Quimilokos de Plantão!

Pesquise no Blog e na WEB


Vale da Lua/Chapada dos Veadeiros/Vila de São Jorge - Aula em Campo

Olá pessoas queridas!
Finalizando a disciplina de Conhecimento e Diversidade Cultural no Mestrado, com os Professores Rogério e José Pedro, fechamos com chave de ouro, em uma Aula em Campo, na Vila de São Jorge, passando pelo Vale da Lua e caminhando pela Chapada dos Veadeiros!
Em cada aula que tivemos desta disciplina, um aluno sempre foi responsável por relatar todo o acontecido através de um Diário de Aula.
Para não perder os riquíssimos detalhes tragos no último Diário, escritos pela Suellen e pelo Danillo, vou transcrever aqui o Diário dos mesmos, ok?!
Então lá vai!


Nós, Danillo e Suellen, ou, Suellen e Danillo, vos apresentamos o diário final da disciplina Conhecimento e Diversidade Cultural 01/2013 do Mestrado em Educação em Ciências e Matemática - UFG. Este será um diário diferente, afinal, o momento registrado foi totalmente diferente! Regidos pelos heróis e “ainda” professores José Pedro (PP) e Rogério (Espiga) [pois agora já temos intimidade], que articularam essa aula final - viagem de dois dias para um lindo lugar.
No princípio de tudo...
No dia onze de abril do ano de dois mil e treze, nesta mesma disciplina acima mencionada e no Planetário – UFG, nos foram apresentadas novas pessoas e novas propostas, e a partir deste mesmo dia não seríamos mais os mesmos...
Uma linda relação se firmava ao longo dos deliciosos encontros que tivemos, conversávamos, trocávamos conhecimentos, experiências, por muitas vezes fomos confrontados por novas ideias e ideais, mas também confrontávamos também, aprendemos bastante, que relação gostosa! Comíamos juntos, sempre um lanchinho diferente, no meio da nossa relação tinham uns caras bem diferentes e bem mais velhos, a maioria barbudos, que sempre nos abasteciam com suas sábias reflexões, mas não eram apenas eles, afinal todos éramos sujeitos dessa relação, sem contar com os dois heróis que sempre nos inquietava, e quanta inquietação! Mas então, entre encontros e conversas, sempre aconteciam aprendizados e trocas, gargalhadas gostosas e até lágrimas, como toda relação... E assim, sem detalhes “conteudísticos” e fiéis aos acontecimentos, resumimos essa relação da turma de Conhecimento e Diversidade Cultural que aconteceu nesse semestre, e como toda bela relação com um final feliz, concluímos os encontros com a nossa “lua de mel”, apesar da união já ter sido firmado antes, com a renovação de conceitos, aprendizados, desmistificações, quebras de tabus, o NÂO AO PRECONCEITO, aliás o que é isso (preconceito)?
 A nossa aliança, diferente dos romanos que acreditavam que no quarto dedo da mão esquerda passava uma veia (vena amoris) que estava diretamente ligada ao coração, costume culturalmente seguido até aos dias de hoje, está cravejada e firmada não no nosso dedo, mas em nossa essência, no que hoje sabemos e sentimos: RESPEITO, EDUCAÇÂO, HUMILDADE, UNIÂO, EMOÇÃO, FELICIDADE, VALORIZAÇÃO HUMANA, COMUNHÃO, LIBERDADE, COLABORAÇÃO, CARINHO, PLENITUDE, HARMONIA, FRATERNIDADE, SATISFAÇÃO, VIDA, ALEGRIAS, DETERMINAÇÃO, ESPERANÇA, DIVERSIDADE e claro, muito AMOR!
Mas voltando à nossa “lua, ou sol de mel”, narraremos à nossa maneira Danillo e eu (Suellen) ou Suellen e eu (Danillo), como quiserem...  A NOSSA TÃO ESPERADA VIAGEM, que foi muito bem organizada antecipadamente (no mesmo dia 11 de abril de 2013 quando nos conhecemos), foi preparada considerando cada particularidade de cada uma das 22 duas pessoas dessa relação. Espero que todos gostem de revivê-la como nós gostamos e nos divertimos.
E a nossa historia começa mais ou menos assim...
Em uma manhã de sexta-feira que parecia ser como outra qualquer, havia algo diferente, pois naquele dia a turma do Conhecimento e Diversidade Cultural iria iniciar uma viagem para Vila de São Jorge, próximo a cidade de Alto Paraíso de Goiás, e pelo nome da cidade mais próxima já poderíamos imaginar o que viria.
 Em Goiânia, a galera chegou cedo ao planetário-UFG, mais ou menos, às sete e meia da manhã para darmos início a nossa jornada. Como havíamos dito antes que foram atendidas algumas particularidades, durante o percurso paramos na cidade de Anápolis e em Brasília para atendermos a três pessoas, pois sem elas não seria a mesma viagem, confirmando a nossa aliança.
 Durante toda viagem podemos contemplar, pela janela do ônibus a alegria que a natureza nos recebia.
       
Só não sabíamos se os passageiros corresponderiam com a mesma intensidade ao resplendor natural...
   
Mas, apesar de tudo, nós e os nossos heróis chegávamos próximos ao primeiro destino. O VALE DA LUA. Próximos porque ainda teríamos que enfrentar uma caminhada para estar no vale, pois ônibus só alcançou uma parte do caminho.
      No Vale da Lua apreciamos um dos mais belos lugares naturais do nosso Brasil e nesse cenário iniciamos as nossas atividades. O primeiro a expor sua contribuição foi o Danillo. Ele apresentou uma forma de conduzir os alunos a dialogarem sobre os conteúdos das aulas, onde em pares, um dos alunos falou ao outro o que aprendeu ao longo do semestre e a final o que ouviu, elogiou o companheiro ao final de sua fala, em seguida houve a inversão dos papéis.
 
O próximo a apresentar foi o nosso excelentíssimo Celso. Ele nos narrou uma bela história com bichos extraordinários, que possuíam características inestimáveis só comparáveis com as de algumas distintas pessoas da turma, instigou-nos a perceber qual pessoa se identificava com o animal equivalente ao apresentado.

Mas as surpresas não paravam por aí. Surge então o Ari com a apresentação de duas músicas criticamente reveladoras da nossa realidade cotidiana, compostas pelo grupo Facção Central.
 
Contudo, nesse momento, o sol já anunciava a fim do dia e se punha a caminhar desaparecendo em direção ao horizonte. Assim, após uma breve caminhada, entre trilhas e insetos, chegamos ao ônibus rumo à Pousada Pôr do Sol.
                                           
 Apesar da impressionante primeira impressão que a pousada nos causou, mal tivemos tempo de explorá-la. Tivemos que desbravar a cidade para encontrar o local ideal para apreciar o show da orquestra das estrelas regida pelo nosso maestro Juan Bernardino.
    
Realmente as estrelas brilharam mais naquela noite fazendo mais bonita a sinfonia visual. Ainda envoltos pelo brilho das estrelas, era hora de voltar à cidade e comer a pizza “mais cara” que já havíamos visto. Felizmente podíamos contar com a Gisa para nos lembrar da beleza das estrelas, nos propondo um brinde às conquistas somente alcançadas pela união da turma. Entre estômagos roncando, gargalhadas aleatórias, falta de informação e cálculos errados (na cara dos matemáticos!). Fechamos com “chave de barro”, insaciados, indignados, insatisfeitos e um pouco, “só um pouco mais pobres”. 
     Depois do jantar voltamos para a pousada. Tratamos de banhar e descansar um pouco, mas só um pouco, porque a noite prometia ainda uma “caliente” dança do ventre, momento em que a Letícia nos mostra como os pequeninos pingos de chuva brincam ao passarem pelo arco-íris deleitando-se com a leve brisa vinda do oeste, ou talvez leste.

Eufóricos com a apresentação da Letícia e ainda pensando nas estrelas entramos na sala, onde iríamos apreciar as outras atividades da noite. Eis que começa então o vídeo apresentado pela Luciene.  Em poucos minutos iniciou-se o movimento de majestosas emoções que permeavam o recinto, tais emoções comparáveis somente com a sensação de observar o mais belo pôr do sol... E o clima continuava com o vídeo trazido pela Rosimary, em que a superação marcava a consequência do trabalho duro e da determinação.
     
Acho que nesse momento todos já se sentiam em outro planeta... Ou se sentiam ETs nesse. O que me faz lembrar o divertido filme mostrado pela Thaiza, onde ser normal é ter orgulho de ser diferente, não sendo nem melhor nem pior, sendo apenas diferente.
Mas em se tratando de reflexão a Suellen não ficaria para traz... Mesmo com a “dificuldade de se expressar” ela evidenciou de uma forma eficaz, os sentimentos que ali se faziam presentes, por outro lado, se enganou quem pensou ou nem chegou a pensar que sairíamos daquelas atividades sem algumas das belas obras dos autores que proporcionaram parte dos sentimentos daquele momento. A Lorena, além de evidenciar o quanto se desenvolveu em conjunto com a turma, presenteou alguns de seus colegas com esses tesouros...
Mas enquanto isso a lua seguia seu curso no céu e provocava as marés por não poder participar das apresentações que continuavam a surpreender cada vez mais os espectadores. Foi então que a Camila nos trouxe um pouco mais sobre a impressionante congada, um evento cultural que reflete parte da magnífica história de Catalão e que vem crescendo pouco a pouco no cenário nacional. Surge, nesse contexto cultural, a Darlene que aproveitou para nos dar um belo exemplo da diversidade de pessoas existentes dentro do nosso país, ressaltando a importância de respeitar as diversidades culturais ao fundo musical de Ney Matogrosso.
  
Mas a vontade da lua era tão grande de ver as gloriosas apresentações, que a Zara resolveu dança uma quadrilha junina ao luar. Agora esse é um momento que a lua e os que dançavam sempre vão se lembrar. E assim, naquele instante, todos satisfeitos foram dormir.
 Mas as aventuras da turma não paravam por aí... No outro dia pela manhã a turma e os seus heróis já se encontravam tomando café para uma bela caminhada rumo ao PARQUE NACIONAL CHAPADA DOS VEADEIROS.

Chegamos todos animados, MESMO !!! E pose pra foto...
 
Mas a verdade é que as maiores dificuldades do dia estariam por vir.
Começamos então a deslumbrante trilha rumo às cachoeiras Salto I e II, para enfim podermos nos deliciar na água revigorante fornecida pela sábia senhora natureza.
     
Durante a trilha resolvemos parar para descansar um pouco e foi aí que a Viviane resolveu fazer sua contribuição... Só posso dizer que a pessoa da caixinha era realmente misteriosa, pois ainda tinha muito a conhecer. Por outro lado essa brincadeira deixou a turma literalmente “amarrada”, mas todos sabiam: continuaríamos unidos mesmo depois do barbante desfeito, por um laço de amizades, convicções e esperanças.
      Terminado o descanso e a dinâmica, nos pusemos novamente a caminhar... Ainda estávamos cansados, porém a nossa companheira natureza não se cansava de nos motivar a andar, pois sempre compartilhava conosco sua abundante beleza...
                            
Tais paisagens nos faziam querer, cada vez mais, tomar um banho de cachoeira. Até que chegamos ao nosso destino e não nos decepcionamos em nada!
             
Acho até que a turma não queria mais ir embora... Esse sentimento era reforçado pelo pensamento de ter que voltar caminhando toda a trilha que percorremos para chegar ali rsrs!!! Depois de um belo mergulho a turma se recompôs as energias com um delicioso lanche... Em seguida a Arianne fazer sua dinâmica... No início parcialmente, em praticamente todos os desenhos havia um esboço da natureza, trocamos os desenhos com os nossos companheiros e realmente a obra final demonstrava que estávamos em sintonia com o grupo e ambiente.
         Dando sequencia nas apresentações, vem o Fábio e nos faz sentir criança novamente. Ele nos proporcionou uma maneira inusitada de ouvir a esplendida Aquarela de Toquinho.
      Bem, mas a viagem tinha que continuar... Arrumamos então as coisas para fazermos a volta até a cidade e voltamos a caminhar. Entre conversas e aprendizados, o calor e a respiração ofegante se fizeram presentes no nosso retorno, porém a parceria e entendimento das pessoas, inclusive dos guias de apoio se evidenciaram. 
E nesse momento mandamos um abraço sincero e um muito obrigado a Zara, que apesar de cansada nos deu um belo exemplo de força e determinação.
VALEU ZARA!!!!
Enfim, de volta a entrada do parque a turma estava, vamos dizer rsrs... Todos ainda “muito animados”.
É, não estávamos tão eufóricos quanto na chegada! Tanto era o cansaço que pedimos carona para o pessoal da brigada de incêndio, que complacentemente nos atenderam. Ainda bem que sobrou um pouco de força para subir no caminhão, vulgo “pau de arara”.
               
E assim voltamos, apertados, meio aos trancos e barrancos e “xavecadas?!”, para a cidade, mas estávamos muito contentes pelo maravilhoso e inesquecível dia.
 Após um bom banho na pousada já era hora de jantar... 

                                                               
Terminado o jantar retornamos para a pousada, onde iríamos dar continuidade às apresentações... Foi quando a Patrícia nos proporcionou uma “roda de massagem” que fez a galera andar um pouco nas nuvens e esquecer o que andou na terra, naquela altura do campeonato a turma estava precisando. Logo em seguida veio o Roberto e nos proporcionou um espaço para uma incrível reflexão sobre sua experiência acadêmica, e como um bom amigo nos aconselhou como trilhar a nossa.
                                                                         
 Depois de um caloroso dialogo os nossos heróis, já era hora! Ficaram responsáveis pela ultima dinâmica do dia. Ninguém esperava que iríamos nos sentir como “flores em um belo jardim” e, em conjunto, iniciar um glorioso ritual, contudo, foi assim que aconteceu:
                   
                                      
MARGARIDA??!!

Bom... Ao fim, cantamos e dançamos com a musica Oiepo. Infelizmente, já era hora de voltarmos para casa. Então assim se passaram os majestosos momentos que para sempre ficarão na lembrança daquela turma e que jamais, NUNCA, se esquecerão que: “A MUDANÇA SEMPRE É POSSIVEL E QUE DEVEMOS SEMPRE ACREDITAR EM UM MUNDO MELHOR COM UMA EDUCAÇÃO MELHOR E MAIS JUSTA Prof. Rogério Ferreira.

Ana Flávia, não pense que nos esquecemos de você, esperamos você postar sua contribuição no portal e parabéns! Seu vídeo ficou muito legal e nos fez relembrar de todos os momentos maravilhosos da nossa relação!
GALERA É ISSO... ATÉ A PRÓXIMA, UM ABRAÇÃO A TODOS E QUE TENHAMOS MAIS MOMENTOS RICOS EM NOSSAS VIDAS COMO ESSES...
.
Foi tudo muito lindo e maravilhoso! E eu, Thaiza, já sinto saudades dos momentos compartilhados com a turma e com os Professores, não só nestes dois dias de Aula em Campo...mas a cada quinta-feira que compartilhávamos juntos!
Professor Rogério, Professor José Pedro: o meu muito obrigada por me ensinarem a enxergar e viver o mundo com outros olhos! Muito obrigada por fazerem parte deste momento de minha vida! Muito obrigada por compartilharem não só conhecimento, mas, acima de tudo VIDA!

8 anos de QUIMILOKOS - Concurso de Aniversário

Olá olá olá pessoas queridas!!
Sim! O QUIMILOKOS está completando 8 anos de existência!
Quem é assíduo frequentador daqui sabe bem de toda a origem do blog!
Sabe que esses 8 anos não foram sempre aqui na plataforma do google, sabe que o nome se originou a partir de um grupo de alunos meus lá do CPMG - Ayrton Senna, em uma Feira de Ciências! E que hoje se tornou meu Projeto do Mestrado! [quem diria!!]
Enfim, é uma história legal de ser contada [e ouvida, é claro!], por isso vou criar uma aba para que ela se torne permanente por aqui, e todos tenham acesso quando quiserem!
=]
Bom, mas vamos ao CONCURSO QUIMILOKO da vez?! hehehe!
Prestem bastante atenção nas etapas:
1 - Seguir o blog: Em "Quimilokos de Plantão", bem no início da página ao centro, clicar em "PARTICIPAR DESTE SITE"
2 - Entrar no Grupo do QUIMILOKOS, no facebook: https://www.facebook.com/groups/101289306628063/
3 - Curtir a página do QUIMILOKOS, no facebook: https://www.facebook.com/quimilokos
4 - Completar a frase: " SER QUIMILOKO É......." e enviar a reposta para: quimilokos_professora@hotmail.com
O prazo para fazer tudo é até o dia 27 de julho de 2013!!
O resultado será divulgado dia 30 de julho de 2013!
A melhor frase receberá um kit com 6 elementos químicos [de sua escolha!] em uma caixinha, feitos pela Mariana Mantovani [ veja a publicação: Tabela Periódica em Miniatura ].
.
Bom, acho que por hora é só!
Agora fico aqui, no aguardo das participações de vocês!!
Que a Força estaja com vocês!
hehehe!!

Blogue como ferramenta didática pode inspirar tese de mestrado


Um ótimo dia a todos!!
Vejam só que maravilha! Euzinha, Professora Thaiza Montine, e o meu QUIMILOKOS, em Reportagem no Portal do Professor do MEC!
Chique?!
hehehe! Pra mim sim! ^^!
Abaixo, a Reportagem na íntegra!
Um mol de abraços a todos!!

Professora de química em Goiânia há 15 anos, Thaiza Montine Gomes dos Santos Cruz mantém o blogue Quimilokos, que funciona como extensão da sala de aula. “O professor não está o tempo todo com os alunos, nem todos os dias na mesma escola”, diz. “O blogue faz essa ponte com os alunos.”
No blogue, criado há oito anos, ela publica material relacionado ao conteúdo abordado em aula e compartilha vídeos e outros temas complementares. Licenciada em química, com especialização em ensino de química, Thaiza é aluna de mestrado no Programa de Ensino de Ciências e Matemática (MECM) da Universidade Federal de Goiás (UFG). “O uso do blogue como ferramenta didática no ensino de química e ciências é, em princípio, meu projeto do mestrado”, esclarece.
A convite da professora Cristiana Passinato, do Rio de Janeiro, Thaiza também participa do blogue Pesquisas de Química. O projeto de parceria inclui a professora Andrea Barreto, de biologia. “O interessante é que nunca nos encontramos pessoalmente”, afirma Thaiza. “Nós nos conhecemos pela blogosfera e é por ali que mantemos contato e tiramos dúvidas de nossos alunos e de quem quer que passe pelo blogue."
Professora no Colégio Estadual Jardim América, no Externato São José, no Colégio da Polícia Militar de Goiás, Unidade Ayrton Senna, e no Centro Universitário de Goiás, Thaiza percebe, em suas turmas de ensino fundamental e médio e de educação superior, dificuldades relacionadas a conteúdo abstrato, como modelos atômicos e distribuição eletrônica, por exemplo. Outros problemas detectados referem-se a cálculos matemáticos e raciocínio lógico, leitura e interpretação de textos de enunciados. Para tentar minimizar as dificuldades dos estudantes, ela desenvolve projetos que facilitem a proximidade com os alunos e deles com a química.
“Isso colabora para um maior rendimento em termos de nota e, o que para mim é o mais importante, em conteúdo e na vida pessoal e social”, destaca. De acordo com Thaiza, o aluno compreende o conteúdo, consegue associá-lo ao dia a dia e sabe quando e como usá-lo. Também aprende valores e diferenças, a respeitar o outro e a conhecer limites.
Entre os projetos desenvolvidos está o Química e Cinema - Elaboração de Curtas-Metragens no Ensino Médio: Usando o Cinema para Abordar Temas sobre Radioatividade em Sala de Aula. Em outro trabalho, H’ Química, a professora usa histórias em quadrinhos para ensinar radioatividade e outros conteúdos de química desenvolvidos no Colégio Jardim América. Os dois projetos foram convertidos na disciplina eletiva Química e Mídias e em um grupo denominado Clube dos Nerds e Otakus, que se reúne quinzenalmente.
“Não incentivo diretamente os alunos, mas eles percebem, nas aulas, um certo encantamento pela disciplina e acabam optando pelo curso”, revela Thaiza. Alguns de seus antigos alunos são hoje engenheiros químicos; outros, licenciados em química. “No Centro Universitário, cheguei a lecionar, no bacharelado, para ex-alunas minhas do ensino médio”, salienta. “Foi uma experiência gratificante.”
Alguns alunos do Colégio Jardim América farão vestibular para química no fim do ano. (Fátima Schenini)
Acesse os blogues Quimilokos e Pesquisas de Química

FONTE: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=2841

Tabela Periódica em Miniatura

Olá olá olá pessoas!
É com muito prazer que apresento à vocês hoje um trabalho maravilindo produzido pela Mariana Mantovani.
Ela trabalha com biscuit, e desenvolve uns kits com elementos químicos da Tabela Periódica!
Ela também os vende separadamente!
São fofiiissimos!
^^!
O objetivo maior do Projeto dela é fazer a Tabela Periódica, com cada átomo com 1 cm x 1 cm. Já foram feitas 4 famílias (alcalinos, lcalino-terrosos, halogênios e gases nobres), cada uma com uma característica para indicar o período: cor, formato, número de antenas, olhos...
Gente VALE A PENA!!
A Mariana é Química, recém-formata pela Unifesp, e muito de seu mateial pode ser visualizado em: https://www.facebook.com/pages/Atto-Biscuit/446441265406952

ALCALINOS

GASES NOBRES
 Um mol de abraços a todos!!!

Festival do Minuto


FESTIVAL DO MINUTO lança concurso com o tema “Ciência”
Os melhores vídeos concorrem a R$ 10 mil em prêmios 
As inscrições vão de abril a 30 de agosto 
São aceitos vídeos de qualquer formato e que tenham até 60 segundos de duração

“Ciência”. Nos deparamos com ela nas mínimas coisas do dia a dia – da lâmpada elétrica ao telefone celular, do banho quente aos tratamentos de saúde, da conservação ambiental ao uso da internet. Por isso, o termo pode trazer inúmeras ideias! É nisso que aposta o concurso do Festival do Minuto, que conta com o apoio da FAPESP e está em sua segunda edição.
Para participar, nada melhor do que deixar a imaginação fluir sobre qualquer ciência, seja ela exata, humana ou sobre a vida. Ciência da computação, engenharia, física, matemática, química, zootecnia, botânica, biologia, antropologia... E, como sempre, valem vídeos de até 60 segundos em qualquer formato: filmes de animação, vídeos feitos com câmeras digitais, celular, ipad etc. O que importa, mais uma vez, é a criatividade. O concurso segue aberto até o dia 30 de agosto. Ao todo serão entregues R$ 10 mil em prêmios. 
Os interessados - de todas as idades e de qualquer parte do mundo – podem inscrever seus vídeos. Regulamento e informações, além do envio do vídeo, estão disponíveis no site www.festivaldominuto.com.br.
Lembrando que quem tem até 14 anos deve se inscrever pelo Minuteen - www.minuteen.com.br, espaço dedicado a crianças e adolescentes que estão começando a familiarização com equipamentos digitais.
E há ainda o www.escoladominuto.com.br que dá dicas de como realizar um vídeo de 1 minuto. Trata-se de um portal que, após o preenchimento de um cadastro simples e rápido, exibe depoimentos de realizadores e dicas do curador e diretor de cinema Marcelo Masagão. Ele fornece dicas para a pesquisa de temas, de softwares de imagem e som, de iluminação, entre outros tópicos importantes para a produção e orientação dos vídeos.

Sobre a FAPESP, apoiadora do concurso
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) é uma das mais importantes agências brasileiras de apoio à pesquisa científica. Criada em 1962, a FAPESP, ao longo dos seus 50 anos, concedeu cerca de 105 mil bolsas de pesquisa – da graduação ao pós-doutorado – e apoio a mais de 92 mil auxílios para pesquisadores do Estado de São Paulo. O apoio é dado a pesquisas em todas as áreas das ciências, bem como tecnologia, engenharia, artes e humanidades. A FAPESP também apoia pesquisas em áreas consideradas estratégicas para o País, por meio de programas em grandes temas, como biodiversidade, mudanças climáticas e bioenergia.
Para saber mais, acesse www.fapesp.br.

Sobre o Festival do Minuto
O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e propõe a produção de vídeos com até um minuto de duração. É, hoje, o maior festival de vídeos da América Latina e também o mais democrático, já que aceita contribuições de amadores e profissionais, indistintamente. A partir do evento brasileiro, o Festival do Minuto se espalhou para mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios. O acervo do Minuto inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (Ensaio Sobre a Cegueira e Cidade de Deus,), Beto Brant (O Invasor, Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios) e Tata Amaral (Antônia e Hoje).
Para saber mais, acesse www.festivaldominuto.com.br.

Aproximando os cientistas da sociedade

Texto de Mauro Rebelo
Publicado nas categorias: Divulgação Cietífica, Educação, Scienceblogs.
.
O mundo hoje é diferente do que era há 5000 anos. Do que era há 500 anos. Do que era há 50 anos. Até mesmo do que era há 5 anos. Por causa da ciência.
Leopoldo De Meis mostrou que, desde que a ciência foi institucionalizada, o número de cientistas passou de algumas dezenas de pessoas que trabalhavam isoladasnos séc XIV e XV, para, nos dias de hoje, alguns milhões trabalhando em universidades e institutos de pesquisa, e publicando seus achados em revistas especializadas de circulação internacional. Os resultados dessas pesquisas transformaram completamente (exponencialmente) a sociedade. Passamos dos 5 km/h que conseguíamos alcançar com nossas próprias pernas à 200.000 km/h que alcançamos com foguetes capazes de nos levar a outros planetas. Nossa expectativa de vida aumentou de 15 anos no pleistoceno para 90 anos em países desenvolvidos depois que o cientista Pasteur mostrou,  no século XIX, a relação entre a contração de doenças e a higiene pessoal. E a população cresceu então de 1 bilhão de habitantes em 1800 para 2 bilhões em 1930, 3 em 1960 e 7 bilhões em 2012. Podemos transmitir texto, sons, imagens, dados de um canto a outro do planeta imediatamente através de cabos de fibra ótica no fundo dos oceanos e satélites em órbita no espaço.
Ainda assim, o que observamos nesse começo de século é uma sociedade cada vez mais distante da ciência. (veja ‘O que os brasileiros pensam da ciência?‘) Porque?!
A resposta para essa pergunta é complexa e o melhor que eu deveria fazer é ficar quieto, ao invés de arriscar uma resposta. “Mantenha-se discreto e nada de mau te acontecerá” dizia o saudoso prof. Tito Eneas Leme Lopes. Mas eu sou atrevido e vou dar o meu palpite. Para mim, a velocidade de produção de informação e, principalmente, de transmissão da informação, superaram, em muito, a velocidade de educação da população.
O processo educacional, há séculos, está focalizado em uma pessoa: o professor. Na grécia antiga, o ensino era para muito poucos: um professor ensinava de 3 a 4 pupilos e o método principal era a imitação. Depois vieram as universidades na idade média e ainda ali, apesar de discursos para uma dezena de pessoas, o ensino continuava sendo para poucos: aqueles que podiam entrar em contato direto com um mestre ou tutor. Foi apenas no século XIX, com a invenção do quadro negro por um Escocês, que o ensino pode ser ampliado e um professor podia transmitir seu conteúdo para dezenas de pessoas. Desde então apareceram o behaviourismo e o construtivismo, massificamos as formas de avaliação e aumentamos o número de professores e escolas, mas um professor continua ensinando ainda um número bastante limitado de alunos. Isso indica, para mim, que alcançamos o limite e não há como superar esse número com a escola tradicional.
(pausa para os professores na sala atirarem pedras no cientista)
A consequencia dessa deficiência no ensino é que, de certa forma, os cientistas modernos, apesar de todos os nossos meios de comunicação, estão mais isolados do que os cientistas estavam no  renascimento. Isso porque a sociedade, em geral, hoje em dia é tão incapaz de entender o que os cientistas fazem como era há 500 anos. (Veja ‘A universidade é o carrasco da ilusão da sociedade‘)
E assim criamos um paradoxo: as pessoas nunca usaram tanto a ciência (e a tecnologia), nunca foram tão dependentes da ciência e, ao mesmo tempo, nunca estiveram tão distantes dela. É como se os computadores, os tecidos, as viagens, os remédios, as comidas, os livros… como se tudo isso viesse de algo que não foi, em um passado recente, uma idéia de um pesquisador em um laboratório.
Parte da culpa é dos cientistas. Eles nunca se esforçaram muito para traduzir seus achados para a população, apesar da população pagar pela produção desse conhecimento científico. “Nos dêem financiamento e nos deixem trabalhar em paz. Afinal, vocês não entenderiam mesmo o que estamos fazendo” escreveu o biólogo Stephen J. Gould sobre essa ‘atitude arrogante’ do cientista em ‘Seta do tempo, Ciclo do tempo’. Essa postura arrogante não contribuiu para aumentar o diálogo com a população. Mas é verdade que não foi só com arrogância que se construiu essa falta de diálogo. Uma certa timidez de muitos cientistas e um tanto de excentricidade de outros, ajudaram a criar um esteriótipo pouco atraente para a sociedade. Em nossa defesa, tenho que dizer, mesmo sob o risco de alimentar a imagem arrogante, que não podemos ignorar o fato da ciência ser difícil (sem tirar o mérito de ser Loira do Tchan, que eu também acho difícil), e que o público leigo tem mesmo dificuldade de entender, e que não podemos fazer muito com relação a isso. Trabalhamos com coisas pouco intuitivas, intangíveis e altamente especulativas. A industria do entretenimento, por exemplo, trabalha justamente com o oposto: nossos sensibilidade inata para a fofoca (veja ‘Ti-ti-ti! A fofoca como instrumento de ensino‘), a beleza (veja ‘A beleza nas letras‘ ) e o medo (veja ‘Por que as pessoas sentem medo?‘). Por isso Big Brother, Paris Hilton e Crepúsculo fazem tanto sucesso. Em uma sociedade sem mentes preparadas pela educação para entender a ciência, os cientistas continuarão isolados.
Ainda há, acredito eu, três outros fatores que contribuem para aumentar essa distância entre a ciência e a sociedade.
O primeiro fator é o mais delicado, o mais perigoso, e o que impõe o maior desafio para o cientista que quer se comunicar com o grande público: É o fato da ciência requerer um rigor que nós, pessoas leigas, não queremos nas nossas vidas. Na verdade, um rigor que não podemos ter. Grande parte dos nossos problemas, no dia-a-dia, são resolvidos por empirismo e intuição. O cientista tira das pessoas as certezas construídas por essas duas forças, sem colocar nada no lugar! Quero dizer, o que a ciência tem a oferecer para colocar no lugar do vazio da morte da ilusão (que é o incrível prazer de compreender o incompreensível e a avassaladora paz de espírito de fazer parte de algo tão maior do que nós mesmos que a nossa própria linguagem é incapaz de expressar com precisão), está fora do alcance da maioria das pessoas. Não falo isso com arrogância. Aprendi com o Millor que “somos todos ignorantes, apenas assuntos diferentes”. Eu mesmo não posso explicar pra vocês o Bóson de Higgs ou os fenômenos quânticos do emaranhamento e da sobreposição porque eu, simplesmente, não sei. Não sei porque é muito difícil e pra entender temos que ter muitos e mãos anos estudando e preparando a nossa mente para compreensão desses conceitos. E dificilmente podemos fazer isso sem que afete a maneira como vemos o mundo de forma geral, nossa vida cotidiana, nossos hábitos, nossa alimentação, nosso corpo e nossos relacionamentos com outras pessoas. “Mauro, você tem que entender que as pessoas não entendem bem uns 95% do que você fala” me disse uma vez uma amiga querida. Conversar com um cientista pode ser irritante por causa do rigor que ele aplica mesmo a eventos banais do cotidiano. Da mesma forma que pode ser irritante para o cientista conversar com pessoas leigas que acreditam em superstições e outras formas de pensamento que não requerem o mesmo rigor de análise do método científico. E talvez estejam certos! Fomos feitos para buscar alimento, buscar abrigo, reproduzir, fugir ou lutar e nosso cérebro não está planejado ou preparado para entender a teoria das supercordas, a matéria escura ou o nosso próprio cérebro. Em certo aspecto, eu mesmo me pergunto se não exageramos na nossa ansia de ‘entender’ tudo. Os seres humanos são capazes de coisas maravilhosas como a Nona Sinfonia de Beethoven, Hamlet de Shakespeare e o gol do Roberto Dinamite no Botafogo em 1976; que mostram que a ciência não pode nos dar tudo que precisamos para viver bem. Mas se quisermos dar a população tudo o que a ciência tiver a oferecer para que eles possam viver melhor, vamos ter que encontrar uma forma melhor de nos comunicarmos com eles.
O que me leva ao segundo ponto: aumentamos os nossos meios de comunicação, mas não sabemos ainda como nos comunicar. A escola, e principalmente a universidade, tem feito um trabalho incrível em pasteurizar nossa comunicatividade ao focar o ensino apenas na competência de ‘interpretação’ da informação (que é efetivamente importante) como se as competências de identificar, descrever, listar não fossem fundamentais para o processo de comunicação e necessárias para a interpretação. O resultado é que nossos alunos (e professores, e executivos, e cientistas, e todo mundo) não conseguem exercer concisão, coesão, clareza e criatividade em seus textos. Criam mensagens enormes que não dizem nada (veja ‘Quem foi que disse?’) e deixam os leitores desesperados: “Mas eu não tenho tempo de ler nada, eu só leio e-mails” disse um espectador desesperado em uma palestra da escritora Sonia Rodrigues, por causa volume de e-mails desnecessariamente extensos de trabalho que lê e responde todos os dias. “Para bom entendedor, meia palavra basta” o ditado popular mostra como nossa habilidade de interpretar deveria jogar a nosso favor. E jogaria, desde que usássemos as palavras corretas: os sete lugares do pensamento (Veja ‘Em busca dos 7 lugares de pensamento‘)  que os gregos e romanos já haviam identificado como ancoras de qualquer discurso. “Mas no caso de você ser um mal entendedor, vou te escrever umas 5 páginas”. Seja por medo, vaidade ou incompetência, não queremos abrir mão do nosso texto e escrevemos mais do que o necessário sem escrever o necessário. O resultado são leitores cognitivamente exauridos, exaustos e frustrados por serem incapazes, depois de todo esforço, de compreenderem a mensagem. “Existem várias formas de ser compreendido: ser claro é a principal” me disse a professora Cristine Barreto. Esse é um problema generalizado. Está em todos os ambientes e grupos sociais, e os cientistas não escapam. Se “Comunicação não é o que você fala, é o que os outros entendem”, temos que explicar para os cientistas que ninguém está entendendo nada.
O terceiro pode ser considerado o mais polemico, pelo menos pela comunidade científica. É que a ciência que é feita no mundo hoje é… chata! Extremamente chata! John Hudges especula, em seu livro ‘O fim da ciência’, se não teríamos já descoberto tudo que há pra descobrir e se agora não estamos apenas no fase de produzir “mais medições, mais precisas” (frase pronunciada por Lord Kelvin, na Royal Academy de Londres, em 1899, quando realmente se acreditava que tudo que havia para ser descoberto na física já havia sido descoberto – sendo que não poderiam estar mais equivocados). Hoje publicamos em torno de 1,6 milhões de trabalhos científicos por ano. Muitos desses trabalhos tem pouca ou nenhuma relevânica científica (acrescentam pouco ao que já se sabe), não enobrecem o espirito humano, não produzem nenhuma aplicação prática e muitas, muitas vezes, estão simplesmente errados. Isso porque muitas, muitas vezes, são produzidos por vaidade, influência econômica, modismo, carreirismo ou sem o menor conhecimento de estatística. “O cidadão comum é passível de aborrecimento” a frase pronunciada por Cícero na Roma antiga se referia aos discursos dos políticos que eram ininteligíveis aos cidadãos comuns por serem incrivelmente entediantes (que eram então excluídos das decisões políticas do império), mas poderia muito bem se aplicar aos cientistas hoje. Os cientistas fazem questão de usar uma linguagem rebuscada que dificulta ainda mais o acesso ao conhecimento hermético que produzem, tornando esse ainda mais chato. O ser humano foi equipado com um poderoso senso de estética (que pode ser prejudicado depois da 3a cerveja) para suportar as dificuldades da vida e também com uma curiosidade inata que o ajuda a explorar novos ambientes e possibilidades. Por isso não gostamos do que é feio e nos entediamos com coisas que permanecem constantes e com artigos científicos da Nature. A pesquisa científica precisa, urgentemente, deixar de ser chata.
Precisamos, todos nós cidadãos, e especialmente nós cientistas, enfrentarmos esse problema para aproximarmos a sociedade da ciência. A Internet mudou a forma de fazer entretenimento, jornalismo, negócios e política. Está na hora de usarmos todo esse potencial dessa WEB 2.0 para educar e incluir cientificamente a população. Os blogs são parte importante desse mecanismo. Antigamente o conhecimento produzido por um cientista no laboratório percorria um longo caminho até chegar ao estudante na sala de aula. Os artigos científicos eram publicados em revistas especializadas, que depois eram reunidos em revisões, livros texto e eventualmente chegavam ao livro didático, que com sorte o professor utilizaria em sala de aula. Hoje ele pode, ele próprio, em 3 passos, criar um blog e comunicar-se não apenas com estudantes, mas com TODO MUNDO! No mundo todo!
Essa é uma tarefa de todos mas principalmente do cientista, porque apenas ele pode traduzir o conhecimento complexo que está sendo produzido dentro dos laboratórios para a população leiga. Se fizermos isso, mais do que cumprir o nosso papel e a nossa responsabilidade social, estaremos capitaneando uma revolução na educação. Qualquer um que detenha um conhecimento e que tenha acesso a um computador e a internet, pode se tornar um professor para um número incalculável de pessoas, que, por quererem conhecimento e terem acesso a um computador (ou tablet, ou celular, ou TV) conectado a internet, se tornam alunos. O foco do processo educacional deixará de ser ‘o professor que detém o conteúdo e o transmite dentro de sala de aula para um número limitado de alunos’ e com isso realizamos a maior e mais poderosa inovação na educação de todos os tempos. A inovação que finalmente permitirá incluir científica, digital e socialmente, os 7 bilhões de seres humanos no planeta!
E o momento é esse! A última pesquisa de opinião encomendada pelo MCT em 2010 mostra que 65% da população brasileira tem interesse pela ciência (mais que pela política, mas ainda menos que pelo esporte) e que a internet já é a principal fonte de acesso a notícias para jovens e adultos até 30 anos. Só que um alto percentual (40%) da população que não se interessa por ciência, explica que simplesmente não consegue entender do que se trata. A maioria não conhece um cientista ao ponto de confiarem mais na palavra do médico ou dos jornalistas quando se trata de ciência. Mas a população tem noção de que ciência é capaz de coisas maravilhosas e tenho certeza que são capazes de perceber, mesmo sem entender, que hoje podemos explicar coisas que apenas 500 anos atras pareciam mágicas. Coisas que 5000 anos atras eram mágicas! Mas não podemos permitir que a compreensão desses fenômenos, e dos avanços tecnológicos e sociais permitidos por eles, fiquem restritos a uma parcela da população só por serem difíceis, pouco intuitivos ou por estarem além da nossa compreensão. Isso seria condenar a maioria das pessoas a viver a margem da sociedade, da história e do futuro. Condená-los a viver a margem do seu próprio potencial e a é colocar nas mãos de outrem o poder de tomar decisões importantes para a vida, sua e dos seus.
Todos nós, cientistas, leigos, educadores, estudantes, precisamos aprender a viver e a nos comunicar em um mundo saturado de informação. Para ter sucesso nesse mundo, temos que aprender novas habilidades: selecionar, priorizar e sintetizar informação, para podermos gerar conhecimento e propor soluções inovadoras para problemas novos e antigos. Essas são habilidades complexas que apenas a mente que se dedicou ao estudo de pelo menos uma disciplina por mais de 10 anos é capaz de desenvolver. O presidente da Apple Steve Jobs dizia que na internet “a maioria de nós continua apenas consumidores, ao invés de autores”. Os cientistas precisa tomar a iniciativa de um movimento para formar ‘autores’ e incluir científica, digital e socialmente a população.

Núcleo de átomo em formato de pera aponta para Nova Física

Núcleo de átomo em formato de pera aponta para Nova Física:
"Assim como a maçã de Newton mudou nossa concepção do mundo, agora é a vez da pera cumprir seu papel na inauguração de uma Nova Física."

Essa e a chamada de uma publicaçao no site da Inovaçao Tecnologica!
E, siiiiim, vale a pena ser lido na integra!!

Divirtam-se!
Um mol de abraços a todos!!

QUIMILOKOS no INFOENEM mais uma vez!!

Após um ano da eleição do QUIMILOKOS entre os 10 melhores do Brasil de Química, novamente fomos indicados aos leitores do INFOENEM.
Eles iniciaram uma série de publicações que traz, matéria por matéria, dicas de como se preparar para o Enem. Essa semana foi a vez da Química.

Dentre as dicas e orientações de estudo, foram feitas indicações (através de links) de uma lista de sites e blogs que que eles recomendam aos leitores para busca de conteúdo e complemento em seus estudos para o Enem 2013. 
E, vejam só: o QUIMILOKOS faz parte desta lista! 

E, aproveitando  deixa, gostaria de estar divulvando o material produzido por este grupo do pessoal do INFO ENEM, que traz umas apostilas de preparação para os estilos de provas do Enem, em especial, o de 2013:

Vale muito a pena estar conhecendo o material produzido por eles! 
=]

Um mol de abraços a todos!!

Desafios QNInt - 1ª Edição – 2013

Bom dia pessoas!!
Recebi um e-mail esta semana, da Equipe da QNInt, que gostaria de estar disponibilizando  vocês:

"A Sociedade Brasileira de Química, em parceria o Portal Química Nova Interativa, está promovendo um concurso com o objetivo de valorizar a importância da Química nas nossas vidas.
Trata-se de um desafio voltado para estudantes de todos os níveis de ensino, os quais podem participar com a produção de músicas e vídeos sobre o tema, sendo premiados os melhores trabalhos.
Em vista da importância dessa iniciativa, gostaria de solicitar que o blog Quimilokos divulgasse o concurso para o seu público de leitores.
O endereço eletrônico para maiores informações sobre os Desafios QNInt é
http://qnint.sbq.org.br/desafios/
Atenciosamente,
Guilherme Andrade Marson
Equipe QNInt "

PARA SABER MAIS:

Desafios QNInt - 1ª Edição – 2013

Em 2013 a Sociedade Brasileira de Química lança os Desafios Química Nova Interativa, premiando jovens criativos que gostam de Música, Vídeo e Química.

Quais são os desafios?

O desafio da QNint é o desafio dos Químicos: valorizar a importância da Química nas nossas vidas.
Você pode participar em três modalidades:
QNint Videos: para quem sabe fazer vídeos e animações.
Quimúsica: para quem sabe cantar ou tocar um instrumento, sozinho ou num grupo, com composição própria, em qualquer gênero musical.
Karaoquímica: para quem não sabe tocar, mas gosta de cantar e é bom de letra, criando paródias de músicas existentes
Seja qual for o seu talento musical, use a criatividade para manter acesa a mensagem do Ano Internacional da Química - Química para um mundo melhor!

Quem pode participar?

Podem participar dos desafios estudantes de qualquer nível educacional, do ensino fundamental ao ensino superior.
Para participar cadastre-se aqui e envie sua produção. Seu trabalho será colocado no ar para livre acesso e votação dos internautas.
Participe com quantos trabalhos quiser! A participação é gratuita.

Como será a premiação?

Será premiado o melhor trabalho em cada tipo de desafio para cada uma das categorias: Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior. Cada premiado receberá um netbook com o pacote QNint tools e uma medalha da SBQ.
Os segundos colocados em cada categoria receberão menção honrosa e medalha da SBQ.
Cada participante pode concorrer nas três categorias, mas poderá receber apenas um prêmio.

Como serão escolhidos os vencedores em cada categoria?

A seleção será feita em duas etapas.
Primeira etapa: serão selecionados os 20 trabalhos mais votados pelos internautas em cada categoria.
Segunda etapa: os 20 trabalhos mais votados em cada categoria serão classificados levando-se em conta a criatividade, qualidade conceitual e acabamento técnico.
Serão automaticamente excluídos trabalhos:
  • com erros conceituais graves ou com muitos erros conceituais
  • com problemas técnicos que impeçam a reprodução
  • que contenham conteúdo ofensivo de qualquer natureza
  • que utilizem linguajar vulgar ou chulo
  • que não contemplem a proposta temática dos desafios, como por exemplo músicas para memorizar fórmulas ou símbolos da tabela periódica

Quais as datas importantes?

Maio de 2012 Lançamento dos desafios na 35ª RASBQ
20 de agosto de 2013 : Encerramento das submissões e da votação online
20 de setembro de 2013 Divulgação dos resultados
20 de outubro de 2013 Premiação em local a definir

Bom, conto com a participação de vocês e, é claro, VOCÊ, MEU ALUNO!!!!
Um mol de abraços a todos!!

III SELIQ - SEMINÁRIO DE ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM QUÍMICA DO IQ – UFG 27 e 28 de Fevereiro de 2013

E lá vou eu!!
.
  COMISSÃO ORGANIZADORA
Profa. Dra. Nyuara Araújo da Silva Mesquita (UFG) – Coordenadora
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4139805P8

Prof. Dr. Márlon Herbert Flora Barbosa Soares (UFG)
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4706110E7

COMISSÃO CIENTÍFICA
Prof. Dr. Márlon Herbert Flora Barbosa Soares (UFG) - Coordenador
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4706110E7

Prof. Dr. Wilmo Ernesto Francisco Junior (UFAL)
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4742904A7

Profa. Dra. Andrea Horta Machado (UFMG)
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4786119E5

Profa. Dra. Agustina Rosa Echeverría (UFG)
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4791769E3

Profa. Dra. Anna Maria Canavarro Benite (UFG)
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4706975E3

Profa. Dra. Nyuara Araújo da Silva Mesquita (UFG)
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4139805P8

Prof. Dr. Cláudio Roberto Machado Benite (UFG)
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4133992U3


PROGRAMAÇÃO

27 de Fevereiro de 2013

9:00 – Abertura do Evento
Mesa Diretora:
Prof. Dr. Neucírio Ricardo Azevedo (Diretor do Instituto de Química);
Profa. Dra. Marilda Shuvartz (Coordenadora de Estágio da UFG);
Prof. Dr. Márlon Herbert Flora Barbosa Soares (Coordenador de Licenciatura do IQ – UFG);
Profa. Dra. Nyuara Araújo da Silva Mesquita (Coordenadora do III SELIQ)

10:00 – Palestra de Abertura
“Ensino de Química para a Diversidade”
Profa. Dra. Anna Maria Canavarro Benite (UFG)

12:00 – 14:00 – Almoço

14:00 - Palestra A
“Contribuições da Pesquisa em Educação Química no Processo de Elaboração de um Livro Didático”.
Profa. Dra. Andrea Horta Machado – COLTEC – UFMG

15:30 – Café da Tarde

16:00 – Mesa Redonda
“O estágio supervisionado: diferentes visões, diferentes contextos”.
Prof. Dr. Márlon Herbert Flora Barbosa Soares (UFG) – Coordenador
Profa. Dra. Andrea Horta Machado (UFMG)
Prof. Dr. Wilmo Ernesto Francisco Junior (UFAL)
Profa. Dra. Marilda Shuvartz (UFG)

18:00 – 21:00 Sessão I de Apresentação Oral de Trabalhos Científicos Selecionados
 18:00 – 18:30 -T001 - Grupo de estudos entre alunos ingressantes (calouros) e veteranos do instituto de química da UFG: análise do processo de reformulação. DIAS, A. A. NAVES, A. T. ECHEVERRÍA, A. R.
18:30 – 19:00 – T002 - Análise dos obstáculos epistemológicos no ensino de química a partir das respostas dos vestibulandos: em foco as propriedades periódicas. Carla de GODOY, C. MESQUITA, N. A. S.
19:00 – 19:30 – T003 - programa de cotas na universidade federal de goiás: perfil de ingressos nos cursos de química da universidade federal de goiás do ano de 2009. FILHO, L. H. B. SOARES, M. H. F. B.
19:30 – 20:00 – T004 - A Educação Ambiental como componente da gestão do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Vermelho. CRUZ, M. V. S. ECHEVERRÍA, A. R.
20:00 – 20:30 – T005 - Ensino de ciências e identidade negra: estudos sobre configuração da ação docente. ALVINO, A. C. B. SANTOS, M. A. SANTOS, V. L. L.  SOUZA, E. P. L.  BENITE, A. M. C.

28 de Fevereiro

13:00 – 14:30 – Sessão de Apresentação de Painéis

15:00 – Lançamento de Livro
“Temas em Educação Inclusiva: fundamentos para a sala de aula de ciências.”
Eveline Borges Vilela e Anna Maria Canavarro Benite

“PIBID – Novos ou Velhos Espaços Formativos: perspectivas para a formação docente em Rondônia e no Brasil.”
Wilmo Ernesto Francisco Junior e Marli Lúcia Tonatto Zibetti

16:00 – 17:30 – Palestra B
“Avaliação de Livros Didáticos: da importância política à necessidade formativa.”
Prof. Dr. Wilmo Ernesto Francisco Junior - UFAL

18:00 – 20:00 Sessão II de Apresentação Oral de Trabalhos Científicos Selecionados
18:00 – 18:30 -T006 - Apropriação do conhecimento científico relacionada ao conceito de mol pelos licenciandos do curso de química da UFG. GOMES, D. D. F.  MESQUITA, N. A. S.  
18:30 – 19:00 – T007 - Dilemas encontrados por professores de química na educação dos deficientes visuais – sobre intervenção pedagógica em instituição de apoio. MORAIS, W. C. S. CAVALCANTE, K. L. e BENITE, A. M. C.
19:00 – 19:30 – T008 - Organização dos estágios de licenciatura em química dos institutos de ensino superior de Goiânia-GO e contribuições às necessidades formativas docentes. LIMA, C. C. A e MESQUITA, N. A. S.
19:30 – 20:00 – T009 - A abordagem quântica no ensino médio na visão do professor. FILHO, E. P. S. SILVA, G. K. C. e SOARES, M. H. F. B.
20:00 – 20:30 – T 010 - Cultura africana e ensino de ciências: estudos sobre configuração da identidade docente. ARANTES, C. M. e BENITE, A. M. C. 

21:30 – Confraternização de Encerramento.