sua leitura..rsss):

Bom, acho que por hora é isso!
Divirtam-se!
Um mol de abraços a todos!!

Universos Paralelos - Infinitas Realidades Coexistindo



Em 1954, um jovem candidato ao doutorado da Universidade de Princeton chamado Hugh Everett III apresentou ao meio científico uma idéia radical e enlouquecedora. Ele propôs a existência de universos paralelos.

Hoje em dia, a ideia de múltiplos universos existindo simultaneamente e em dimensões paralelas está muito presente no imaginário popular, porém entendam o choque, no momento que a ideia foi sugerida. A teoria é bizarra, e causa certa estranheza no entendimento.

Mas por que um jovem físico em ascensão arriscaria o futuro de sua carreira propondo uma teoria sobre universos paralelos? Na verdade. com sua teoria dos Muitos Mundos, Everett tentou responder uma questão muito difícil relacionada à física quântica: por que a matéria quântica se comporta irregularmente? 


- Sob Medida?

O universo é tão certinho que a gente até desconfia.

Os cientistas, embora possam ter suas crenças religiosas, tentam ir além dessa ideia e entender as razões físicas por trás dos mecanismos cósmicos. Afinal, por que o Universo está tão cheio de galáxias, estrelas e planetas, em vez de ser um imenso vazio? Por que as leis da natureza parecem ser tão adequadas ao surgimento da complexidade e da vida? 

Segundo essa ideia, a ordem cósmica só faz sentido se imaginarmos universos paralelos - e talvez até infinitos universos paralelos (ou de um Multiverso, como também é conhecida) .


Existe uma lista pequena de características fundamentais do Universo, das quais depende o surgimento e a continuidade da vida na Terra. São coisas simples, como a intensidade da gravidade, a massa (peso) dos elétrons e de outras partículas ou a quantidade da atração entre os componentes do núcleo dos átomos. Variações minúsculas em qualquer uma dessas grandezas tornariam inviável a existência de qualquer coisa que valesse a pena ser vista no Universo. Ou as estrelas não se formariam, ou queimariam seu combustível rápido demais, ou não formariam elementos mais complexos que o hélio.


Derivada de observações do Universo feitas com telescópios, a inflação cosmológica seria a chave. Poderíamos pensar no Multiverso como uma imensa bolha de sabão. Pequenos sopros (fases inflacionárias) dentro da bolha gerariam bolhas-filhas, as quais podem assumir tamanhos e formas diferentes da bolha-mãe e até se desprender dela. 

O interessante é que nada garante que as diferentes fases de inflação produzam as mesmas leis da física em cada uma das bolhas. Em alguns universos, o espaço e o tempo estarão quase vazios, outros serão ainda mais férteis em vida do que o nosso. O importante é que, com um número possivelmente infinito de universos, a chance do aparecimento de leis cósmicas "certinhas", como as nossas, vira uma certeza matemática.


- Teoria das Cordas:


A Teoria das Cordas foi criada pelo físico nipo-americano Michio Kaku e nela ele afirma que os blocos de construção essenciais de toda a matéria do universo, bem como de todas as forças físicas, existem em um nível subquântico. Esses blocos de construção lembrariam pequenas tiras de borracha ou cordas – que formam os quarks (partículas quânticas fundamentais) e então os elétrons, átomos, células e assim por diante. O tipo de matéria que é criada pelas cordas e como tal matéria se comporta depende da vibração dessas cordas.

Surgindo por meio de 11 dimensões separadas (dez de espaço e uma de tempo), assim como a Interpretação dos Muitos Mundos, a Teoria das Cordas demonstra que existem universos paralelos. Segundo essa teoria, nosso próprio universo é como uma bolha que existe lado a lado de universos paralelos semelhantes.

Ao contrário da Teoria dos Muitos Mundos, no entanto, a Teoria das Cordas supõe que universos podem entrar em contato entre si. Quando esses universos interagem, acontece um Big Bang semelhante ao que criou o nosso universo.


- A Gravidade:



Tal teoria poderia explicar o porquê da gravidade ser uma força fraca em comparação com as outras (eletromagnética, a nuclear fraca e a nuclear forte). Isso ocorreria por que a gravidade teria a propriedade de 'escapar' do nosso Universo-brana para o multiverso.

Ou seja, a fragilidade da gravidade perante as demais forças fundamentais da natureza é o resultado de sua “diluição” por todas as dimensões extras que não podemos ver ou talvez que não estejam nesse universo, podendo inclusive ser a responsável pela atração de massa em outros Universos e suas consequentes colisões.


- Outro Eu:

Teoricamente, seria impossível saber o número de universos paralelos existentes, uma vez que a quantidade de universos paralelos depende do possível resultado das ações de cada ser vivo.


Uma ligeira diferença em um universo geraria uma ramificação na linha temporal, formando um novo universo completamente diferente. Por exemplo, você avista um carro se aproximando e calcula se há tempo suficiente para atravessar a rua. Em um universo, você não atravessa a rua, e em outro você atravessa. Cada universo a partir dai é observado separadamente, e inicialmente eles não terão uma grande diferença (a menos que você tenha calculado errado e no universo que você atravessou tenha sido atropelado). Contudo, a longo prazo, as diferenças podem se tornar absurdas.

Ou seja, sua escolha irá influenciar a escolha de outras pessoas em uma cadeia infinita de ações e ramificações. Em um Multiverso, existem milhões de universos em que você sequer nasceu, e outros que você já morreu faz tempo. Em alguns, você é casado com a sua mãe. E o seu pai nesse universo é o seu filho em outro...


- Evidências:

Então, os universos paralelos realmente existem? Infelizmente é muito difícil colocar a prova a teoria, uma vez que não podemos vê-los ou senti-los de alguma forma, afinal ele existe dentro de um tipo diferente de espaço das quatro dimensões de nossa realidade.

Contudo, ao progredirem com as investigações no Grande Colisor de Hádrons do CERN, os cientistas estão falando cada vez mais sobre uma ‘nova física’ no horizonte, que promete ajudar aos investigadores a entender mais das incógnitas sobre o nosso universo.

Este novo enfoque inclui o desenvolvimento de uma melhor compreensão da energia escura, uma misteriosa força que alguns pensadores mais inovadores acreditam indicar que um universo “irmão” se esconda na nossa vizinhança.


 Paralelamente, estranhas ocorrências têm sido observadas pelos cosmólogos, como a galáxia Andrômeda, a 2,2 milhões de anos luz de distância, se dirigindo a grande velocidade (320.000 km/h) em direção à nossa galáxia, a Via Láctea.Este fenômeno tem sentido lógico se a gravidade que escapa de um universo invisível estiver unindo as duas galáxias.


 Em outra frente de pesquisa, investigadores do telescópio espacial WMAP descobriram recentemente uma força 10.000 mais poderosa do que a Via Láctea, a qual oferece forte evidência de que um universo paralelo possa estar na área.

Já em Londres, cientistas encontraram evidências depois de analisar os dados recolhidos pela nave espacial Planck, da Agência Espacial Europeia. O mapa, com base de dados da Planck, mostrou anomalias na radiação de fundo que, segundo alguns especialistas, só pode ter sido causada pela atração gravitacional de outros universos que puxam o nosso universo da mesma forma desde a grande explosão.



Visando o melhor entendimento do assunto, a NASA instalou o Espectrômetro Alfa Magnético – 2, na Estação Espacial Internacional, a fim de registrar os dados que poderiam resultar da existência de outros universos, alguns dos quais poderiam inclusive ser feitos de antimatéria. Basta aguardar os resultados, agora.


- Viagens a Outros Universos:

Na história, muito antes da tese a respeito de universos paralelos ser apresentada, já apresentava uma grande quantidade de relatos de seres humanos que experimentaram algum tipo de viagem interdimensional. Veja alguns relatos de pessoas que dizem que atravessaram nossa membrana universal e foram parar em algum lugar além...


O Viajante de Taured
Em 1954, um homem supostamente voou para Tóquio. Quando entregou o seu passaporte para ser carimbado, o homem foi imediatamente interrogado sobre suas origens. Não, não era um caso de discriminação: enquanto seu passaporte parecia autêntico, enumerou um país que ninguém nunca tinha ouvido falar chamado “Taured”.

O homem misterioso alegou que seu país estava localizado entre a França e a Espanha, mas quando ele foi convidado a indicá-lo em um mapa, apontou para o Principado de Andorra. Insistindo que ele nunca tinha ouvido falar de Andorra e que Taured já existia há 1000 anos, ele afirmou que estava no Japão à negócios, algo que ele vinha fazendo nos últimos cinco anos. Seu passaporte mostrava isso: coberto de visto e selos de visitas anteriores (embora os selos não eram exatamente os mesmos que os japoneses tinham, porém com notável semelhança). Ele até tinha uma carteira de motorista emitida pelo país misterioso e um talão de cheques contendo cheques de um banco desconhecido.

Depois de interrogado, ele foi enviado para um hotel nas proximidades. N a manhã seguinte desapareceu sem deixar rasto, sendo que a única saída possível era uma janela fechada, sem borda, no décimo quinto andar.


O Homem de Lizbia 
Prosseguindo a investigação, chegou-se à desconcertante conclusão que a língua que o jovem falava não era reconhecida por nenhum especialista. Todavia, não era um mero murmúrio desconexo ou uma língua inventada por um doente mental. Era uma linguagem, de fato, dotada de padrões léxicos e sintáticos.
O máximo que os investigadores alcançaram descobrir é que tal linguagem era semelhante ao esperanto. Também, este, encontrando ocasião propícia, desapareceu tão misteriosamente quanto tinha surgido.

Em Paris, 1905, um jovem foi preso por roubo. Ele falava uma língua desconhecida e depois de um longo interrogatório, os policiais entenderam que o meliante era de um lugar chamado Lizbia.


As crianças verdes de Woolpit
No século 12, no vilarejo de Woolpit em Suffolk, na Inglaterra, duas crianças de aparência verde foram encontradas na saída de um dos fossos da região por moradores que faziam a colheita de suas plantações.

As crianças, um garoto e uma menina, se comunicavam com uma linguagem desconhecida pelos cidadãos. A lenda conta que os dois foram levados para a casa de um morador, Richard de Calne, que se responsabilizou por cuidar deles.

Por vários dias, as crianças recusaram todos os tipos de comida, aceitando somente feijões. Depois de um tempo, conta-se que eles perderam a coloração verde de suas peles, mas o menino acabou adoecendo e morrendo.

A menina sobreviveu e cresceu e, eventualmente, aprendeu a falar inglês. Ela explicou posteriormente aos seus guardiões que ela e seu irmão vieram de um mundo sem luz do sol, e que não sabia dizer ao certo como eles foram parar na região de Woolpit.
  


A ideia de Múltiplos Universos é realmente fascinante e ainda vai dar muito trabalho para ser testada (até porque ninguém ainda conseguiu pensar num jeito prático de detectar diretamente os outros cosmos). Seja como for, parece que estamos a caminho de descobrir que a natureza não só é mais estranha do que imaginamos mas quase mais esquisita do que nossa espécie é capaz de imaginar.

  


FONTE: Texto completo contido em http://aborigine42.blogspot.com.br/2014/07/universos-paralelos-infinitas.html

Henrique Guilherme
Escritor e estudioso.
Curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações